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	<title>inovação &#8211; WayUp</title>
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	<title>inovação &#8211; WayUp</title>
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		<title>CAPITALISMO CONSCIENTE NA PRÁTICA. COMO CRIAR UM NEGÓCIO COM IMPACTO SOCIAL POSITIVO.</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jun 2017 08:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[De empreendedor para empreendedor, como aplicar os conceitos de Capitalismo Consciente em um negócio sustentável e lucrativo. Compartilho neste artigo o que tenho aprendido com a Urban Farmcy. &#160; Durante décadas e décadas, as palavras “capitalismo” e “consciência” nunca se deram lá muito bem. Na verdade, eram a antítese uma da outra: sempre tiveram significados [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h5>De empreendedor para empreendedor, como aplicar os conceitos de Capitalismo Consciente em um negócio sustentável e lucrativo. Compartilho neste artigo o que tenho aprendido com a <strong>Urban Farmcy.</strong></h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>Durante décadas e décadas, as palavras “capitalismo” e “consciência” nunca se deram lá muito bem. Na verdade, eram a antítese uma da outra: sempre tiveram significados contraditórios — o capitalismo associado à individualidade e ao consumo pelo acumulo, já a consciência associada à coletividade e ao propósito — tornava impossível vê-las juntas, somando forças por algo maior.</p>
<p>Mas felizmente esses tempos parecem ter ficado para trás. Hoje, as duas palavras estão se entendendo, dando origem à tese de “capitalismo consciente” ou nova economia, como também é chamado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>EM SÍNTESE, O CONCEITO DEFENDE QUE O CAPITALISMO PODE CONSTITUIR UMA FORÇA TANTO PARA FINS ECONÔMICOS QUANTO PARA O BEM SOCIOAMBIENTAL.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Claro que, na teoria, esse pensamento é maravilhoso; mas, e na prática? É viável aumentar o faturamento e, ao mesmo tempo, acrescentar algo de positivo à sociedade e ao meio ambiente? Minha experiência à frente da Urban Farmcy mostra que sim, e neste artigo vou explicar o porquê.</p>
<h4>“E”, e não “ou”</h4>
<p>Antes, quero registrar aqui o que entendo por capitalismo consciente. Trata-se de uma empresa/marca/iniciativa que nasce do propósito de criar valor a sociedade e ao meio ambiente. Desenvolve produtos e serviços legitimamente engajados, concebidos para construir valor quando consumidos e são naturalmente propagadores de uma filosofia de negócio positiva.</p>
<p>Ao meu ver, uma empresa que nasce do propósito de construir valor socioambiental é consideravelmente mais consistente e perene frente aos desafios estabelecidos pelo mercado.<br />
Atualmente e como visão de futuro, empreender empresas não engajadas significa fadar-se ao fracasso. Conceber, produzir, comercializar e comunicar produtos engajados é, também, uma questão estratégica. O conceito de “menos pior” (less bad), em que organizações produzem e comercializam produtos que não são “saudáveis para as pessoas e para o planeta, mas ainda assim realizam investimentos socioambientais em busca de compensação”, não são sustentáveis a longo prazo e não geram engajamento suficiente.</p>
<p>É importante salientar que não estou lamentando essa prática. Pelo contrário, reconheço qualquer iniciativa pró sociedade e meio ambiente, mas quando tais contrapartidas não constituem o propósito, a razão de existir de uma empresa, serão as primeiras a serem revogadas frente a crises econômicas ou necessidade de corte de gastos.</p>
<h4>Não poluir não basta</h4>
<p>Quando uma empresa nasce do princípio de construir valor a sociedade e ao planeta e cria um modelo de negócio economicamente viável, sustentável, com produtos, serviços e cultura empresarial coletiva, podemos considerá-la inserida na “nova economia”.</p>
<p>NÃO É “NÃO POLUIR”; MAS SIM PROMOVER A NATUREZA, PROMOVER ABUNDÂNCIA. NÃO BASTA TOMAR DECISÕES CORRETAS, MAS SIM COMPARTILHAR TAIS DECISÕES COM O TIME E OS GANHOS E ÔNUS DAS DECISÕES TOMADAS.</p>
<p>Não é apenas “gerar empregos”; é multiplicar essa capacidade, incentivar o intraempreendedorismo.<br />
Na economia colaborativa o acesso vale mais que a propriedade.</p>
<p>Não viveremos mais a era do sigilo de mercado, concorrências desleais e predatórias, mas sim compartilhamento de boas praticas, fornecedores, tecnologia, produtos e tudo que possa gerar maior engajamento e impacto positivo. Precisamos escalar, multiplicar uma nova forma de se relacionar com o consumo e com o planeta.</p>
<p>No fundo, não basta empreender; mas querer e atuar profundamente na construção de uma empresa engajada em melhorar a forma como vivemos. Que pense a longo prazo, de forma coletiva e integrada. Uma empresa com cultura orgânica.</p>
<h4>Como aplicar o capitalismo consciente na prática?</h4>
<p>Sei que esse discurso soa belo, virtuoso e perfumado. Mas todos sabemos que a rotina de um empreendedor é das mais árduas. Assim sendo, como promover um novo mundo e ser viável financeiramente?</p>
<p>Bem, tudo começa com a escolha do produto. Se o propósito estiver na concepção, no design do seu produto, ele naturalmente gerará engajamento. Se não for concebido dessa forma, tudo se torna mais caro e difícil.</p>
<p>Vejamos o caso da Urban Farmcy: a essência de cada produto que criamos é reduzir as distâncias existentes entre as pessoas, o alimento e o meio ambiente.<br />
Trabalhamos para oferecer alimentos que sejam ao mesmo tempo saborosos e altamente nutritivos. Queremos quebrar o paradigma existente onde o alimento altamente nutritivo não possa ser incrivelmente saboroso e ainda assim consciente. Estamos engajados na redefinição do futuro da alimentação. Nos deparamos com inúmeros prejuízos causados pelas escolhas erradas que fazemos quando nos alimentamos; doenças, poluição, desperdício, perdas. A total falta de consciência sobre o que comemos, de onde vem, para onde vai e quais impactos acarretam nos torna cúmplices do empobrecimento humano. Perseguimos reduzir as distâncias que os alimentos percorrem até chegar na mesa das pessoas.</p>
<h4>Impacto positivo como alicerce</h4>
<p>Foi a partir desse propósito que montamos o nosso modelo de negócio. Resolvemos trabalhar com pequenos produtores — mas com o pequeno produtor atuante, que quer se desenvolver, crescer e gerar empregos.</p>
<p>Também definimos que promoveríamos os produtos orgânicos (que ainda constituem 70% dos nossos insumos). Desenvolvemos, além disso, um modelo de incentivo à agricultura urbana, que pretende reduzir a distância que o vegetal percorre — mitigando, assim, impactos negativos, como perda de nutrientes, geração de gases tóxicos pelo transporte, desperdício e custo.<br />
PARA QUE SEU NEGÓCIO SEJA REALMENTE CONSCIENTE, VOCÊ PRECISA TER UM PRODUTO ESSENCIALMENTE POSITIVO, SOCIALMENTE E AMBIENTALMENTE ENGAJADO.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Cultura forte: a chave para uma gestão bem-sucedida</h4>
<p>Com um produto “positivo”, certamente será mais fácil conduzir o seu negócio. Principalmente no que diz respeito à cultura organizacional: no capitalismo consciente, é fundamental que ela seja tangível. Porque é o que vai determinar a entrega.</p>
<p>E é muito importante que você desenvolva a sua liderança. Pois sei que, no capitalismo consciente, as pessoas são ainda mais essenciais e devem ser alimentadas pela cultura que você promove e pratica no seu negócio. É fundamental, também, que você saiba dividir responsabilidades. Em vez de cargos, sua organização deve ter responsabilidades, trabalho em equipe no lugar de competição.</p>
<h4>The Purpose is the Boss</h4>
<p>Aqui, estamos falando do inverso da cultura top down, em que decisões seguem sempre a direção de cima para baixo. No entanto, é preciso que todos entendam de forma clara as responsabilidades, papéis e razão do que esta sendo entregue. Que possam compartilhar decisões e efetivamente empreender junto.</p>
<p><strong>Desenvolvendo lideranças para manter a coerência</strong></p>
<p>Por fim, muitos empreendedores reclamam da dificuldade de se escalar sem perder a “coerência”. De fato, essa é uma das questões mais difíceis de se sustentar na expansão de um negócio. Um tremendo dilema: “preciso crescer e buscar resultado, mas não posso abrir mão dos valores”<br />
A resposta que proponho (sempre levando em consideração minha experiência) é a seguinte: seguir desenvolvendo lideranças e sempre compartilhar o que for crítico para o negócio — desde decisões a resultados. Busque um modelo de remuneração mais flat e possibilite que os colaboradores se tornem sócios na expansão do negócio.</p>
<p>Você vai ver que, com tudo isso aliado ao propósito a sua empresa vai conseguir, sim, aproximar “capitalismo” e “consciência”. E todos nós só teremos a ganhar.</p>
<p>Vamos escalar esse novo modelo de consumo, um novo modelo de vida. Se relacionar de forma mais integrada com o meio ambiente e mais coletiva com as pessoas. Criar e desenvolver empresas engajadas, menos concentradas, onipotentes e arrogantes. Marcas que constroem valor para as pessoas, que eduquem e oportunizem o desenvolvimento da nação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="https://endeavor.org.br/capitalismo-consciente-na-pratica-como-criar-um-negocio-com-impacto-social-positivo/">Endeavor</a></p>
<p>Por Tobias Chanan &#8211; Fundador da Urban Farmcy</p>
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		<title>O QUE ESTÁ NO RADAR DOS VAREJISTAS.</title>
