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	<title>Economia &#8211; WayUp</title>
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	<title>Economia &#8211; WayUp</title>
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		<title>MARCAS APOSTAM QUE O PIOR FICOU PARA TRÁS E DEVEM INVESTIR MAIS EM 2018.</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Jan 2018 10:00:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Anunciantes têm visão positiva para este ano e projetam investimentos em marketing para retomada dos negócios. As projeções de retomada do crescimento do Brasil em 2018 animam alguns dos principais anunciantes do país, que compartilham a sensação de que o pior já passou. De acordo com a previsão mais recente do Banco Central, a expectativa [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>Anunciantes têm visão positiva para este ano e projetam investimentos em marketing para retomada dos negócios.</h4>
<p>As projeções de retomada do crescimento do Brasil em 2018 animam alguns dos principais anunciantes do país, que compartilham a sensação de que o pior já passou. De acordo com a previsão mais recente do Banco Central, a expectativa é de expansão de 2,7% da economia neste ano, o que indica que a recuperação de rota está em pleno curso. Se por um lado as eleições presidenciais trazem um cenário de incerteza para o segundo semestre, por outro, o mercado demonstra otimismo com a volta da confiança no consumo. Dessa forma, investimentos em estratégias de marketing e publicidade tendem a ganhar vigor já nos primeiros meses do ano.</p>
<p>“As nuvens mais carregadas pelas quais passamos começam a ficar para trás e 2018, certamente, será um ano melhor para toda a sociedade brasileira”, resume Sandra Martinelli, presidente-executiva da ABA (Associação Brasileira de Anunciantes). “A perspectiva é de que seja um ano melhor sob o ponto de vista da atividade econômica e também com relação ao crescimento do PIB. O governo lida com importantes questões que podem ter papel fundamental para destravar a economia e espero que elas evoluam de forma positiva para que o país possa vivenciar um novo ciclo de investimentos e crescimento mais robusto”, completa.</p>
<p>As empresas consultadas pela reportagem, em linhas gerais, acreditam que, com a melhora dos indicadores econômicos, o consumo tende a crescer de maneira gradual. “Temos uma visão otimista, com a economia mais aquecida e uma retomada lenta do crescimento e evolução do consumo. Acreditamos que este otimismo vai impactar positivamente a maior parte dos setores, inclusive telecom”, analisa Marina Daineze, diretora de imagem e comunicação da Vivo. Por causa disso, a empresa vai seguir investindo no conceito Menos do Mesmo, trazendo novas reflexões a partir de temas relevantes e atuais, que geram maior engajamento e consideração para a marca.</p>
<p>Será também ano de Copa do Mundo e, como patrocinadora da seleção brasileira, a Vivo quer se aproximar mais dos consumidores. Esse, aliás, é um tópico comum entre os anunciantes entrevistados: todos estão se preparando para uma comunicação mais personalizada em 2018. “Como uma marca que atende a diferentes perfis de clientes, iremos inovar em soluções de conexão para atender a necessidades específicas de nossos públicos. Para isso, vamos otimizar ferramentas de business intelligence e big data para adequar ofertas e desenvolver comunicações mais segmentadas. Também vamos concentrar esforços na melhoria da experiência do cliente, buscando agilizar e simplificar processos. Nosso app de autoatendimento, Meu Vivo, seguirá sendo aprimorado para tornar-se o principal canal de relacionamento com a Vivo”, revela Marina Daineze.</p>
<p>A Avon também projeta a retomada do crescimento da economia e de seus investimentos. “A perspectiva é que o Brasil siga com a retomada da economia. Queremos ver o desemprego diminuir e, com isso, a confiança do consumidor voltar e termos um ciclo de produtividade e de crescimento sustentável”, afirma Marise Barroso, vice-presidente de marketing da empresa, que pretende ampliar em 2018 a mensagem institucional Beleza que faz sentido e o foco em digital. “Neste ano, ainda falaremos muito sobre marketing digital e engajamento. Acredito que veremos as marcas vivendo sob um saudável descontrole de suas mensagens: as marcas não são as donas de suas falas. Por isso, acredito que o que mais desafiará a publicidade é saber como fazer o seu público ajudar você a construir sua marca. Uma marca só será forte e sustentável se seus públicos participarem de sua construção”, avalia.</p>
<p>No varejo, um setor que costuma sentir o pulso do consumidor antes de outras áreas, há expectativa positiva também. “Já é possível observarmos sinais claros de melhoria no ambiente macroeconômico brasileiro, com a redução nas taxas de juros ocorrida nesse último ano e a redução da inflação. Esse cenário alivia a pressão sobre a renda do consumidor, que ganha maior confiança”, analisa Gabriela Platinetty, diretora de marketing da Netshoes, que aponta a Copa do Mundo como mais um fator que pode alavancar os negócios da empresa. Já o Mercado Livre também demonstra confiança para investir especialmente em datas sazonais importantes como Dia das Mães, Dia dos Pais, Dia das Crianças, Black Friday e Natal. Mas também para investir em iniciativas que gerem engajamento de longo prazo, como o programa de fidelidade Mercado Pontos e projetos de conteúdo que aproximem a empresa dos consumidores.</p>
<p>“Continuaremos com o desafio de conversar com diferentes perfis de público. Temos de apostar em campanhas que falem tanto aos usuários nativos do universo digital quanto aos egressos do mundo offline, com conteúdos que conversem entre si e funcionem bem em diferentes plataformas e formatos”, explica Daniel Aguiar, gerente sênior de marketing do Mercado Livre.</p>
<p>Na Whirpool, também há sinal verde para investimentos em publicidade. “As marcas Brastemp e Consul estão em momentos muito positivos e os planos das equipes de marketing de cada uma estão relacionados à reverberação de suas mensagens-chave, reforço de suas assinaturas, lançamento de produtos e campanhas e estratégias apoiadas por parceiros de publicidade e comunicação”, afirma Paulo Miri, presidente de home appliances da empresa na Latin America. Uma das apostas do marketing da empresa é uma série de eventos que aproximem marcas dos consumidores. “Para Brastemp, já temos uma programação sendo desenhada, com o objetivo de continuar estabelecendo um relacionamento tanto com brand lovers quanto com potenciais novos consumidores. A meta é garantir que essas pessoas tenham experiências extraordinárias, que estão alinhadas aos principais atributos da marca”, explica Miri. Segundo ele, as prioridades da empresa para 2018 serão inovação, presença digital, experiências e antecipar necessidades dos consumidores.</p>
<p>Da mesma forma, a Barilla aposta na recuperação da economia brasileira e, também, se atenta a mudanças do comportamento das pessoas, o que leva a empresa a ter uma comunicação mais focada em conteúdo. “As pessoas cozinham cada vez mais em casa e ter uma comunicação que as ajudem a tornar esses momentos cada mais mais fantásticos deve ser primordial”, aposta Fabiana Araujo, gerente de marketing da Barilla. “Penso que veremos mais investimentos e mudanças na tecnologia e na forma de consumo de mídia. Encontrar o balanço ideal entre necessidade e ofertas de mídia será fundamental. A mídia passará a ser cada vez mais dinâmica, em rápida transformação, e as marcas precisarão acompanhar essas mudanças”, reflete a executiva, que se diz otimista com a economia, apesar do cenário imprevisível por conta das eleições.</p>