		<link>https://www.wayupbrasil.com/blog/o-que-esta-no-radar-dos-varejistas/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Mar 2017 08:42:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os varejistas já compraram a ideia do omnichannel e sabem que isso é o futuro do varejo. Por Fernando Gambôa * em Computerworld A transformação digital no varejo nasceu como uma ideia inovadora e pouco a pouco tem se tornado uma realidade. É um caminho fundamental para as empresas se manterem competitivas e rentáveis no [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Os varejistas já compraram a ideia do omnichannel e sabem que isso é o futuro do varejo.</h3>
<p>Por Fernando Gambôa * em Computerworld</p>
<p style="text-align: justify;">A transformação digital no varejo nasceu como uma ideia inovadora e pouco a pouco tem se tornado uma realidade. É um caminho fundamental para as empresas se manterem competitivas e rentáveis no futuro. E deve ser um assunto obrigatório na agenda dos varejistas neste ano.</p>
<p style="text-align: justify;">O principal expoente da transformação é a integração completa dos canais, o chamado omnichannel, que veio para unificar o varejo físico com o varejo digital.</p>
<p style="text-align: justify;">Os varejistas já compraram a ideia do omnichannel e sabem que isso é o futuro do varejo, por romper a fronteira entre o mundo físico e o digital. Entretanto, cada empresa brasileira hoje se encontra em um estágio diferente de maturidade frente a este conceito. Algumas estão mais avançadas, com a cultura do mobile bem incorporada a sua rotina comercial. Outras ainda tentam definir sua estratégia digital.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro conceito é o varejo sem fronteiras, que já nasceu hiperconectado. Pode-se comprar qualquer coisa em qualquer lugar, sendo fundamentalmente suportado por dispositivos mobile. Um dos exemplos mais recentes deste tipo de varejo inovador e ultraconectado, com o mobile como sua principal ferramenta viabilizador, é a loja conceito Amazon Go, sem filas nem caixas (check out).</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as tecnologias disruptivas que devem despertar atenção dos empresários do setor de varejo temos:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1) Smart Place</strong> – Loja inteligente que combina aroma, música e iluminação para causar a melhor impressão e experiência de compra ao consumidor. Além disso, a loja é conectada aos consumidores, oferece promoções e novidades utilizando tecnologia de proximidade e dispositivos mobile.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2) Internet das Coisas</strong> – Os dispositivos IoT são fundamentais para viabilizar a “loja inteligente”, além de permitir a conectividade do consumidor com a loja e a coleta de informações sobre o trajeto percorrido, tempo gasto em cada sessão ou mesmo espaço (gondola ou prateleira).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3) Analytics/big data</strong> – Fundamental para conseguir armazenar os dados coletados pelos dispositivos IoT, além de permitir análises e simulações que embasam a tomada de decisão.</p>
<p style="text-align: justify;">A combinação desses três pontos deve fazer parte da agenda dos empresários preocupados com inovação e tecnologias disruptivas, nem que seja para montar uma loja conceito. Entre os principais desafios para 2017, em se confirmando as previsões pouco otimistas de que a economia brasileira ainda andará em marcha lenta, seguramente os varejistas seguirão atacando duas frentes:</p>
<p style="text-align: justify;">1. <strong>Da porta para dentro</strong>, com foco total em controle de custos, busca de eficiência operacional e melhorias dos seus processos, como a eliminação de gargalos tradicionais na logística de entrega.</p>
<p style="text-align: justify;">2.<strong> Da porta para fora</strong>, com foco totalmente comercial, sempre orientado a vender mais com uma experiência de compra agradável. Aqui tudo o que ajude a vender mais ajuda, seja tecnologia mobile, analytics ou promoções personalizadas.</p>
<p style="text-align: justify;">A combinação das ações nestas duas frente é essencial para o varejo sustentável, que protege suas margens e está preparado para expandir quando o mercado der os primeiros sinais de aquecimento e retomada do consumo.</p>
<p style="text-align: justify;">*Fernando Gambôa é diretor sênior do gA (grupo ASSA).</p>
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		<title>5 TENDÊNCIAS DE TECNOLOGIA PARA O VAREJO QUE APARECERAM NA &#8220;BIG SHOW&#8221;.</title>
		<link>https://www.wayupbrasil.com/blog/5-tendencias-de-tecnologia-para-o-varejo-que-apareceram-na-big-show/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2017 08:00:09 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Novidades]]></category>
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					<description><![CDATA[Varejistas lidam com concorrência online. Na Big Show  deste ano, recentemente concluída, o maior evento de comércio varejista do mundo organizado pelo grupo de comércio National Retail Federation, mais de 35.000 participantes &#8211; incluindo os principais varejistas de todo o mundo &#8211; se reuniram no Javits Center no início da semana para discutir  as atuais tendências [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">Varejistas lidam com concorrência online.</h2>
<p style="text-align: justify;">Na Big Show  deste ano, recentemente concluída, o maior evento de comércio varejista do mundo organizado pelo grupo de comércio National Retail Federation, mais de 35.000 participantes &#8211; incluindo os principais varejistas de todo o mundo &#8211; se reuniram no Javits Center no início da semana para discutir  as atuais tendências e explorar como a tecnologia poderia ajudar os varejistas a atrair compradores e gerar mais lucro.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitos executivos de alta tecnologia da Intel para a IBM tomaram o centro do palco, uma vez que o Big Data e Analytics  e outras tecnologias cada vez mais se tornam uma parte fundamental da estratégia de sobrevivência e sucesso dos varejistas. O CEO da Intel, Brian Krzanich, disse que o gigante da tecnologia planeja gastar US $ 100 milhões nos próximos cinco anos em iniciativas relacionadas ao varejo.</p>
<p style="text-align: justify;">Os varejistas lidavam com tópicos de tecnologia enquanto comentavam sobre a luta para competir contra a Amazon. Cada semana chegam mais notícias sobre uma amplo número de lojas de departamentos, vestuário e outros varejistas sangrando vendas e fechando lojas. Os consumidores ainda preferem comprar em varejistas com uma presença on-line e física, enquanto muitas cadeias de lojas físicas contam com iniciativas como uma estratégia mais inteligente para ajudá-los a vencer os varejistas online e trazer tráfego para as lojas.</p>
<p style="text-align: justify;">Aqui estão os principais achados da Big Show, resumidos em cinco principais tendências tecnológicas a serem observadas.</p>
<h3 style="text-align: justify;">No. 1: Aprendizagem mecânica e inteligência artificial</h3>
<p style="text-align: justify;">A tendência de usar computadores para aprender sobre o comportamento e padrão do consumidor e ajustar o marketing do produto e estratégia de desconto em conformidade, continuará a dominar as conversas, especialmente após o sucesso do assistente de voz digital da Amazon e do Alexa-powered Echo.</p>
<p style="text-align: justify;">A Staples, gigante de material de escritório, por exemplo, está dando ao seu tradicional “Easy Button” um novo aperfeiçoamento tecnológico. A empresa está usando o serviço da IBM,  Watson Conversation, para permitir que pequenos e médios clientes de varejo façam perguntas como &#8220;Qual é a senha do Wi-Fi do meu escritório?&#8221; E para encomendar mercadorias e acompanhar as remessas.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Estamos em modo de coleta de dados&#8221;, disse Faisal Masud, chefe de tecnologia da Staples, em entrevista. &#8220;Nós estamos aprendendo sobre nossos clientes. É um processo de descoberta para nós. Isto nos dá uma visão sobre nossos clientes. Nós não saberíamos o que mais aconteceria se fossem apenas pedidos de clientes em nosso site&#8221;.</p>
<h3 style="text-align: justify;">N º 2: Robôs estão chegando e esperem que eles estejam tanto na frente da loja e no depósito.</h3>
<p style="text-align: justify;">Os robôs, sejam da  Softbank, que geram buzz, para a Pepper em  um stand de aparência indescritível, serão usados tanto como meio para aumentar tráfego da loja como também como ferramentas para ajudar a assumir algumas tarefas domésticas. Por exemplo, espere ver robôs andando em corredores de loja para verificar o nível de estoque. Robôs também foram desenvolvidos para embalar as peças, digamos, numa caixa de produtos pessoais de um  serviço de assinatura,  o que era feito anteriormente por seres humanos.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A robótica está aqui&#8221;, disse Steve Carlin, vice-presidente e gerente geral da SoftBank Robotics America. Os varejistas estão nos dizendo que &#8220;estamos tendo dificuldade em contar a história da nossa marca. Como você pode nos ajudar a contar essa história para que os consumidores não vão para outro lugar?&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">A Softbank está introduzindo  o robô humanoide  Pepper para varejistas nos EUA, agora que teve sua estreia nos na Califórnia, em novembro. Carlin argumentou que a forma de Pepper é um fator que  faz a diferença. &#8220;Não é uma tela plana que é estática&#8221;, disse ela. &#8220;Se você tem Echo ou Google Home, você vai esquecer que está lá. Não temos escassez de pessoas interessadas na  Pepper.&#8221;</p>
<h3 style="text-align: justify;">N.º 3: RFID</h3>
<p style="text-align: justify;">A RFID (Identificação por Radio Frequência), que tradicionalmente tem sido usado como uma ferramenta para ajudar os varejistas a combater o roubo e perda, está recebendo um foco diferente, especialmente ao tempo que o custo  do tag diminui. A Levi&#8217;s, por exemplo, está trabalhando com a Intel para usar tags RFID e sensores para ajudá-lo a rastrear o inventário da loja em tempo real.</p>
<p style="text-align: justify;">“ A visão do inventário em loja  é um velho problema para o varejo&#8221;, disse Carrie Ask, vice-presidente executivo da Levi e presidente do varejo global. &#8221; Fora de estoque&#8221; e &#8221; não pude encontrar meus itens &#8220;são as duas maiores barreiras de compra.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Ask disse que esse temas são mesmo os mais urgentes para os atuais varejistas de lojas físicas, especialmente porque enquanto o tráfego da loja possa estar baixo, aqueles consumidores que visitam lojas têm realmente uma maior intenção de compra.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O inventário é a causa principal dos compradores irem menos às lojas&#8221;, disse Joe Jensen, vice-presidente do Grupo  Internet das Coisas da Intel e gerente geral da unidade de soluções de varejo.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Nº 4: Chatbots</h3>
<p style="text-align: justify;">Como parte da tendência de um guarda-chuva mais amplo sob a análise e inteligência artificial da Big Data , os varejistas usarão cada vez mais chatbots para testar ou recomendar produtos, ou para atender às necessidades de atendimento ao cliente. Por exemplo, a 1800-Flowers apresentou um assistente de presentes que usa processamento de linguagem natural para aprender conversa e dar dicas a clientes como a compra de rosas ou tulipas. A designer de moda Rebecca Minkoff está usando um serviço de chatbot para testar novos produtos.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Nº 5: Customização e personalização</h3>
<p style="text-align: justify;">Na esteira do sucesso da personalização do Converse oferecido pela  Nike,  muitas outras empresas também entraram no comboio da personalização e viram o sucesso. “ Customização é o futuro” disse Jodi Foz, co- fundador e Diretor de Criação da Shoes of Prey, que permite que seus clientes criem sapatos escolhendo altura do salto, a cor e largura. “Temos aí um movimento”.</p>
<p style="text-align: justify;">Em outro exemplo, a Xerox marcou presença na feira ao promover sua impressora inkjet “direto-ao-objeto”, que pode fazer design customizado e, diz ele, imprimir um nome numa garrafa em apenas um minuto. “nós vemos um enorme mercado no segmento de varejo (para a impressora jet),! Disse John Mangieri, um especialista em soluçoes customizadas da Xerox. “ é sobre personalização, customização e gratificação imediata.”</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Andria Cheng</p>
<p style="text-align: justify;">https://www.emarketer.com/Article/Five-Retail-Tech-Trends-that-Emerged-Big-Show/1015074?ecid=NL1014</p>
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		<item>
		<title>30 COMPORTAMENTOS QUE IRÃO TORNÁ-LO IMPARÁVEL.</title>
		<link>https://www.wayupbrasil.com/blog/30-comportamentos-que-irao-torna-lo-imparavel/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2017 08:13:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança]]></category>
		<category><![CDATA[Motivação]]></category>
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					<description><![CDATA[Muitas pessoas são boas no que fazem. Alguns são mesmo elite. Alguns poucos são completamente imparáveis. Aqueles que são imparáveis estão em seu próprio mundo. Eles não competem com ninguém, mas com eles mesmos. Você nunca sabe o que eles vão fazer &#8211; só que você será forçado a responder. Mesmo que eles não compitam [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Muitas pessoas são boas no que fazem. Alguns são mesmo elite. Alguns poucos são completamente imparáveis.</h3>
<p>Aqueles que são imparáveis estão em seu próprio mundo. Eles não competem com ninguém, mas com eles mesmos. Você nunca sabe o que eles vão fazer &#8211; só que você será forçado a responder. Mesmo que eles não compitam com você, eles fazem você competir com eles.</p>
<p>Você é imparável? No final deste blog você será.</p>
<p>Vamos começar:</p>
<p><strong>1) Não pense &#8211; saiba e aja.</strong></p>
<p>Não pense. &#8220;<em>Você já sabe o que tem que fazer e sabe como fazê-lo. O que está te impedindo?</em> &#8220;- Tim Grover</p>
<p>Em vez de analisar e pensar, aja. Sintonizado com seus sentidos, e com total confiança em si mesmo, faça o que instintivamente você sente que deveria fazer.  Como Oprah disse, <em>&#8220;Toda decisão certa que eu já tomei veio de meu intestino. Cada decisão errada que eu tomei  foi o resultado de eu não ouvir a voz maior de mim mesma. &#8220;</em></p>
<p>No momento em que você começa a pensar, você já perdeu. Pensar rapidamente puxa você para fora da zona de conforto.</p>
<p><strong>2) Esteja sempre preparado para que você tenha a liberdade de agir instintivamente.</strong></p>
<p><em>&#8220;Assim como o símbolo yin-yang possui um núcleo de luz no escuro e de escuridão na luz, saltos criativos são fundamentados em uma base técnica.&#8221;</em> &#8211; Josh Waitzkin</p>
<p>Torne-se um mestre de seu ofício. Enquanto todo mundo está relaxando, você está praticando e aperfeiçoando. Aprenda as regras do hemisfério esquerdo do cérebro para que seu hemisfério direito possa ter liberdade ilimitada para quebrar as regras e criar.</p>
<p>Com a consciência aumentada, o tempo vai abrandar para você. Você verá as coisas em vários quadros mais do que outros. Enquanto eles estão tentando reagir à situação, você será capaz de manipular e ajustar a situação ao seu gosto.</p>
<p><strong>3) Não seja motivado pelo dinheiro ou qualquer coisa externa.</strong></p>
<p>Ter coisas agradáveis, bem, é agradável. Mas para você, nunca foi sobre o dinheiro, prestígio ou qualquer outra coisa fora de você. Tire essas coisas e nada muda para você. Você ainda vai estar empurrando seus limites pessoais e dando-lhe o seu tudo. Dê essas coisas a você e elas não vão destruí-lo como fazem com a maioria das pessoas.</p>
<p><strong>4) Nunca fique satisfeito.</strong></p>
<p><em>&#8220;A motivação para fechar o fosso entre quase perfeito e perfeito é a diferença entre grande e imparável.&#8221;</em> &#8211; Tim Grover</p>
<p>Mesmo depois de atingir um objetivo, você não está satisfeito. Para você, não é nem mesmo sobre o objetivo. É sobre a subida para ver o quão longe você pode ir.</p>
<p>Isso o torna ingrato? Absolutamente não. Você é inteiramente humilde e grato por tudo em sua vida. É por isso que você nunca vai ficar complacente ou preguiçoso.</p>
<p>Para citar Jim Rohn,<em> &#8220;A maneira de aproveitar melhor a vida é encerrar um objetivo e começar bem no próximo. Não demore muito na mesa do sucesso, a única maneira de desfrutar de outra refeição é ficar com fome. &#8220;</em></p>
<p><strong>5) Esteja sempre no controle.</strong></p>
<p>Ao contrário da maioria das pessoas, que são dependentes de substâncias ou outros fatores externos, você está no controle do que você coloca em seu corpo, como você gasta seu tempo e quanto tempo você ficar na zona de conforto.</p>
<p>Aja baseado no instinto, não no impulso. Só porque você poderia, não significa que você faz. E quando você faz, é porque você quer, não porque você tem que.</p>
<p><strong>6) Seja sincero consigo mesmo.</strong></p>
<p>Embora 70 por cento dos funcionários dos EUA odeiem seus empregos e apenas um em cada três americanos relatam ser felizes, pessoas implacáveis e imparáveis expurgam de sua vida tudo que odeiam.</p>
<p>Tenha auto-respeito e confiança para viver a vida nos seus próprios termos. Quando algo não está certo em sua vida, mude-o. Imediatamente.</p>
<p><strong>7) Nunca alivie a pressão.</strong></p>
<p><em>&#8220;A pressão pode estourar canos, mas também pode fazer diamantes.&#8221;</em> &#8211; Robert Horry</p>
<p>A maioria das pessoas pode lidar com a pressão em pequenas doses. Mas quando deixadas com seus próprios recursos, elas aliviam a pressão e relaxam.</p>
<p>Você não. Você nunca tira a pressão de si mesmo. Em vez disso, você continuamente aumenta a pressão. É o que mantém você alerta e ativo.</p>
<p><strong>8) Não tenha medo das consequências do fracasso.</strong></p>
<p>A maioria das pessoas fica perto do chão, onde é seguro. Se caírem, não vai doer tanto. Mas, quando você decide voar alto, a queda pode matá-lo. E você fica bem com isso. Para você, não há teto e não há andar. Está tudo na sua cabeça. Se algo der errado &#8211; se você &#8220;falhar&#8221; &#8211; você ajusta e continua.</p>
<p><strong>9) Não compita com os outros. Faça-os competir com você.</strong></p>
<p>A maioria das pessoas está competindo com outras pessoas. Elas continuamente verificam o que outros  estão fazendo em seus espaços (sua &#8220;concorrência&#8221;). Como resultado, eles imitam e copiam o que está &#8220;funcionando&#8221;.</p>
<p>Por outro lado, você deixou toda a concorrência para trás. Competir com os outros não faz absolutamente  nenhum sentido para você. Isso tira você de sua zona de conforto autêntica. Então você exclui todo o ruído externo e, em vez disso, utiliza a sua pressão interna para produzir.</p>
<p><strong>10) Nunca pare de aprender.</strong></p>