<p>O grande desafio para executivos de mar- keting em 2018 é superar a nuvem negativa que afetou a economia brasileira nos últimos anos, ao mesmo tempo que lutam para manter a relevância de suas marcas, engajando pessoas a partir de propósito e valores claros. “O nível de exigência dos consumidores é cada vez maior e a experiência com a marca deve ir além dos pontos de atendimento. É preciso tornar cada contato com a marca o mais fluido e instantâneo, garantindo a melhor experiência para o cliente”, concorda Marina Daineze, da Vivo. “Estamos convictos de que o marketing pode ser grande vetor para influenciar o mundo dos negócios, contribuindo para uma</p>
<p>sociedade mais livre e responsável. Com isso em mente, acreditamos que os principais desafios do marketing e do mercado não somente em 2018, mas nos próximos três anos, serão marketing de conteúdo, consumo consciente, protagonismo colaborativo, tecnologia e seu impacto na comunicação e marketing, o futuro modelo de comunicação e marketing e a próxima geração de consumo de comunicadores e gestores de marketing”, diz Sandra Martinelli, da ABA.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por: <a href="http://propmark.com.br/mercado/marcas-apostam-que-o-pior-ficou-para-tras-e-devem-investir-mais-em-2018">Felipe Turlão &#8211; PropMark</a></p>
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		<title>2018 TEM BOAS PERSPECTIVAS PARA O CRÉDITO.</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Dec 2017 18:41:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar de todos os movimentos políticos e econômicos que geraram um clima de grande incerteza no país nesses últimos anos, o Brasil está deixando para trás, finalmente, a mais profunda, longa e dura depressão econômica da sua História. O economista Ricardo Amorim afirma que “o PIB cresceu nos 3 primeiros trimestres do ano e os [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Apesar de todos os movimentos políticos e econômicos que geraram um clima de grande incerteza no país nesses últimos anos, o Brasil está deixando para trás, finalmente, a mais profunda, longa e dura depressão econômica da sua História.</p>
<p style="text-align: left;">O economista Ricardo Amorim afirma que “o PIB cresceu nos 3 primeiros trimestres do ano e os indicadores já conhecidos sugerem que o ritmo de crescimento se acelerou no 4º trimestre. A confiança dos consumidores e de empresários de todos os setores da economia vêm melhorando desde dezembro de 2015. Desde abril, os empregos começaram a voltar e 2,3 milhões de pessoas antes desempregadas voltaram a trabalhar. A nova legislação trabalhista deve ajudar a sustentar esta tendência.”</p>
<p style="text-align: left;">Segundo Nicolas Tingas, economista da Associação Nacional de Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (ACREFI), os resultados do cenário de crédito em novembro divulgados hoje pelo Banco Central (BC) mostram que os financiamentos com recursos livres para pessoa física consolidaram uma tendência de aceleração do volume de concessões,</p>
<blockquote>
<p style="text-align: left;">&#8220;o crédito para pessoa física tem espaço para surpreender no ano que vem e a carteira pode se expandir de 7%, em uma estimativa conservadora, até 12%&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: left;">Com essas perspectivas de incremento na disponibilidade de crédito para as famílias, e à medida que a massa salarial começa a crescer, a população, especialmente a de baixa renda, começará a ter condições de aumentar o consumo básico. Com isso, aos poucos, o consumo reprimido apresenta sinais de retomada.</p>
<p style="text-align: left;">Segundo Amorim, com a inflação caindo para o nível mais baixo em 20 anos, a taxa Selic caiu para o menor nível da História, e isto começou a impulsionar também os setores de bens duráveis – sempre os últimos a se recuperarem após crises econômicas. Em outubro, as vendas e a produção de veículos cresceram mais de 40% em relação a outubro de 2016 e as vendas de imóveis no país cresceram mais de 20% no ano.</p>
<p style="text-align: left;">Em recente matéria do Jornal O Valor, boas notícias também no campo da inadimplência: o mercado caminha para encerrar o ano com estabilidade na média geral, com taxa de 3,6% no fim de novembro.</p>
<p style="text-align: left;">Essas boas perspectivas prometem aquecer o comércio e a concessão de crédito, o que leva à excelente oportunidade para o mercado de cartões Private Label (cartão de loja), como pode-se ver nessa matéria do Jornal da Band.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://noticias.band.uol.com.br/jornaldaband/videos/ultimos-videos/16372304/credito-para-consumidores-deve-crescer-em-2018.html">VER MATÉRIA BANDNEWS</a></p>
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		<title>INADIMPLÊNCIA REGISTRA QUEDA DE 9,1% EM ABRIL.</title>
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		<pubDate>Tue, 16 May 2017 08:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
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					<description><![CDATA[Quatro em 10 pessoas não sabem o valor gasto no cartão de crédito. A inadimplência do consumidor caiu 9,1% em abril em relação a março, na série com ajuste sazonal, divulgou a Boa Vista SCPC. O recuo também foi observado no confronto com abril de 2016, de 11,5%. Em 12 meses, a baixa é de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h5>Quatro em 10 pessoas não sabem o valor gasto no cartão de crédito.</h5>
<p>A inadimplência do consumidor caiu 9,1% em abril em relação a março, na série com ajuste sazonal, divulgou a Boa Vista SCPC. O recuo também foi observado no confronto com abril de 2016, de 11,5%. Em 12 meses, a baixa é de 4,6% e, no ano, de 1,7%. Na análise na margem, a maior retração na inadimplência do consumidor foi observada na região Sudeste, de 12%, seguida de perto por Centro-Oeste (11,9%). Na região Norte, a queda foi de 9%, e, no Nordeste, de 7,9%. A região Sul foi a única que teve aumento de inadimplência dos consumidores no período, de 4%.</p>
<p>A Boa Vista SCPC reafirma, em nota, que a queda na inadimplência é reflexo da maior cautela das famílias em virtude das adversidades econômicas dos últimos dois anos. Segundo a instituição, o atual ritmo de queda da inadimplência deve se manter com o cenário projetado de retomada sustentável da demanda de crédito em um ambiente de pequeno crescimento da economia e renda, juros menores e inflação controlada.</p>
<p>O indicador de inadimplência é elaborado a partir da quantidade de novos registros de dívidas vencidas e não pagas informados à Boa Vista pelas empresas credoras. Em São Paulo, passou-se a usar como referência o número de cartas de notificação enviadas aos consumidores em vez dos números de débitos ativos na base do SCPC, em virtude da Lei Estadual nº 15.659/2015.</p>
<p>Entre quem tentou fazer compra parcelada, 20% tiveram o pedido negado. Valor médio da fatura do cartão de crédito foi de R$ 1.140,00 em março; 62% planejam cortar gastos. Quatro em cada 10 (42%) consumidores que usaram o cartão de crédito em março não sabem ao certo o quanto gastaram nas compras do mês. Os dados são do Indicador de Uso do Crédito calculado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).</p>
<p>Apesar de não se lembrarem do valor exato, de acordo com o levantamento, 20% dos usuários disseram que viram o tamanho da fatura do cartão de crédito diminuir no último mês, contra 41% de entrevistados que observaram crescimento no valor da cobrança. Para 33%, ela se manteve estável. Considerando os entrevistados que se lembram do valor da fatura do último mês, a média da cobrança foi de R$ 1.140,00. Os itens de primeira necessidade, como alimentos (62%) e remédios (49%), foram os mais adquiridos por meio do cartão de crédito. Produtos como roupas (32%), combustível (28%) e gastos com bares e restaurantes (26%) ocupam as demais posições do ranking.</p>