<p>Pessoas comuns procuram entretenimento. Pessoas extraordinárias buscam educação e aprendizado. Quando você quer se tornar o melhor no que faz, nunca para de aprender. Você nunca para de melhorar e aperfeiçoar suas habilidades e conhecimentos.</p>
<p>Sua preparação incomparável é o que lhe dá poder. Ninguém mais está disposto a pagar o preço que você pagou.</p>
<p><strong>11) O sucesso não é suficiente – ele só aumenta a pressão.</strong></p>
<p>Para a maioria das pessoas, tornar-se &#8220;bem sucedido&#8221; é suficiente. No entanto, quando você é implacável, o sucesso só aumenta a pressão para fazer mais. Imediatamente após a realização de um objetivo, você está focado em seu próximo desafio.</p>
<p><strong>12) Não se deixe esmagar pelo sucesso.</strong></p>
<p><em>&#8220;O sucesso pode se tornar um catalisador para o fracasso.&#8221;</em> &#8211; Greg McKeown</p>
<p>A maioria das pessoas não consegue lidar com sucesso, autoridade ou privilégio. Isto os destrói. Isso os torna preguiçosos. Quando conseguem o que querem, param de fazer as mesmas coisas que as levaram até lá. O ruído externo se torna muito intenso.</p>
<p>Mas para você, nenhum ruído externo pode empurrar mais do que sua própria pressão interna. Não é sobre essa conquista, mas sobre a próxima, e a próxima. Não há destino. Só quando tiver terminado.</p>
<p><strong>13) Assuma completamente quando você fizer besteira.</strong></p>
<p><em>&#8220;Implementar o sentimento de posse  extremo requer verificar seu ego e operar com um alto grau de humildade. Admitir erros, assumir e desenvolver um plano para superar desafios são parte integrante de qualquer equipe de sucesso. &#8220;</em>&#8211; Jocko Willink</p>
<p>Nenhuma culpa. Nenhuma decepção ou ilusão. Apenas a dura e fria verdade. Quando você faz bagunça, você assume. E como o líder, você assume quando sua equipe falha. Só com senso de propriedade extrema você pode ter total liberdade e controle.</p>
<p><strong>14) Deixe seu trabalho falar por si mesmo.</strong></p>
<p><em>&#8220;Bem feito, é bem dito.&#8221;</em> &#8211; Anthony Liccione</p>
<p>O recente livro de Cal Newport, Deep Work, distingue o &#8220;trabalho profundo&#8221; do &#8220;trabalho superficial&#8221;. Aqui está a diferença:</p>
<p>O trabalho profundo é:</p>
<ul>
<li>Raro</li>
<li>Alto valor</li>
<li>E não replicável (ou seja, não é fácil de copiar / terceirizar)</li>
</ul>
<p>Trabalho raso é:</p>
<ul>
<li>Comum</li>
<li>Bixo valor</li>
<li>Replicável (ou seja, qualquer pessoa pode fazê-lo)</li>
</ul>
<p>Falar é superficial. Qualquer um pode fazê-lo. É facilmente replicado. É de baixo valor. Inversamente, o trabalho profundo é raro. É feito por pessoas que estão focadas e trabalhando enquanto todo mundo está falando. Trabalho profundo é tão bom que não pode ser ignorado.</p>
<p><strong>15) Sempre trabalhe sua força mental.</strong></p>
<p><em>&#8220;Resiliência mental é sem dúvida o traço mais crítico de um performer de classe mundial, e deve ser nutrido continuamente. Limitados aos meus próprios recursos, estou sempre procurando maneiras de me tornar cada vez mais psicologicamente inexpugnável. Quando desconfortável, meu instinto não é evitar o desconforto, mas ficar em paz com ele. Meu instinto é sempre buscar os desafios ao invés de evitá-los.</em> &#8220;- Josh Waitzkin</p>
<p>Quanto melhor você ficar sob pressão, você irá mais longe do que qualquer outra pessoa. Porque eles vão desmoronar sob pressão.</p>
<p>O melhor treinamento que você nunca vai fazer é o treinamento mental. Onde quer que sua mente vá, seu corpo segue. Onde quer que seus pensamentos vão, sua vida segue.</p>
<p><strong>16) Confiança é o seu maior trunfo.</strong></p>
<p>Você já ouviu isso antes: Correr uma maratona é muito mais mental do que físico. A capacidade de uma pessoa executar uma maratona &#8211; ou fazer qualquer coisa difícil &#8211; é mais um reflexo do seu nível de confiança do que a sua capacidade real.</p>
<p>Sua confiança determina:</p>
<ul>
<li>O tamanho dos desafios / objetivos que você empreende</li>
<li>A probabilidade de que você alcance esses objetivos</li>
<li>Como você se recupera dos fracassos</li>
</ul>
<p>Se você não está confiante, você nunca vai colocar-se em primeiro lugar. Quando você está confiante, você não se importa quantas vezes você falhar, você vai ter sucesso. E não importa o quão acumuladas as probabilidades parecem estar contra você.</p>
<p><strong>17) Cerque-se de pessoas que lembrem você do futuro, não do passado.</strong></p>
<p>Quando você se cercar de pessoas que lembram seu passado, você terá dificuldade em progredir. É por isso que ficamos presos em determinados papéis, dos quais não podemos nos libertar (por exemplo, o garoto gordo ou menina tímida).</p>
<p>Cercar-se de pessoas como as quais você quer ser, permite-lhe uma nova visão. Você não está mais definido por seu passado, apenas pelo futuro que está criando.</p>
<p>De acordo com &#8220;o Efeito Pigmaleão&#8221;, as expectativas daqueles ao seu redor em grande medida determinam o quão bem você se sairá.</p>
<p><strong>18) Deixe as coisas para trás, mas nunca se esqueça.</strong></p>
<p>A ciência é clara: o perdão melhora não só a sua saúde emocional, mas também a sua saúde física.</p>
<p>Ser imparável não requer carregar bagagem mental ou emocional desnecessária. Consequentemente, você precisará imediatamente e completamente perdoar qualquer um que o tenha ferido. No entanto, o perdão não significa que você se esqueceu.  E isso não significa que você tenha que fazer novos negócios com aqueles que o prejudicaram.</p>
<p><strong>19) Tenha objetivos claros.</strong></p>
<p><em>&#8220;Embora a fixação nos resultados seja certamente insalubre, os objetivos de curto prazo podem ser ferramentas de desenvolvimento úteis se forem equilibrados dentro de uma filosofia de longo prazo&#8221;</em>. &#8211; Josh Waitzkin</p>
<p>De acordo com muitas pesquisas da psicologia, os objetivos mais motivadores são definidos claramente e possuem tempo-limitado.</p>
<p>Seus objetivos podem ser centrados em seus comportamentos (por exemplo, eu vou escrever 500 palavras por dia) ou sobre os resultados que você está procurando (por exemplo, vou ser publicado no The New York Times até 1º de junho, 2016).</p>
<p>Para a maioria das pessoas, os objetivos voltados para o comportamento são a melhor e mais motivadora opção. Mas, quando você anseia tanto pelos resultados que o trabalho é irrelevante, seu objetivo deve ser direcionado diretamente para os resultados que você deseja. No entanto, objetivos focados em resultados são melhores quando forem de  curto prazo e fundamentados em sua visão de longo prazo e filosofia. Quando o seu porquê for forte o suficiente, o como irá cuidar de si mesmo.</p>
<p><strong>20) Responda imediatamente, em vez de analisar ou parar</strong>.</p>
<p><em>&#8220;Aquele que hesita está perdido.&#8221;</em> &#8211; Cato</p>
<p>A antecipação de um evento é sempre mais extrema do que o próprio evento &#8211; tanto para eventos positivos ou negativos.</p>
<p>Apenas faça isso. Treine-se para responder imediatamente quando você sente que você deve fazer algo. Pare de se questionar. Não analise. Não questione se veio de Deus ou de si mesmo. Apenas aja.</p>
<p>Você vai descobrir o que fazer depois de ter tomado providências. Até você agir, tudo será hipotético. Mas uma vez que você age, torna-se prático.</p>
<p><strong>21) Escolha simplicidade ao invés da complicação.</strong></p>
<p><em>&#8220;Se você não pode explicar simplesmente, você não entende o suficiente.&#8221;</em> &#8211; Albert Einstein</p>
<p>É fácil ser complicado. A maioria dos jargões da pesquisa, da academia e do negócio são demasiadamente complicados.</p>
<p>Ir ao cerne e alcançar a verdade é difícil, porque é simples.  Como Leonardo da Vinci disse: <em>&#8220;A simplicidade é a sofisticação final.&#8221;</em></p>
<p>Pouquíssimas pessoas vão te dizer a verdade. Quando você lhes faz uma pergunta, fica muito complicado. &#8220;Há tantas variáveis&#8221; ou &#8220;Depende&#8221;, dizem eles.</p>
<p>T.S. Eliot disse melhor: &#8220;Onde está a sabedoria que perdemos no conhecimento? Onde está o conhecimento que perdemos em informações? &#8221;</p>
<p>A sabedoria é atemporal e simples. Aprenda a  sabedoria e escolha-a.</p>
<p><strong>22) Nunca seja ciumento ou invejoso das realizações alheias.</strong></p>
<p>Ser imparável significa que você realmente quer o que é melhor para todos &#8211; mesmo aqueles que você consideraria seus concorrentes. O ciúme e a inveja são o ego &#8211; que opera por medo.</p>
<p>A razão por  você estar feliz com o sucesso de outras pessoas é porque o sucesso deles não tem nada a ver com você.</p>
<p>Você está no controle de você. E você é diferente de qualquer outra pessoa. Não há ninguém que possa fazer exatamente o que você pode fazer. Você tem sua própria superpotência com sua própria habilidade única de contribuir. E isso é o que você vai fazer.</p>
<p><strong>23) Tire a foto, sempre.</strong></p>
<p><em>&#8220;Se eu falhar mais do que você, eu vencerei.&#8221;</em> &#8211; Seth Godin</p>
<p>Você erra de cada tentativa que você não toma. E a maioria das pessoas não quer errar. O medo da falha os paralisa.</p>
<p>A única maneira para você se tornar imparável é você parar de pensar nisso. Apenas pegue a oportunidade. Não o faça somente quando for conveniente ou quando você se sentir pronto. Basta ir e fazer os ajustes que você precisa depois do fato.</p>
<p><strong>24) Não fique preso nos resultados de seu sucesso. Mantenha-se sempre focado no que lhe deu esses resultados: o trabalho.</strong></p>
<p>Quando você começar a fazer coisas notáveis, existem benefícios que podem se tornar distrações. Pode ficar fácil de &#8220;aproveitar a onda&#8221; de seu trabalho anterior. Continue praticando. Aperfeiçoe seu ofício. Nunca esqueça o que o trouxe aqui.</p>
<p><strong>25) Pense e aja 10X.</strong></p>
<p><em>&#8220;Quando 10X é sua régua de medição, você imediatamente vê como você pode ignorar o que todo mundo está fazendo.&#8221;</em> &#8211; Dan Sullivan</p>
<p>A maioria das pessoas &#8211; mesmo aqueles que você considera ser &#8220;classe mundial&#8221; &#8211; não estão operando em 10X. Na verdade, você poderia superar qualquer um se você radicalmente ampliasse seu pensamento e sistema de crença.</p>
<p>Buscar 10X muda tudo. Como dizia Dan Sullivan, &#8220;o pensamento 10X automaticamente leva você&#8221; fora da caixa &#8220;de seus obstáculos e limitações atuais.&#8221; Isso o retira dos problemas com os quais a maioria das pessoas está lidando e abre um campo de possibilidades inteiramente novo.</p>
<p>Quando você leva seu objetivo de ganhar US $ 100.000 este ano e alterá-lo para US $ 1.000.000, você é forçado a operar em um nível diferente. A abordagem lógica e tradicional não funciona com o 10X. Como Shane Snow, autor de Smartcuts: How Hackers, Innovators e Icons Acelerar o Sucesso, disse: &#8220;10x progresso é construído sobre bravura e criatividade como alternativa. Trabalhando de forma mais inteligente. &#8221;</p>
<p>A pergunta é: você está disposto a ir até lá? Não apenas entreter o pensamento por um segundo ou dois e, em seguida, voltar ao pensamento comum. Não. Você está disposto a sentar com pensamento 10X? Você está disposto a questionar seus próprios processos de pensamento e abrir-se a acreditar em um conjunto inteiramente diferente de possibilidades?</p>
<p>Você poderia convencer-se a acreditar em seu potencial 10X? Você está disposto a realizar metas que parecem loucura, para você e todos os outros? Você está disposto a dar o salto mental, confiando &#8220;o universo conspirará para que isso aconteça&#8221;?</p>
<p><strong>26) Estabeleça metas que excedem em muito as suas capacidades atuais.</strong></p>
<p><em>&#8220;Você precisa apontar para além do que você é capaz. Você precisa desenvolver um desprezo completo para onde suas habilidades terminam. Se você acha que é incapaz de trabalhar para a melhor empresa em sua esfera, faça disso o seu objetivo. Se você pensa ser incapaz de ser a capa da Revista Time, faça que a sua empresa esteja lá. Faça da visão de onde você quer chegar, a sua realidade. Nada é impossível. ”</em> – Paul Arden</p>
<p>Se seus objetivos têm lógica, eles não o farão buscar a sorte. Ser imparável significa que seus objetivos o desafiam a ser mais do que você  é atualmente.</p>
<p><strong>27) Arrume tempo para recuperação e rejuvenescimento.</strong></p>
<p><em>“ Onde quer que você esteja, tenha certeza de estar lá.”</em> – Dan Sullivan.</p>
<p>Quando você se concentra em resultados, em vez de estar ocupado, você  está 100% por cento,  estando  ou não  trabalhando. Isto não somente lhe permite estar presente no momento, mas lhe permite ter tempo para descanso e recuperação.</p>
<p>Sua habilidade de trabalhar em alto nível é como a ginástica. Se você nunca fizer um descanso entre as séries, você não terá capacidade de construir força, estamina e resistência. Entretanto, nem todo “descanso&#8221; produz recuperação. Algumas coisas são mais calmantes do que outras.</p>
<p>Recuperar-se de trabalho,  para mim, consiste em escrever meu diário, ouvir música, passar tempo com minha esposa e filhos. Essas coisas me revigoram. Fazem meu trabalho possível e também significativo.</p>
<p><strong>28) Começe antes de estar pronto.</strong></p>
<p><em>“ A melhor época para plantar uma árvore foi há 20 anos antes. A segunda melhor época é agora.”</em> – Porvérbio Chinês</p>
<p>A maioria das pessoas espera. Elas acreditam que podem começar  depois de terem tempo, dinheiro, conexões e credenciais  suficientes. Elas esperam até se sentirem “seguras”. Não as pessoas que são imparáveis.</p>
<p>Os imparáveis começaram o ano passado. Elas começaram até mesmo 5 anos antes de saber o que estavam fazendo. Elas começaram antes de ter todas as respostas. Elas começaram quando ninguém acreditava nelas. A única permissão que necessitavam era da voz interior induzindo-as a moverem-se para frente. E elas moveram-se.</p>
<p><strong>29) Se você necessita de permissão, você provavelmente não deveria fazer isso.</strong></p>
<p>Um dos meus mentores é um investidor imobiliário de grande sucesso.  Durante a sua carreira ele teve centenas de pessoas perguntando-lhe se elas deveriam “entrar no ramo imobiliário. “</p>
<p>Ele diz a todos eles a mesma coisa: você não deve fazer isso.  De fato, ele realmente tenta dissuadi-las. E na maior parte das vezes ele tem sucesso.</p>
<p>Por que ele faz isso? “ Aqueles que terão sucesso  o farão, não importa o que eu disser,” ele me disse.</p>
<p>Eu conheço tantas pessoas que perseguem qualquer coisa que funcione para outras pessoas. Elas nunca verdadeiramente decidem o que elas querem fazer e acabam pulando de uma coisa para outra – tentando achar ouro rapidamente. E, repetidamente, elas param de escavar a poucos metros do ouro, depois renunciando ao lugar estéril.</p>
<p>Ninguém nunca irá lhe dar permissão para viver os seus sonhos.</p>
<p><strong>30) Não abra exceções.</strong></p>
<p>Zig Zoglar costumava contar uma estória sobre ter ido viajar um dia e não ir para a cama antes das 4 horas da madrugada. Uma hora e meia depois (5:30), o seu alarme tocou. Ele dizia, “ Cada fibra do meu copo me dizia para ficar na cama. Mas ele tinha se comprometido, então ele se levantou.  Ele admite que teve um dia horrível e não foi nada produtivo.</p>
<p>Entretanto, ele diz que essa decisão mudou sua vida. Como ele explica:</p>
<p>Se eu me curvasse para meu desejo humano, físico, emocional e mental de dormir, eu teria aberto essa exceção. Uma semana depois, eu poderia ter feito uma exceção se eu só tivesse quatro horas de sono. Uma semana depois, talvez eu só tivesse sete horas de sono. A exceção muitas  vezes se torna a regra. Se eu tivesse dormido, eu teria enfrentado esse perigo. Observe essas exceções!</p>
<p>Assim, Zig era imparável.</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p><em>&#8220;A partir deste ponto, sua estratégia é fazer com que todos os outros fiquem no seu nível, você não está indo para o deles. Você não está competindo com ninguém, nunca mais. Eles vão ter que competir com você. De agora em diante, o resultado final é tudo o que importa. &#8220;</em>&#8211; Tim Grover</p>
<p>Quando você é imparável, você vai ter certeza de obter o que você quer. Tudo o que você precisa saber já está dentro de você. Tudo que você precisa fazer é confiar em si mesmo e agir.</p>
<p><strong>Você será imparável em 2017?</strong></p>
<p>Por: Benjamin P. Hardy</p>
<p>FONTE: http://www.inc.com/benjamin-p-hardy/30-behaviors-that-will-make-you-unstoppable.html</p>
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		<title>TECH PARA VAREJO: UM NOVO MOVIMENTO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[codelapa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Oct 2016 09:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom: 13.35pt; background: white;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif; color: black;">Há um movimento forte nos EUA (para variar), reverberando, de alguma maneira, aqui em terras brasileiras, no que se refere a tecnologia aplicada ao varejo.</span></p>
<p style="margin-bottom: 13.35pt; background: white;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif; color: black;">Existe uma “ponta” mais charmosa e que dá mais mídia.</span></p>
<p style="margin-bottom: 13.35pt; background: white;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif; color: black;">Espelhos inteligentes, pagamentos descomplicados, interações tecnológicas dentro do PDV.</span></p>
<p style="margin-bottom: 13.35pt; background: white;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif; color: black;">Estas conexões com os clientes são importantes ensaios do que ainda está por vir. Deveriam gerar experiência que fizesse o cliente desejar ainda mais estar na loja física.</span></p>
<p style="margin-bottom: 13.35pt; background: white;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif; color: black;">Apesar da importância destas tecnologias, a batalha diária do varejo, começa, e se dá violentamente, no back office. Longe das lojas.</span></p>
<p style="margin-bottom: 13.35pt; background: white;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif; color: black;">É aí que já vislumbramos várias transformações. Gostaria de destacar 3 pontos, que a meu ver, são significativos e que tem sido tratados por nós no nosso dia a dia.</span></p>
<p style="margin-bottom: 13.35pt; background: white;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif; color: black;">Dois deles estão mais à nossa mão. O outro, chegará para mudar tudo.</span></p>
<p style="margin-bottom: 13.35pt; background: white;"><b><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif; color: black;">O primeiro ponto é o analytics. Agora vai.</span></b></p>
<p style="margin-bottom: 13.35pt; background: white;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif; color: black;">Novos hardwares, pontos de contato, coletas seletivas e mais inteligentes estão ajudando a transformar o analytics em algo utilizável.</span></p>