<p>Na avaliação da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, antes do consumidor utilizar qualquer tipo de crédito, é importante que ele avalie a necessidade da compra e se é possível esperar um tempo para economizar e comprar o item à vista. &#8220;Caso a compra seja inadiável, o consumidor deve buscar informação sobre as taxas de juros e verificar se as parcelas estão de acordo com a realidade do seu orçamento.&#8221;</p>
<p><strong>Baixa renda compromete salário com produtos financeiros</strong></p>
<p>Levantamento da Serasa Experian mostrou que 27% da população de baixa renda (até R$ 2 mil mensais) gasta mais da metade do que ganha com produtos financeiros como cartão de crédito, empréstimo consignado e pessoal, financiamento de automóvel, crédito imobiliário, cheque especial e consórcio. Já entre os que ganham mais de R$ 10 mil, esse percentual cai para 13%. O estudo levou em conta informações de 5 milhões de consumidores que aderiram ao cadastro positivo.</p>
<p>Entre as modalidades de produtos financeiros, o cartão de crédito é o mais usado pela população de baixa renda (40%), seguido pelo cheque especial (12%) e pelos financiamentos de carro e empréstimos consignados (ambos com 11%). &#8220;Cerca de 40% dos brasileiros de baixa renda tem acesso ao cartão de crédito&#8221;, salientou Julio Guedes, diretor de Decision Analytics da Serasa Experian.</p>
<p>Ele disse que o recorte que mostra o perfil da alta renda aponta um uso mais acentuado em todas as categorias. O cartão também lidera o ranking de utilização (51%). Na sequência está o cheque especial (18%), o financiamento de carro (17%), o empréstimo pessoal (14%) e o consignado (13%). A pesquisa identificou que 82% dos CPFs tiveram pelo menos um cartão de crédito nos últimos 12 meses, sendo que 60,4% dos brasileiros têm ou tiveram no plástico pelo menos um pagamento em atraso em 12 meses.</p>
<p>Quando o assunto é empréstimo consignado, 22,2% dos consumidores que têm ou tiveram o produto atrasaram pelo menos uma parcela nos últimos 12 meses. O estudo também mostra que, entre os brasileiros negativados, a maioria está em débito com o banco/cartão de crédito (39%), seguido por financeiras e leasing (13%), empresas de serviços (12%) e outros.</p>
<p><strong>Endividamento tem alta, e índice vai a 75,2% em abril no Estado</strong></p>
<p>O resultado da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), elaborada pela Fecomércio-RS, mostra que o indicador que mede o nível de endividamento das famílias gaúchas registrou alta (75,2%) na comparação com abril de 2016 (70,4%). O levantamento revela que a elevação está diretamente ligada ao endividamento por necessidade para manter o nível de consumo corrente, tendo em vista as restrições de renda na conjuntura atual.</p>
<p>&#8220;Os dados da pesquisa ainda mostram um cenário difícil. Com as fortes quedas do emprego e da renda, as famílias têm dificuldades para manter suas contas em dia. Nesse cenário, contudo, não podemos deixar de comemorar o fato de que tanto o endividamento quanto a inadimplência permanecem em patamares moderados. Além disso, a redução dos juros, nos próximos meses, contribuirá para aliviar a pressão sobre essa situação&#8221;, afirma o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, ao comentar a Peic divulgada ontem.</p>
<p>O levantamento indica que a parcela da renda comprometida com dívidas em abril, na média em 12 meses, foi de 32,7%. Já o tempo de comprometimento da dívida no período de 12 meses cresceu, saindo de 7,7 meses para 7,9 meses. O cartão de crédito ainda é o principal meio de dívida dos gaúchos, apontado por 85,2% dos entrevistados, seguido por carnês (26,3%), financiamento de veículos (17,4%) e crédito pessoal (15,5%).</p>
<p>A conjuntura formada por redução de emprego e renda vem estabelecendo uma pressão para o aumento da inadimplência entre as famílias gaúchas. Em abril, o percentual de famílias com contas em atraso cresceu para 36,0%, ante 30,5% verificados em abril de 2016. Pelo lado positivo, deve-se ressaltar que o indicador permanece em patamar moderado, inferior, inclusive, a outros momentos da economia menos complicados. Outro dado que pode amenizar o bolso do consumidor é a gradual redução da taxa de juros ao longo dos próximos meses.</p>
<p>O percentual de gaúchos que não terão condições de honrar suas dívidas vencidas no prazo de 30 dias teve alta em abril (13,9%) na comparação com abril de 2016 (9,1%). Apesar de alguma redução em relação a março de 2017, o indicador permanece em patamar elevado, próximo dos maiores valores atingidos em seu histórico. &#8211; Jornal do Comércio</p>
<p>Fonte: (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2017/05/economia/561649-inadimplencia-registra-queda-de-9-1-em-abril.html)</p>
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		<title>Compras com cartão de débito e crédito devem crescer em 2017</title>
		<link>https://www.wayupbrasil.com/blog/compras-com-cartao-de-debito-e-credito-devem-crescer-em-2017/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2017 08:02:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[De acordo com uma projeção da Associação Brasileira das Empresas de Cartão de Crédito (Abecs), compras com cartão de débito e crédito devem crescer 6,5% em 2017, movimentando uma cifra recorde de R$ 1,22 trilhão. Somente em 2016, no terceiro trimestre do ano, os brasileiros movimentaram R$ 175 bilhões com o uso de cartões de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com uma projeção da Associação Brasileira das Empresas de Cartão de Crédito (Abecs), compras com cartão de débito e crédito devem crescer 6,5% em 2017, movimentando uma cifra recorde de R$ 1,22 trilhão. Somente em 2016, no terceiro trimestre do ano, os brasileiros movimentaram R$ 175 bilhões com o uso de cartões de crédito, e R$ 108 bilhões com os de débito, altas de 4% e 8,4%, respectivamente, em relação ao mesmo período de 2015. Com esses resultados, a Abecs também projeta para 2016 crescimento de 6,5% nas transações, que devem somar R$ 1,14 trilhão.</p>
<p>O levantamento da Abecs aponta ainda que o saldo da carteira de cartões de crédito atingiu R$ 172,5 bilhões em agosto, superando o estoque de papel moeda em circulação pela primeira vez na história. De acordo com a pesquisa, apenas um em cada 10 usuários de cartões de crédito utiliza o rotativo como crédito emergencial. Isto mostra que a grande maioria das pessoas usa o cartão de forma consciente e sabe aproveitar os benefícios sem pagar juros.</p>
<p>O especialista em Educação Financeira Uesley Lima aponta a comodidade, a praticidade, o financiamento rápido e outras características responsáveis por fazer do cartão de débito e crédito (principalmente) serem cada vez mais usados pelos brasileiros. Lima ainda sugere aos consumidores aproveitar os benefícios concedidos pelas administradoras de cartão, que oferecem programas diferenciados para atrair os consumidores ou criar um plano de fidelidade. De acordo com o especialista, algumas administradoras, por exemplo, convertem o valor das compras dos consumidores em descontos e milhas de passagens aéreas. “Há ainda descontos em produtos e serviços, premiações etc”, considera.</p>
<p>Porém, mesmo diante desses benefícios oferecidos, Lima diz que os consumidores precisam continuar atentos ao fazerem uso do cartão de crédito ou débito para realizar suas compras. “É preciso usar os cartões com moderação, principalmente na época atual que vivemos de crise e desemprego, para evitar o endividamento”, alerta. A seguir, confira alguns cuidados que o especialista Lima afirma que devem ser tomados ao usar o cartão de crédito ou débito:</p>
<ul>
<li>Certifique-se de que o estabelecimento não está cobrando um valor superior por se tratar de compra no cartão. Quando houver cobrança de juros, pague à vista, se possível. O pagamento com cartão de crédito também pode ser parcelado de duas formas: financiado pela administradora do cartão, com a cobrança de juros, ou parcelado pela loja, sem juros. Em ambos os casos você tem o direito de saber exatamente quanto pagará na sua compra, então pergunte;</li>