<p style="margin-bottom: 13.35pt; background: white;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif; color: black;">Mas o que está mesmo ajudando, é a oferta de serviços de análises destas informações por empresas de tecnoligia especializadas em varejo.</span></p>
<p style="margin-bottom: 13.35pt; background: white;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif; color: black;">A lógica por detrás disso é simples. As empresas não tem tempo e nem pessoal em quantidade e capacitação para tirar o máximo proveito de toneladas de informações desestruturadas.</span></p>
<p style="margin-bottom: 13.35pt; background: white;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif; color: black;">Desta forma, terceirizar parte do trabalho e ter com quem discutir os resultados, é uma tremenda vantagem.</span></p>
<p style="margin-bottom: 13.35pt; background: white;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif; color: black;">Por décadas, empresas de software venderam a idéia de que colocariam a informação na mão dos decisores e que isso resolveria.</span></p>
<p style="margin-bottom: 13.35pt; background: white;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif; color: black;">Nunca funcionou 100%. Nem perto de 50%. As pessoas não sabem exatamente o que fazer.</span></p>
<p style="margin-bottom: 13.35pt; background: white;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif; color: black;">Importante. Estes tipo de serviço, para mim, é “intelligence as a service”. IaaS</span></p>
<p style="margin-bottom: 13.35pt; background: white;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif; color: black;">Existem algumas poucas empresas nos EUA fazendo isso com sucesso. Evoluíram muito nos últimos 15 anos. Uma delas já está no Brasil.</span></p>
<p style="margin-bottom: 13.35pt; background: white;"><b><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif; color: black;">O segundo ponto são ferramentas de nicho.</span></b></p>
<p style="margin-bottom: 13.35pt; background: white;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif; color: black;">Simples, intuitivas e “propositivas”, com a desculpa pelo neologismo.</span></p>
<p style="margin-bottom: 13.35pt; background: white;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif; color: black;">Trabalham em nuvem, coletam informações de qualquer ERP, processam e devolvem sugestões de como o varejista deve proceder.</span></p>
<p style="margin-bottom: 13.35pt; background: white;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif; color: black;">O raciocínio é que elas funcionem como os acessórios que colocamos nos automóveis, “turbinando” e incrementando o ERP com funcionalidades que ele não tem.</span></p>
<p style="margin-bottom: 13.35pt; background: white;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif; color: black;">Também é um tipo de IaaS.</span></p>
<p style="margin-bottom: 13.35pt; background: white;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif; color: black;">Conheço umas 3 empresas já com bons produtos nesta linha.</span></p>
<p style="margin-bottom: 13.35pt; background: white;"><b><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif; color: black;">Por último, chatbots.</span></b></p>
<p style="margin-bottom: 13.35pt; background: white;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif; color: black;">Há quem diga, no vale do Silício, que eles substituirão os apps em cinco anos.</span></p>
<p style="margin-bottom: 13.35pt; background: white;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif; color: black;">As aplicações podem permear tudo, incluindo o varejo.</span></p>
<p style="margin-bottom: 13.35pt; background: white;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif; color: black;">Analisam dados, “aprendem”, sugerem, criticam. São softwares baseados em inteligência artificial (IA), que poderão interagir com os clientes finais, nas lojas, sites, pontos de contatos ou atuar como assistentes do back office nas análises dos analytics.</span></p>
<p style="margin-bottom: 13.35pt; background: white;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif; color: black;">Por aqui ainda são incipientes. Mas já há gente trazendo, diretamente do Vale do Silício, fer00ramentas. Logo veremos alguma aplicação para varejo na praça.</span></p>
<p style="margin-bottom: 13.35pt; background: white;">Fonte: O Negócio do Varejo</p>
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		<title>8 TENDÊNCIAS DE MARKETING REVOLUCIONÁRIAS PARA ENFRENTAR EM 2017</title>
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		<dc:creator><![CDATA[codelapa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Oct 2016 09:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>
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		<category><![CDATA[negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[O marketing se ajusta e reage constantemente às mudanças nas tecnologias e atitudes. Embora o marketing digital tenha sofrido uma transformação substancial nos últimos anos, a tecnologia que incitou as mudanças está crescendo em um ritmo mais rápido do que a maioria das marcas consegue acompanhar. Então, o que isso significa para os profissionais de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="background: white; margin: 12.0pt 0cm 18.0pt 0cm;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">O marketing se ajusta e reage constantemente às mudanças nas tecnologias e atitudes. Embora o marketing digital tenha sofrido uma transformação substancial nos últimos anos, a tecnologia que incitou as mudanças está crescendo em um ritmo mais rápido do que a maioria das marcas consegue acompanhar.</span></p>
<p style="background: white; margin: 12.0pt 0cm 18.0pt 0cm;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Então, o que isso significa para os profissionais de marketing que estão traçando suas estratégias para 2017? As marcas precisam olhar além dos canais comuns para permanecer à frente, em vez de simplesmente embarcarem no trem.</span></p>
<p style="background: white; margin: 12.0pt 0cm 18.0pt 0cm;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Aqui, discutiremos essas tendências que estão mudando o marketing (de novo) e forneceremos um exame esclarecedor sobre o que os profissionais de marketing devem aproveitar em 2016 e 2017.</span></p>
<h2 style="background: white; margin: 22.5pt 0cm 9.75pt 0cm;"><span lang="X-NONE" style="font-size: 12.0pt; font-family: 'Calibri',sans-serif; letter-spacing: .7pt;">1) Marketing de relacionamento</span></h2>
<p style="background: white; margin: 12.0pt 0cm 18.0pt 0cm;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Como a adoção do smartphone continua aumentando, com uma estimativa de<span class="apple-converted-space"> </span>2 bilhões de clientes em todo o mundo comprando smartphones em 2016 (sendo o Brasil o sexto maior em termos de usuários), a oportunidade para as marcas se conectarem com seus clientes e prospects estará mais perto que nunca.</span></p>
<p style="background: white; margin: 12.0pt 0cm 18.0pt 0cm;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">A meta do marketing de relacionamento é focar na construção de uma lealdade mais forte e envolvimento com o cliente em longo prazo, em vez de uma aquisição de cliente e vendas individuais rápidas e de curto prazo. Ele ajuda as empresas a desenvolver conexões mais fortes e emotivas entre o cliente e suas marcas, que impulsionam promoções boca a boca e geração de leads.</span></p>
<p style="background: white; margin: 12.0pt 0cm 18.0pt 0cm;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Através de conversas e relações significativas com o cliente, as empresas criam clientes leais e promotores da marca. As empresas que fazem bem o marketing de relacionamento definirão um padrão mais alto para outras marcas que estejam concorrendo pelas conexões mais significativas.</span></p>
<p style="background: white; margin: 12.0pt 0cm 18.0pt 0cm;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Assim, como as empresas podem desenvolver comunidades e personalizar seus esforços? Dados. Agora, temos dados em formatos que são fáceis de serem acessados e interpretados, através dos quais podemos desenvolver fortes planos de marketing de relacionamento. A partir de 2016 e continuando em 2017, o marketing personalizado e conduzido por dados se tornará cada vez mais importante.</span></p>
<p style="background: white; margin: 12.0pt 0cm 18.0pt 0cm;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Abordagens invasivas e de massa ao marketing decairão lentamente, à medida que os profissionais de marketing que focam em relacionamentos aumentarem seus negócios. Todos os relacionamentos sólidos são construídos sobre a confiança. A transparência entre clientes e marcas é essencial, portanto, as empresas devem ter isso em mente ao mapear as táticas de marketing de relacionamento.</span></p>
<h2 style="background: white; margin: 22.5pt 0cm 9.75pt 0cm;"><span lang="X-NONE" style="font-size: 12.0pt; font-family: 'Calibri',sans-serif; letter-spacing: .7pt;">2) Automação de marketing</span></h2>
<p style="background: white; margin: 12.0pt 0cm 18.0pt 0cm;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Como os profissionais de marketing gastam pelo menos 50% de seu tempo em conteúdo, as empresas estão criando mais maneiras de automatizar o marketing. A automação de marketing sozinha vale<span class="apple-converted-space"> </span>US$5,5 bilhões<span class="apple-converted-space"> </span>e lidera na geração de leads e nutrição de prospects.</span></p>
<p style="background: white; margin: 12.0pt 0cm 18.0pt 0cm;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Usar uma<span class="apple-converted-space"> </span>plataforma de automação de marketing<span class="apple-converted-space"> </span>facilita a programação de e-mails, segmentação de contatos, automação de publicação de mídias sociais, gerenciamento do seu conteúdo e acompanhamento do ciclo de vida de clientes em seu funil de marketing. Essa tendência de automação destaca também o crescimento da convergência, que permite permanecer tão enxuto, focado e lucrativo quanto for possível, sem comprometer a qualidade.</span></p>
<p style="background: white; margin: 12.0pt 0cm 18.0pt 0cm;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Com ainda mais foco no marketing para fornecer resultados, os gerentes de marketing e CMOs devem fazer uma avaliação das habilidades de sua equipe, observar as falhas e definir uma estratégia de automação robusta para ajudar as vendas através do envolvimento de prospects, qualificação de leads e redução do ciclo de vendas geral.</span></p>
<h2 style="background: white; margin: 22.5pt 0cm 9.75pt 0cm;"><span lang="X-NONE" style="font-size: 12.0pt; font-family: 'Calibri',sans-serif; letter-spacing: .7pt;">3) Tecnologia de marketing baseada em localização</span></h2>
<p style="background: white; margin: 12.0pt 0cm 18.0pt 0cm;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Como os profissionais de eventos e de marketing podem criar uma experiência interativa? Eles devem abordar os usuários no ponto de envolvimento. Tecnologias de marketing baseada na localização, como iBeacons e RFIDs, ajudam a tornar isso possível. iBeacons são transmissores pequenos e de baixo custo que usam tecnologia Bluetooth Low Energy (BLE) para detectar dispositivos próximos, que podem ser hospedados em lojas, mostruários de pontos de venda e áreas de merchandising.</span></p>
<p style="background: white; margin: 12.0pt 0cm 18.0pt 0cm;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">iBeacons podem ajudar participantes de eventos a aproveitarem ao máximo as conferências através de inscrição e envolvimento em conversas e sessões. Além disso, a integração com Linkedin oferece a oportunidade de conectar-se com os participantes e enviar mensagens (incluindo notificações por push) sobre as últimas notícias, reduzindo a necessidade de comunicação atrasada por e-mail.</span></p>
<p style="background: white; margin: 12.0pt 0cm 18.0pt 0cm;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Uma identificação de radiofrequência (RFID) é um pequeno dispositivo eletrônico que contém um chip e uma antena, fornecendo um identificador exclusivo para esse tag. Pulseiras, cartões e aplicativos RFID permitem que os participantes interajam de maneiras novas e envolventes. Os organizadores de eventos podem permitir que os visitantes compartilhem facilmente sua experiência com seus amigos online. As marcas podem aumentar compartilhamentos e curtidas com apenas uma foto e toque na pulseira para compartilhar nas mídias sociais.</span></p>
<p style="background: white; margin: 12.0pt 0cm 18.0pt 0cm;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Tudo se trata de localização e da capacidade do profissional de marketing em extrair o máximo disso, em tempo real.</span></p>
<h2 style="background: white; margin: 22.5pt 0cm 9.75pt 0cm;"><span lang="X-NONE" style="font-size: 12.0pt; font-family: 'Calibri',sans-serif; letter-spacing: .7pt;">4) Realidade virtual</span></h2>
<p style="background: white; margin: 12.0pt 0cm 18.0pt 0cm;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">A tecnologia de realidade virtual, como<span class="apple-converted-space"> </span>Oculus Rift, terá inevitavelmente um enorme impacto na maneira que os profissional de marketing envolverão os consumidores. Uma das coisas mais importantes em marketing, especialmente para os<span class="apple-converted-space"> </span>Millennials, é a personalização. Com a capacidade de contar, literalmente, histórias imersivas, as empresas poderão se envolver como nunca.</span></p>
<p style="background: white; margin: 12.0pt 0cm 18.0pt 0cm;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">As empresas que não fornecerem uma experiência virtual para clientes prospectivos, como lojas de varejo, terão uma queda nas vendas. A adoção da realidade virtual a partir de 2017 ocasionará, sem dúvida, algum tipo de mudança na ideologia de marketing. É melhor embarcar na realidade virtual agora, para visualizar em primeira mão os resultados dessa nova tecnologia.</span></p>
<h2 style="background: white; margin: 22.5pt 0cm 9.75pt 0cm;"><span lang="X-NONE" style="font-size: 12.0pt; font-family: 'Calibri',sans-serif; letter-spacing: .7pt;">5) Marketing efêmero</span></h2>
<p style="background: white; margin: 12.0pt 0cm 18.0pt 0cm;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">O Snapchat (em inglês) já está entrando no espaço de uma &#8220;plataforma de marketing padrão&#8221;. No próximo ano, os profissional de marketing compreenderão que o Snapchat não é apenas uma ferramenta para experimentos divertidos em marketing. Ele é uma plataforma na qual os usuários estão se reunindo para absorver as mídias sociais em tempo real.</span></p>
<p style="background: white; margin: 12.0pt 0cm 18.0pt 0cm;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Para fornecer campanhas integradas que façam os constituintes se sentirem conectados, especialmente a geração mais jovem de consumidores (leia-se: os Millennials), você precisa oferecer conteúdo exclusivo que tem data de expiração. Esse marketing onde &#8220;menos é mais&#8221;, ou efêmero, trata-se de uma comunicação que é mais curta e direta ao ponto. Em um mundo onde as pessoas têm cada vez menos tempo, esse modelo funciona.</span></p>
<p style="background: white; margin: 12.0pt 0cm 18.0pt 0cm;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">O Snapchat é a plataforma definitiva para fazer com que os consumidores se sintam conectados e, ao mesmo tempo, únicos. Marcas como a ESPN, Vice já usam a plataforma para enviar suas mensagens a consumidores vorazes de mídia. Com o Snapchat, a publicidade se torna o produto, algo que os concorrentes não poderão ignorar. Aproveite essa enorme oportunidade para se conectar de maneira única, usando apenas uma pequena janela do tempo do seu público. Seja orgânico, fale como eles e vá direto ao assunto.</span></p>
<h2 style="background: white; margin: 22.5pt 0cm 9.75pt 0cm;"><span lang="X-NONE" style="font-size: 12.0pt; font-family: 'Calibri',sans-serif; letter-spacing: .7pt;">6) Pesquisa além dos mecanismos de pesquisa</span></h2>
<p style="background: white; margin: 12.0pt 0cm 18.0pt 0cm;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Com o Facebook já trabalhando em testes para seu próprio mecanismo de pesquisa, parece inevitável que os recursos de pesquisa irão além do Google, Bing e Yahoo. À medida que os recursos de pesquisa melhorarem nas mídias sociais, as marcas obterão um impulso automático. Além disso, quando botões de comprar e mensagens de pagamento aparecerem nas mídias sociais em 2017, uma plataforma do tipo &#8220;tudo em um&#8221; se manifestará (mais convergência).</span></p>
<p style="background: white; margin: 12.0pt 0cm 18.0pt 0cm;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Com recursos de pesquisa avançados, métodos de pagamento integrados e impacto social que capacite os sites, como Facebook e Twitter, os consumidores poderão fazer compras, conversar com seus amigos sobre o que compraram e publicar a prova social de sua nova compra. A pesquisa avançada trará uma experiência social mais integrada que expande o domínio do comércio eletrônico. Se você alimentar seus esforços de marketing nessa pesquisa &#8220;tudo em um&#8221;, do tipo comprar e compartilhar, das mídias sociais, é claro que sua marca terá retorno. Torne o processo de compra mais fácil, mas também transforme-o em uma<em><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">experiência</span></em>.</span></p>
<h2 style="background: white; margin: 22.5pt 0cm 9.75pt 0cm;"><span lang="X-NONE" style="font-size: 12.0pt; font-family: 'Calibri',sans-serif; letter-spacing: .7pt;">7) A Internet das Coisas (IoT)</span></h2>
<p style="background: white; margin: 12.0pt 0cm 18.0pt 0cm;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">A tecnologia vestível viu uma taxa de adoção de 28% em 2016– ainda mais dados para profissional de marketing garimparem. Então, esses dados serão derivados dos hábitos cotidianos das pessoas? Parece que sim. Todos os anos, desde agora até o futuro próximo, veremos a IoT se tornar uma ferramenta cada vez maior que os profissionais de marketing poderão usar para se envolver com seus clientes.</span></p>
<p style="background: white; margin: 12.0pt 0cm 18.0pt 0cm;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Talvez, isso signifique que os anúncios terão em breve a capacidade de serem direcionados às pessoas de acordo com cada movimento. Para os profissionais de marketing, isso significa que seus dados precisarão se tornar mais conduzidos por comportamentos e, embora o poder dos dispositivos pareça ser desconcertante, você estará bem no alvo. No final das contas, as pessoas farão o que quiserem.</span></p>
<h2 style="background: white; margin: 22.5pt 0cm 9.75pt 0cm;"><span lang="X-NONE" style="font-size: 12.0pt; font-family: 'Calibri',sans-serif; letter-spacing: .7pt;">8) Inbound Marketing</span></h2>
<p style="background: white; margin: 12.0pt 0cm 18.0pt 0cm;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Apesar de não ser uma novidade nos Estados Unidos, as empresas Brasileiras estão descobrindo cada vez mais o poder o Inbound Marketing. A metodologia Inbound acredita que a forma dos consumidores se relacionarem com as marcas mudou, e é importante saber em que estágio da compra eles estão para abordá-los de maneira estratégica e eficáz.</span></p>