</ul>
<ul>
<li>Tenha sempre controle dos seus gastos! Parece óbvio, mas muitas pessoas não conseguem visualizar o valor das despesas, deixando que se transformem em uma “bola de neve” e, por isto, perdem o controle de suas contas e se endividam;</li>
</ul>
<ul>
<li>Cuidado com o consumo impulsivo. O comércio oferece “tentações” para estimular as compras, que na maioria das vezes são desnecessárias. O financiamento rápido e prático que o cartão de crédito oferece pode fazer com que a pessoa caia na armadilha da compra pela emoção, e sem calcular quanto realmente consegue gastar, acaba comprando compulsivamente. A dica então é: se você é um potencial consumidor compulsivo, que corre o risco de gastar desenfreadamente, não use o cartão de crédito!</li>
</ul>
<ul>
<li>Além de termos que pagar a fatura do cartão, para termos os benéficos do uso do mesmo, a maior parte das administradoras cobra anuidade. Então, opte por cartões que não cobrem anuidades no primeiro ano. E fique atento: quando a data de renovação estiver próxima, tente negociar um desconto;</li>
</ul>
<ul>
<li>Escolha uma data de vencimento da fatura próxima ao dia do recebimento de seu salário para facilitar o controle de suas despesas e ajudar no seu orçamento. Procure pagar a fatura sempre em dia. As principais causas de endividamento do brasileiro são justamente dívidas com cartão de crédito e cheque especial, isto porque a taxa de juros destas são as mais elevadas. Se perceber que não vai conseguir quitar o valor, procure o banco e negocie um empréstimo no montante da dívida. Pague a fatura e passe a dever em outra modalidade, que provavelmente cobrará juros mais baixos;</li>
</ul>
<ul>
<li>Guarde os canhotos das compras efetuadas com o cartão de crédito para ter uma estimativa do valor que será cobrado em sua fatura. Assim, você poderá se preparar para pagá-la na data do vencimento. Se possível, anote todas as compras em uma planilha ou caderno, para visualizar melhor o valor de quanto foi gasto;</li>
</ul>
<ul>
<li>Armadilha à vista: não aceite um limite de crédito muito acima de suas possibilidades de pagamento! Faça o orçamento de seu cartão com base em sua renda mensal e nunca conte com um dinheiro que ainda vai receber.</li>
</ul>
<p>Para o cartão de débito, o especialista diz que os riscos são menores, pois acaba funcionando como dinheiro: você compra e já paga na hora. “Porém, tenha muito cuidado e certeza de que possui na conta o saldo suficiente para pagar as contas, pois caso contrário, pode adquirir um empréstimo, rápido e perigoso, e acabar entrando no cheque especial com umas das maiores taxas de juros do país”, observa.</p>
<p>Para acompanhar mais informações sobre educação financeira com o especialista Uesley Lima, basta segui-lo em suas redes sociais! Periscope: Uesley Carvalho Lima; Instagram: @uesleylima.</p>
<p>Por:  Rodrigo Bernardino</p>
<p>Fonte: https://goo.gl/2oMWqA</p>
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		<title>5 DICAS PARA TERMINAR O ANO COM AS CONTAS DA EMPRESA NO AZUL</title>
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		<dc:creator><![CDATA[codelapa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Dec 2016 09:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
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					<description><![CDATA[O fim do ano pode ser uma época complicada para muitos empreendedores. Depois de um ano difícil na economia com foi 2016, quem tem o seu próprio negócio precisa ainda arcar com despesas extras, como décimo terceiro salário dos funcionários e férias coletivas, por exemplo. E, se você não atua no varejo, também é uma [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O fim do ano pode ser uma época complicada para muitos <strong>empreendedores</strong>. Depois de um ano difícil na <strong>economia</strong> com foi 2016, quem tem o seu próprio negócio precisa ainda arcar com despesas extras, como décimo terceiro salário dos funcionários e férias coletivas, por exemplo. E, se você não atua no varejo, também é uma época de poucas vendas.</p>
<p>Sendo assim, muitas vezes fechar o ano no azul torna-se tarefa árdua. Porém, não é impossível. Especialistas consultados pela <strong>Exame.com</strong> indicam algumas práticas de gestão e <strong>finanças</strong> que podem ajudar sua empresa a ter as contas em dia no fim do ano.</p>
<p>“Uma estratégia é pensar bem no que vai gastar até o fim do ano, não ficar empolgado com festa de funcionário ou presentes para os clientes, por exemplo. É preciso ser criterioso”, aconselha a professora de administração Liliane Cristina Segura, do Mackenzie.</p>
<p>No entanto, é bem mais fácil conseguir fechar no azul quando você já tem um controle sobre as contas ao longo do ano.</p>
<p>“Não adianta fechar dezembro no azul se em todos os meses anteriores a empresa operou no vermelho. Inclusive muitas empresas tiveram problemas éticos por conta disso”, avisa o professor Arnaldo Vhieira, da FMU.</p>
<p>Se você já vem se planejando, ótimo. Se não, ainda dá para tomar algumas atitudes. Veja a seguir algumas dicas para ajudá-lo a vencer o fim do ano e começar 2017 com o pé direito.</p>
<h3>1 – Faça um balanço de 2016</h3>
<p>O fim do ano é um ótimo momento para você olhar minuciosamente para suas contas ao longo do ano e entender o que precisa melhorar.</p>
<p>“Aconselho a fazer um grande balanço das suas contas de 2016 para entender onde você ficou no vermelho e onde ficou no azul. Com isso fica mais fácil ajustar as áreas que estão no negativo”, afirma Vhieira.</p>
<h3>2 – Reveja seus custos</h3>
<p>Depois de analisar as contas do ano, você estará pronto para rever os custos do seu negócio e reduzir no que for possível.</p>
<p>“As fazer um controle rígido dos custos operacionais, o empreendedor terá condições de gerenciar as contas que eventualmente estejam no vermelho, equilibrando despesas e receitas”, explica o professor.</p>
<h3>3 – Alinhe seus processos</h3>
<p>De nada adianta economizar nas despesas se os processos da sua empresa são ineficientes e geram desperdício. Para quem atua no varejo, então, a dica é ainda mais importante. Afinal, o fim do ano é uma época importante para as vendas.</p>
<p>“Vou dar um exemplo prático. Estive numa loja há uns dias e havia uma fila imensa de clientes esperando para pagar no caixa. E eu vi muitos deles, inclusive eu, desistindo da compra por causa dessa espera. É uma falta de visão de negócio. Muitos empreendedores perdem clientes por conta disso: falta de controle dos processos”, afirma Vhieira.</p>
<h3>4 – Negocie</h3>
<p>O ano de 2016 foi difícil para a economia, e muitos empreendedores chegam ao fim do ano apertados. A dica para terminar bem o ano então é negociar com seus fornecedores e credores.</p>
<p>“É importante verificar o que é essencial dentre os pagamentos e tentar alongar ao máximo o que for possível. É um gerenciamento de crise. Não deixe as coisas vencerem. Converse com os fornecedores, mostre sua situação e seja transparente”, aconselha Liliane, do Mackenzie.</p>
<h3> 5 – Planeje-se</h3>
<p>O fim do ano é um ótimo momento para você planejar as metas para o ciclo seguinte. Depois de analisar seus números atuais, fica mais fácil saber o que te espera e quais seus objetivos para os próximos meses.</p>
<p>“Dia 2 de janeiro a empresa volta a trabalhar e precisa saber o que vai fazer. O planejamento é fundamental nesse momento, pois só assim será possível visualizar o que virá”, afirma a professora.</p>
<p>“Com isso, a empresa sabe com mais antecedência se vai precisa demitir ou contratar pessoal,por exemplo, o que ajuda a tomar decisões mais embasadas”, completa.</p>
<p>Fonte: <a href="http://exame.abril.com.br/pme/5-dicas-para-terminar-o-ano-com-as-contas-da-empresa-no-azul/">Exame Abril</a></p>
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		<title>10 PASSOS PARA IMPLANTAR UMA CULTURA DE REDUÇÃO DE DESPESAS</title>
		<link>https://www.wayupbrasil.com/blog/10-passos-para-implantar-uma-cultura-de-reducao-de-despesas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[codelapa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Dec 2016 09:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
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		<category><![CDATA[negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[Toda empresa opera com uma equação básica: seu lucro é o resultado de sua receita menos os seus gastos. Portanto, menos gasto significa mais lucro. E mais lucro significa mais investimento em inovação, capacidade de expansão e até mesmo maior remuneração dos funcionários. Acontece que nem sempre as empresas monitoram de perto as suas despesas [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Toda empresa opera com uma equação básica: seu lucro é o resultado de sua receita menos os seus gastos. Portanto, menos gasto significa mais lucro. E mais lucro significa mais investimento em inovação, capacidade de expansão e até mesmo maior remuneração dos funcionários.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Acontece que nem sempre as empresas monitoram de perto as suas despesas ou têm processos para saber exatamente onde elas estão e como evoluem. Pior: não incentivam gestores e funcionários a usarem os recursos de maneira eficiente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Para reverter esse processo, sua empresa precisa implantar uma cultura de redução de despesas. Ela garante que o dinheiro disponível será gasto nas iniciativas mais alinhadas com os objetivos do negócio. Especialmente para startups e empresas pequenas, que dispõem de poucos recursos, o esforço é ainda mais importante. Mas como começar? É justamente esse caminho das pedras que tentarei traçar a seguir.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Primeiro, os dados</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Para reduzir despesas e colocar essa pauta em toda a empresa, é necessário ter uma boa base de dados. O mapeamento da estrutura de despesas é o primeiro passo para realizar qualquer ajuste ou mudança. Sua empresa tem uma base de dados confiável? Segue as normas contábeis? Dentre as minhas despesas, quais são fixas e quais são variáveis? As informações estão registradas em algum sistema ERP? Quanto mais acessíveis e mais seguros forem esses dados, melhor. Com um bom plano de contas e uma boa estrutura de centro de custos, é possível analisar a situação de cada área e atuar sobre os problemas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Para entender por que esse é o primeiro passo, pense em um avião que precisa ser pilotado. O responsável por essa tarefa precisa ter no painel de bordo todas as informações disponíveis para saber se a aeronave está funcionando normalmente e se está seguindo a rota estabelecida. Os dados são o ponto de partida. Com informações confiáveis, é mais fácil tomar as decisões corretas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Crie relatórios</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">O segundo passo é a criação de relatórios gerenciais, que trazem os KPIs (Key Performance Indicators), para a empresa acompanhar suas principais métricas. Também é importante ter o DRE (Demonstração do Resultado de Exercício) estruturado, com as margens que refletem o seu negócio. Essas informações permitirão acompanhar a evolução dos custos e das despesas do seu negócio e comparar suas métricas com as de mercado. Esse filtro de informações é importante porque, com uma base de dados gigantesca, fica difícil visualizar a situação da empresa ou trabalhar com as informações no dia a dia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Tenha um ritual de análise</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Os relatórios, no entanto, não servem para nada se não houver uma rotina de análise. É o que eu chamo de “ritual”. Nesse momento, entram em cena as pessoas e o calendário de avaliação. Se a sua empresa está começando a implantar uma cultura de redução de despesas, o ideal é que, inicialmente, as reuniões envolvam poucas pessoas, que podem ser os gestores de cada área. A empresa estabelece uma agenda: as reuniões de resultados podem ser mensais, bimestrais ou trimestrais, de acordo com a organização da empresa. A periodicidade pode mudar conforme a maturidade da empresa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Aqui, vale o alerta: uma reunião para apresentar informações não faz sentido. Informações podem ser enviadas por email. O objetivo de colocar gestores em uma mesma mesa deve ser discutir um plano de ações e possíveis melhorias nos gastos e processos. É assim que se decide quais serão os esforços de redução de custos e despesas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Faça um orçamento</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Voltando ao exemplo do avião: um piloto precisa saber para onde está indo e qual rota seguir. O mesmo vale para despesas de um negócio. Para onde meus gastos estão indo e em quais áreas estarão concentrados? Essas respostas estão no orçamento, que precisa ser elaborado e perseguido.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">A sua empresa provavelmente tem uma estimativa de receita. Para atingi-la, tem uma estimativa de custos e despesas. O que sobrar será seu lucro. Portanto, o ideal é, para um determinado nível de vendas, encontrar qual o gasto necessário para entregar o seu produto ou serviço. O orçamento transforma esse mínimo ideal em metas para cada área. A remuneração variável dos funcionários pode estar atrelada à conquista dessas metas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Enquanto relatórios e demonstrativos mostram o desempenho da empresa no passado e no presente, o orçamento é a visão de futuro, a programação para os próximos meses ou ano. As metas precisam ser acompanhadas a cada mês e a empresa precisa fazer planos para corrigir desvios. O orçamento não serve apenas para ficar na parede, mas para ser acompanhado e cumprido.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Mais maturidade a cada ano</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">A cada ano, a empresa ganha mais maturidade em um processo de redução de despesas. As pessoas se habituam a esse ciclo de indicadores – relatórios – análises – orçamentos e passam a ter mais senso crítico para entender o que está por trás de bater uma meta com folga ou do não atingimento da meta. Quando uma meta não é atingida, as perguntas que precisam ser feitas são: estava realmente muito difícil? Será que errei no traçar das metas? Ou essa área precisa de ajuda externa?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Com o tempo, cada vez mais a empresa consegue apertar seus custos e despesas e errar menos nas estimativas. E cada vez que aperta mais, cria uma cultura de que é possível fazer melhor, mais rápido e com menos recursos sempre.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Metodologias</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Há duas metodologias interessantes para construir e gerenciar um orçamento, implantando uma cultura de redução de despesas:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">&#8211; Orçamento Base Zero (OBZ). É o método utilizado por grandes empresas como a Ambev, que repensa a cada ano todas as despesas das áreas. Ele desconsidera o passado e considera a estratégia da empresa para o período seguinte. Com base nessa estratégia, são definidas quais despesas fazem sentido. É uma priorização, considerando o que é mais fundamental para entregar o produto, o serviço e a proposta de valor da empresa. Dá para aplicar essa ideia em qualquer lugar. Imagine que você tenha R$ 1000 para gastar na sua casa por mês. Você vai listar seus desejos e elencar suas prioridades, gastando até o limite do orçamento com aquilo que é mais importante.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">&#8211; Gerenciamento Matricial de Despesas (GMD). Essa metodologia propõe uma comparação das despesas entre as áreas. Por exemplo, suponha despesas com deslocamento, hotéis e refeições. Tudo isso pode ser colocado na conta de “viagens” da empresa. É possível designar um responsável por monitorar todas as despesas com viagens, comparando os gastos de cada área, evidenciando as melhores práticas. Ele pode criticar algumas despesas ou propor que, considerando a demanda de todas por passagens, negociar com a companhia aérea fornecedora um desconto extra.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Engaje as pessoas</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Não é segredo para ninguém que reduzir despesas é uma tarefa ingrata. Nenhum gestor gosta de abrir mão do seu orçamento. Para engajar as pessoas em uma cultura de redução de custos é preciso mostrar que ela traz benefícios. Como? Ao eliminar despesas não estratégicas, sobra mais dinheiro para investir no crescimento do negócio. No final do ano, o crescimento da empresa poderá ser distribuído em forma de dividendos, bônus ou PLR. Uma empresa que gasta todo seu lucro com despesas que não são necessárias não consegue distribuir uma boa remuneração variável.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">A importância do líder</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">O engajamento só existirá se o nível mais alto da hierarquia da empresa estiver comprometido com a redução de despesas. Um gerente, por melhor intencionado que seja, não pode ser o único porta-voz do assunto. A diretoria e a presidência precisam imprimir essa cultura, com um discurso homogêneo para defendê-la. Mais: o discurso precisa ser demonstrado na prática. Continuar gastando e ignorando metas que não são batidas são caminhos para o fracasso da cultura de redução de despesas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Trabalho de longo prazo</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Cultura é uma construção de longo prazo. Não dá para implementar de forma abrupta, há uma velocidade de absorção das regras. Se não levar esse tempo de assimilação em conta, a empresa pode acabar atropelando a tentativa de reduzir despesas e cair em descrédito diante dos funcionários – eles passarão a acreditar que uma iniciativa como essa não tem como dar certo. Redução de despesas é um remédio que precisa ser ministrado a conta-gotas para não matar o paciente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Até por conta disso, as reuniões no primeiro ano devem ser restritas a um pequeno grupo de gestores. Se algo der errado no projeto, é mais fácil corrigir quando ele envolve poucas pessoas. Além disso, aos poucos, essas pessoas se tornam multiplicadores da cultura de redução de despesas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Algumas empresas brasileiras são bons exemplos dessa cultura, como a Lojas Renner. Seu presidente, José Galló, tem feito isso desde o começo dos anos 1990. Ele é um porta-voz dessa cultura de redução de despesas, de fazer mais com menos. Quando trabalhei com a Renner, vi de perto como a empresa de fato gasta o que é necessário, sem esbanjar.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Algumas empresas já nasceram assim, como a BRMalls. Os sócios do fundo de investimento GP, um dos controladores, que sempre foram espartanos com a redução de despesas, imprimiram essa cultura na rede de shoppings. Começaram com a ideia na diretoria, que depois desceu para o nível de coordenadores até chegar, como vemos hoje, nas recepcionistas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Três armadilhas</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Por fim, separo o que considero três grandes armadilhas às quais todo empreendedor deve se atentar:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">&#8211; A comunicação precisa ser clara e transparente. Evite informações encriptadas. As pessoas precisam entender os indicadores, o orçamento e as metas. E a cultura tem que ser transferida pela repetição. Todo novo funcionário precisa ouvir sobre redução de despesas. Os antigos precisam ser lembrados sempre. O antropólogo Claude Lévi-Strauss dizia que uma das características do líder era repetir as mesmas histórias para imprimir a cultura. E essa história não pode ser contada só com números complicados.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">&#8211; Não se afobe. Uma cultura de redução de custos não é implementada de um dia para o outro. Nem é possível envolver a empresa inteira de uma vez só. Primeiro, as reuniões e discussões devem ficar restritas a poucos gestores. Eles testarão o novo sistema, construirão a metodologia e se tornarão os multiplicadores da cultura.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">&#8211; Saiba para onde sua empresa está indo. Talvez a pior armadilha seja fazer um orçamento sem saber qual o rumo do negócio. O orçamento precisa estar vinculado aos desafios e estratégias da empresa e a serviços deles. Como disse Seneca, se você não sabe para qual porto está navegando, nenhum vento será favorável.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="https://endeavor.org.br/passos-implantar-cultura-reducao-despesas/">Endeavor</a></p>
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		<title>A IMPORTÂNCIA DA TAXA DE CONVERSÃO E COMO MELHORÁ-LA EM 3 PASSOS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[codelapa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Sep 2016 09:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Investimento]]></category>
		<category><![CDATA[Vendas]]></category>
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					<description><![CDATA[Sabemos que o movimento em nossas lojas está um pouco mais parado do que de costume, no entanto, o sentimento é de que as coisas estão começando a melhorar, mesmo que em um ritmo mais lento que o desejado. Dar um up nas vendas é mais essencial do que nunca, e como sabemos, existem pelo [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sabemos que o movimento em nossas lojas está um pouco mais parado do que de costume, no entanto, o sentimento é de que as coisas estão começando a melhorar, mesmo que em um ritmo mais lento que o desejado. Dar um up nas vendas é mais essencial do que nunca, e como sabemos, existem pelo menos três formas de fazer isso: Fazer com que mais clientes entrem na loja: esta é a opção mais difícil de todas, afinal, não podemos forçar que um cliente nos visite quanto bem desejarmos. Logo, precisamos realizar ações criativas ou oferecer descontos bem atraentes, de uma forma ou de outra existe um custo financeiro e o resultado é incerto. Aumentar o Ticket Médio: essa é uma ação de longo prazo e deve ser constantemente estimulada, no entanto, não é a mais eficiente para engordar o caixa no final do dia; Melhorar a Taxa de Conversão ou o Aproveitamento de Clientes. É sobre isso que iremos falar nesse texto, imagine que sua venda média é de R$300,00 cada cliente que você converteu acrescentará este valor, ou até mais, ao seu resultado diário, por outro lado, cada cliente que saiu sem comprar… bem, foi dinheiro que criou pernas e fugiu da sua loja. Para reduzir essa fuga, vamos falar de 3 práticas para aumentar a Taxa de Conversão:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1) Entender os motivos pelos quais os clientes deixaram de comprar: Este ponto é crucial. É a partir dessa informação que será possível entender onde a loja está falhando ao atender o cliente.O produto está em falta? O preço está elevado? As condições de pagamento não estão atraentes? Ou, quem sabe a abordagem da equipe não está adequada e o cliente está &#8220;Apenas dando uma olhadinha&#8221;? As razões para não converter a venda podem ser diversas, mas são o ponto inicial para melhorar significativamente o faturamento da sua loja;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>2) Conheça os horários de pico da sua loja: Pode parecer simples, mas muitos lojistas não analisam bem esse fator e acabam não balanceando os horários da equipe. Este ponto dependerá muito do local e do tipo da loja, observe se os horários de maior movimento são na hora do almoço, ao final do expediente ou no começo do dia e organize a pausa dos seus colaboradores antes ou depois desses intervalos, de forma que sempre exista um número equilibrado entreclientes ansiosos por atendimento e vendedores prontos a atendê-los;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>3) Converse com sua equipe sobre a importância de cada atendimento: É muito comum encontrar lojas que consideram o cliente sair sem nada comprar absolutamente normal. E não é! Muito esforço e dinheiro foi investido para aquele momento. Uma venda perdida pode parecer pouco, mas qual o tamanho desse problema ao longo de um mês ou de um ano? Basta multiplicar o Ticket Médio pela quantidade de vendas perdidas no período. Temos um artigo apensado sobre o assunto que pode ser acessado aqui. Por fim, vale ressaltar a importância de medir a taxa de conversão. Caso sua loja não trabalhe com essa métrica, está perdendo uma grande oportunidade para gerir e orientar o crescimento das suas vendas. É possível utilizar desde papel até planilhas para realizar esses cálculos, no entanto são métodos que requerem um grande esforço e tempo para funcionar. Se alguns ou todos os pontos citados fazem a diferença para uma tomada de decisão mais assertiva, sugerimos a utilização do Meu Atendimento (www.meuatendimento.com.br), uma ferramenta simples e eficaz para que você possa obter todas essas informações otimizando a gestão da sua loja. Fonte: <a href="http://www.falandodevarejo.com/2016/08/a-importancia-da-taxa-de-conversao-e.html">Falando de Varejo</a></p>
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		<title>CINCO PASSOS PARA DIMINUIR PERDAS NO VAREJO</title>
		<link>https://www.wayupbrasil.com/blog/cinco-passos-para-diminuir-perdas-no-varejo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[codelapa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Sep 2016 09:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Negociação]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
		<category><![CDATA[varejo]]></category>
		<category><![CDATA[Vendas]]></category>
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					<description><![CDATA[Prevenir perdas no varejo é uma necessidade constante. Investir neste segmento significa mais do que simplesmente reduzir perdas: com a estratégia correta e a linha de produtos adequada, é possível aumentar consideravelmente as vendas, propondo uma experiência de compra mais acessível ao cliente e mantendo, ao mesmo tempo, a exposição dos produtos com segurança para [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Prevenir perdas no varejo é uma necessidade constante. Investir neste segmento significa mais do que simplesmente reduzir perdas: com a estratégia correta e a linha de produtos adequada, é possível aumentar consideravelmente as vendas, propondo uma experiência de compra mais acessível ao cliente e mantendo, ao mesmo tempo, a exposição dos produtos com segurança para os lojistas. Além disto, em tempos de crise como estes últimos meses que assolam o país, reduzir as perdas é de extrema importância para controlar impactos no seu negócio por conta do cenário econômico. (Você sabia que 4,44% do lucro líquido das micro, pequenas e médias empresas é dissolvido em perdas por ano no Brasil?).<br />
Pensando nisso, a Mauser Security listou cinco passos básicos para a diminuição de perdas. Confira: Passo 1: Encontre suas vulnerabilidades As perdas no varejo acontecem em diversos pontos dentro do seu negócio e, por isso, o monitoramento das suas vulnerabilidades é crucial para evitá-las. Grande parte das perdas dentro de uma empresa são ocasionadas pelos furtos – e não só os vindos de clientes: funcionários também podem ocasionar o problema: são os chamados furtos internos. Passo 2: Treine suas equipes No cenário de prevenção de perdas, uma equipe bem treinada vale ouro. Invista no acompanhamento e aperfeiçoamento de seus líderes para que eles estejam atentos a possíveis perdas, sabendo identificá-las e contê-las de modo constante e consistente. Passo 3: Use a tecnologia a seu favor Tecnologia é hoje a principal aliada do varejista na contenção de perdas e análise de resultados. Produtos específicos como Antenas e Etiquetas Antifurto, Cadeados Eletrônicos,Contadores de Fluxo e Circuitos Fechados de TV, entre outros, são fundamentais para qualquer tipo de negócio – desde os menores até os grandes varejistas. Passo 4: Deixe seu consumidor experimentar – mas com proteção Recursos como Cadeados Eletrônicos deixam seu consumidor à vontade para tocar e conhecer seus produtos, ao mesmo tempo que garantem a proteção necessária para que sua equipe de vendas foque em resultados em vez de focar em vigilância, por exemplo. A experimentação e o autosserviço são dois pilares importantíssimos no momento da venda: para se ter uma ideia, quando se retira um produto do confinamento e o coloca na mão do cliente, as vendas podem aumentar em até 30%!<br />
Passo 5: Priorize o tema e invista em processos e rotinas A prevenção de perdas precisa ser uma temática constante dentro de seu negócio. Ela tem de aparecer frequentemente em reuniões e treinamentos e ser considerada uma responsabilidade de todos que fazem parte da cadeia de abastecimento e vendas. Invista em processo e rotinas para detectar precocemente problemas de gestão de estoques e inventários e utilize dispositivos adequados para cada segmento.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.mausersecurity.com/2016/08/19/cinco-passos-para-diminuir-perdas-no-varejo/">Mauser</a></p>
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		<title>A EXPECTATIVA DO VAREJO COM AS MEDIDAS ECONÔMICAS DO NOVO GOVERNO</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Jun 2016 09:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Cartões]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
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					<description><![CDATA[A questão econômica brasileira, principalmente a experimentada nos últimos anos, com o aumento do desemprego, a retração do PIB, aumento da carga fiscal, da inflação e da taxa de juros permitiu que estes temas se transformassem em discussões acaloradas, seja no meio político, seja nos setores produtivos ou até mesmo no seio das famílias brasileiras. [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A questão econômica brasileira, principalmente a experimentada nos últimos anos, com o aumento do desemprego, a retração do PIB, aumento da carga fiscal, da inflação e da taxa de juros permitiu que estes temas se transformassem em discussões acaloradas, seja no meio político, seja nos setores produtivos ou até mesmo no seio das famílias brasileiras.</p>
<p>O fato é que com o novo governo, agora dirigido pelo presidente interino Michel Temer, a expectativa é que estes temas sejam enfrentados, em razão da declaração expressa contida na Carta “Uma Ponte Para o Futuro” que idealiza as principais estratégias econômicas adotadas pelo PMDB.</p>
<p>Um dos fatores que pode influenciar o varejo de forma positiva é a premente queda dos juros, em razão da expressa declaração no documento em que: “Juros tão altos diminuem nossa capacidade de crescer, afetam o nível dos investimentos produtivos e realizam uma perversa distribuição de renda”.</p>
<p>A questão dos juros influencia o setor varejista tanto no momento de abastecer os estoques, quanto no momento de efetuar a venda das mercadorias aos seus clientes. Nos últimos tempos, a demanda do varejo por crédito e a procura das famílias por bens de consumo vêm caindo.</p>
<p>Trata-se de efeito dominó, onde um fator prejudicial cai e leva os demais junto. Se há desemprego, as famílias tendem a gastar menos, as vendas do varejo diminuem e as indústrias tendem a ficarem ociosas, tornando a situação um círculo vicioso.</p>
<p>A sinalização da queda de juros, se implantada com responsabilidade, pode gerar um efeito benéfico, tornando mais atraentes novos empréstimos e financiamentos. Caso este cenário se instaure, um ânimo positivo pode ser gerado, voltando a aquecer as vendas no varejo, possibilitando a geração de riqueza e novos empregos.</p>
<p>Até onde o cenário está montado, sabe-se que são necessárias tomadas de medidas. E neste caminho, medidas consistentes que passem segurança podem voltar a fortalecer a confiança das famílias brasileiras e investidores, aumentar o emprego e gerar crescimento no setor varejista.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/a-expectativa-do-varejo-com-as-medidas-economicas-do-novo-governo/111329/">Administradores </a></p>
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		<title>MUDANDO O QUE IMPORTA: AS NOVIDADES DO MERCADO DE VAREJO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[codelapa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 May 2016 09:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Cartões]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado não será o mesmo até o final de 2016. Vivemos em um período de transição, onde algumas modificações parecem grandes revoluções, enquanto outras tendências chegam devagarinho, dando essa sensação de que não estão mudando nada de forma drástica, apenas uma coisinha ali e outra aqui. Algumas dessas novidades, contudo, têm um grande impacto [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado não será o mesmo até o final de 2016. Vivemos em um período de transição, onde algumas modificações parecem grandes revoluções, enquanto outras tendências chegam devagarinho, dando essa sensação de que não estão mudando nada de forma drástica, apenas uma coisinha ali e outra aqui. Algumas dessas novidades, contudo, têm um grande impacto inicial, e podem chegar ao seu negócio muito rápido. Existe uma frase famosa de Bill Gates que diz que “estamos sempre superestimando as mudanças que vão acontecer nos próximos 2 anos, e subestimando o que vai ocorrer nos próximos 10 anos”. É bom ter isso em mente: em grandes empresas, onde qualquer mudança é complicada e é feita de uma forma lenta e gradual, uma coisa que é certa é que você deveria começar a trabalhar nisso agora, para garantir que dentro de uma década a sua empresa estará alinhada com o mercado. Os desejos e necessidades dos shoppers, dos parceiros de negócios e dos proprietários está mudando. Para ser bem-sucedido, seu trabalho não terá que ser apenas rápido e barato, mas, sinto dizer, será também mais difícil e diferente.</p>
<p><strong>Um mundo menor e mais complexo </strong></p>
<p>A parte mais difícil é entender o mercado regional. Na maioria das empresas, o foco é apostar em Estados Unidos e Europa para gerarem lucro, já que o crescimento de países no BRIC é mais lento do que na América do Norte. Ou seja: focamos nosso “binóculo do crescimento” em mercados que tem rendas crescentes, shoppers mais jovens e que são menos impactados pelo preço do petróleo. Para encontrar crescimento em países do mundo todo, varejistas e fornecedores precisam ter estratégias de mercado mais inteligentes, melhor direcionadas e mais eficientes. Em 2016, muitas empresas estão revisitando suas estratégias de expansão de mercado, já que a maioria delas ainda está focada em um mundo muito mais simples do que esse em que vivemos hoje em dia. No quesito shoppers, a polarização continua sendo um dos principais temas. A renda, faixa etária, etnia e sofisticação tecnológica continuam sendo os quatro pilares de um mundo heterogêneo. Entender de forma mais detalhada a dinâmica desses shoppers vai ser cada vez mais importante para alcança-los em meio a telas tumultuadas, em ambientes urbanos acelerados e cheios de informação. Ter precisão vai ser uma competência crítica. Nesse sentido, a maioria dos grandes fornecedores vai iniciar processos para rigorosamente avaliar quanto dinheiro eles estão investindo para criar a demanda e para trazer mais foco e disciplina para seus modelos e estratégias globais. Já para os grandes varejistas globais, existem três grandes áreas que merecem atenção. 1.Investimento em eCommerce Esse é o mais óbvio, considerando a grande presença da tecnologia na jornada de compra. Os varejistas mais bem-sucedidos vão manter o interesse em investir nessa área, melhorando suas lojas virtuais. 2.Lojas menores Nossa previsão é que, globalmente, os formatos mais bem sucedidos serão os de lojas pequenas ou médias. 3.Foque no que é regional e expanda Os varejistas estão preocupados em fazer com que suas lojas tenham uma maior conexão com a região onde elas se encontram, especialmente se forem grandes lojas. Outra tendência é expandir sua “área de atuação”, incluindo serviços de alimentação, banco e saúde, por exemplo. Ter acesso a dados também vai ser cada vez mais importante para os negócios. Os grandes varejistas vão se tornar também as empresas com os melhores processos de análise, usando dados e modelando capacidades para transformar seus negócios.</p>
<p><strong> Lidando com as complexidades: adress, across, flatter</strong></p>
<p>Lidar com tantas variáveis e dados não é tarefa fácil. O segredo é lembrar de algumas estratégias que tendem a serem bem-sucedidas, segundo as análises da Kantar Retail. Alguns acrônimos podem te ajudar a lembrar delas com mais facilidade. Para lojas, direcione o sucesso. O acrônimo “ADRESS” reúne as principais estratégias, válidas tanto para lojas físicas quanto virtuais. Abasteça corretamente: Otimize o sortimento Distribua através de uma plataforma Descontos inteligentes Regionalize de forma apropriada eCommerce é essencial Sintetize e diminua, dê preferência a lojas menores Seja específico: direcione para públicos-alvo (*do inglês: Assorted optimally, Delivery platform, Discounted Intelligently, Regionally appropriate, eCommerce-enabled, Small, Specifically targeted and designed) Ao lidar com os shoppers, que é o consumidor que efetivamente faz a compra, alcance-os em diferentes plataformas. Para isso, é importante conseguir responder algumas perguntas básicas antes de iniciar uma ação com esse público: como queremos alcança-los? Para que queremos ter contato com ele? Por que queremos que ele se relacione conosco? Onde achamos que podemos alcança-lo? A palavra ACROSS** (através) pode ajudá-lo a se lembrar das principais estratégias que podem levar a boas respostas para essas perguntas: Audiência bem definida, bem ativada e bem medida Contexto no gerenciamento de categorias Redefina estratégias de categoria Organize e entenda a seleção da loja Sagacidade: seja estratégico Siga o shopper (** do inglês: Audience definition, activation and measurement; contextual category management; Redefined category strategies; Outlet selection understanding; Srtategic shopper insights; Shopper path to purchase) E na hora de planejar, dê preferência a planos mais superficiais e amplos. O acrônimo “FLATTER” (mais plano, em inglês), ajuda a lembrar dos principais pontos que devem ser analisadas, garantindo que você tenha conhecimento de mais variáveis e que alcance mais plataformas: Finanças fluem livremente Lição de casa: saiba mais para gerar maior impacto Aprenda com a Amazon/Alibaba Totalize as visualizações de mercado Totalize as visualizações de negócio eCommerce é essencial Reorganize as funções: alcance, ressonância, retorno.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.consumidormoderno.com.br/category/novarejo/" target="_blank" rel="nofollow noopener">Portal No Varejo</a></p>
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