<p style="background: white; margin: 12.0pt 0cm 18.0pt 0cm;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Para entender o Inbound Marketing e como ele pode te ajudar, não deixe de acompanhar em detalhes neste<span class="apple-converted-space"> </span>post<span class="content-postbody">.</span></span></p>
<p style="background: white; margin: 12.0pt 0cm 18.0pt 0cm;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;">Essas 8 tendências revolucionárias devem ser elementos essenciais em seus planos de marketing para 2017, especialmente se não foram em 2016.<span class="apple-converted-space"> </span><span class="content-postbody">S</span>iga em frente, pense no futuro e veja como as coisas evoluem!</span></p>
<p style="background: white; margin: 12.0pt 0cm 18.0pt 0cm;">Fonte: <a href="http://br.hubspot.com/blog/tendencias-de-marketing-2017?utm_campaign=%23HubSpotBrasil&amp;utm_source=hs_email&amp;utm_medium=email&amp;utm_content=35304837">Hubspot</a></p>
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		<title>VAREJO DEVE MUDAR GESTÃO DO NEGÓCIO ATÉ 2018</title>
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		<dc:creator><![CDATA[codelapa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Aug 2016 09:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Negociação]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia]]></category>
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					<description><![CDATA[O omnibusiness está direcionando os negócios no Brasil e devem pautar mudanças na gestão. Ainda que isso não seja tão visível agora, será em um futuro bem próximo, provavelmente em 2018. É o que mostra recorte feito exclusivamente para NOVAREJO do estudo Top of Mind, feito pela KPMG em parceria com a The Consumer Goods [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O omnibusiness está direcionando os negócios no Brasil e devem pautar mudanças na gestão. Ainda que isso não seja tão visível agora, será em um futuro bem próximo, provavelmente em 2018. É o que mostra recorte feito exclusivamente para NOVAREJO do estudo Top of Mind, feito pela KPMG em parceria com a The Consumer Goods Forum. O estudo foi feito com 400 empresas de varejo e bens de consumo em 27 países. O Brasil representa em torno de 10% das respostas e o varejo detém 98% da amostra.</p>
<p>O estudo mostra que 32% dos respondentes disseram que planejam mudanças na gestão dos negócios até 2018 – tudo isso para transformar suas operações por meio da tecnologia em omnibusiness. Ou seja, o varejo, que no Brasil ainda não investe em tecnologia, está começando a colocar o tema no orçamento. “As empresas que são consideradas líderes, têm uma intenção de uso e investimento em tecnologia muito maior do que aquelas que não são líderes. Quem investe em tecnologia não é líder por acaso, mas é porque reconhece a importância disso. Se o empresário não consegue ou não se preocupa, fatalmente ele nunca vai ser o líder ou nunca vai estar em destaque no setor, ainda mais agora com tantas mudanças no comportamento do consumidor”, explica Marcus Vinícius Slemenian, sócio da KPMG.</p>
<p>De fato as mudanças no comportamento dos consumidores é o que têm acordado os executivos do setor para efetuar mudanças no médio prazo. “Essa transformação não é uma vontade, um desejo, é uma necessidade”, afirma Paulo Ferezin, sócio da KPMG. “A transformação do consumidor foi tão rápida e veloz que em algum momento ela passou a pautar a sobrevivência do setor. As empresas que não conseguirem olhar para o omnibusiness, que inclui o cliente no centro e como dono das decisões, vai ficar fora do mercado”, afirma.</p>
<p>Os especialistas explicaram que colocar o consumidor no centro de todas as estratégias, entender que a jornada de consumo é ditada por ele e antever seus passos nessa jornada não é apenas uma questão de momento da economia – são transformações irreversíveis. “Quem entender isso, vai sair a frente e levar uma maior fatia do negócio. O consumidor é quem decide e ele está forçando, seja a indústria ou o varejo a mudar”, afirma Ferezin.</p>
<p><strong>O que trava</strong><br />
Essas mudanças na gestão, contudo, não serão fáceis. Ainda há questões que não estão nas mãos do varejo brasileiro, mas que barram transformações dos negócios de hoje para omnibusiness. “É uma dificuldade global. Para conseguir integrar operações, existem aspectos internos, tecnológicos de cobertura de mercado”, afirma Ferezin. “Tem a questão de como você consegue dar a mesma experiência de compras para o cliente, independente de onde ele está navegando e realizando a compra. Com raras exceções de operadores globais, que têm conseguido evoluir com isso, ainda há uma dificuldade, principalmente aspectos de burocracia e investimentos”, afirma.</p>
<p>O especialista explica que para que no Brasil exista uma gestão em que os canais estejam integrados, as operações precisam estar embaixo de um único CNPJ. “Tem o aspecto tributário, que prejudica a operação, e a logística também”, afirma. “Mas também não é apenas uma questão de Brasil, porque você tem estratégias diferentes, modelos operacionais diferentes e integrar tudo isso aliado é complicado”, diz.</p>
<p>O custo da tecnologia ainda é uma barreira no Brasil, afirmam os especialistas. “No Brasil investimento de tecnologia ainda é muito caro. Sem contar o custo para a implementação de tudo isso, que é alto”, afirma Ferezin.</p>
<p>Ainda assim, os orçamentos começam a ser ajustados, uma vez que os investimentos em ferramentas devem aumentar. Os dados fornecidos com exclusividade a NOVAREJO mostram que as em0presas pesquisadas estão investindo em análise de dados e tecnologias inteligentes para promover as transformações das quais precisam a médio prazo: hoje, 29 dos executivos estão usando análise de dados. Nos próximos dois anos, esse porcentual subirá para 58%. Em 2018, 59% dizem que vão usar análise preditiva, 54% vão utilizar análise do caminho percorrido pelo cliente até o momento da compra e 43% colocarão no orçamento tecnologias de inteligência artificial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://portalnovarejo.com.br/2016/07/25/varejo-deve-mudar-gestao-do-negocio-ate-2018/?utm_source=Virtual_Target&amp;utm_medium=News_NOVAREJO_25/07&amp;utm_content=VT25/07_NOVAREJO&amp;utm_campaign=WEB_-_NOVAREJO_2016&amp;utm_term=Newsletter_NOVAREJO_25/07">Portal no Varejo</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>OS 10 GRANDES INSIGHTS DA NRF 2016</title>
		<link>https://www.wayupbrasil.com/blog/os-10-grandes-insights-da-nrf-2016/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[codelapa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jan 2016 09:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
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					<description><![CDATA[Foram quatro dias de palestras, mais de 700 palestrantes, duas dezenas de visitas técnicas, muito conteúdo e ainda um imenso dever da equipe de O Negócio do Varejo: condensar e estruturar as grandes visões e novidades da NRF Big Show 2016. Mais que notas pontuais e uma visão desestruturada do evento, realizaremos ao longo dos [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Foram quatro dias de palestras, mais de 700 palestrantes, duas dezenas de visitas técnicas, muito conteúdo e ainda um imenso dever da equipe de O Negócio do Varejo: condensar e estruturar as grandes visões e novidades da NRF Big Show 2016. Mais que notas pontuais e uma visão desestruturada do evento, realizaremos ao longo dos próximos dias uma série de análises, artigos e avaliações do que aconteceu em Nova York e do que é realmente relevante para a realidade brasileira.</p>
<p>Um ponto importante de toda essa análise é acompanhar o que as delegações brasileiras trazem a partir do evento. Eduardo Terra e Alberto Serrentino, os diretores técnicos da delegação BTR VARESE, a mais expressiva desta NRF, trazem os 10 insights mais importantes da NRF 2016:</p>
<ul>
<li><strong>Globalização:</strong> o varejo mundial aumenta sua presença no mercado brasileiro a cada ano. Em 2015, segundo a edição mais recente do relatório Global Powers of Retailing, da Deloitte, 33 dos 250 maiores varejistas mundiais têm atuação no Brasil. Há três anos, eram apenas 13. “Apesar da retração da economia, o Brasil continua sendo um mercado extremamente atraente, por sua população, estrutura e modernidade”, comenta Eduardo Terra.</li>
<li><strong>Millennials:</strong> a geração nascida a partir de 1980 provocará mudanças drásticas no varejo. Isso porque elas se relacionam de forma completamente diferente com marcas, produtos e serviços. Possuem valores às vezes opostos aos das gerações que os precederam e, principalmente, são conectados, impacientes e querem alta qualidade em tudo. Eles simplesmente não conhecem um aplicativo ruim, por exemplo. Assim, excelência na execução, simplicidade e boa experiência de consumo são requisitos básicos. O crescimento desse grupo, com sua maior relevância econômica, fará com que todo o mercado tenha que se adaptar. Quem não entrega uma boa experiência no mobile, ou nem mesmo tem presença no celular, está fora do jogo.</li>
<li><strong>Eficiência e produtividade:</strong> vale para o mercado americano, vale ainda mais para o Brasil em crise. Fazer mais com menos, rever operações, abandonar o que não for viável, não ter medo de cortar custos. “No caso do Brasil, é a hora de arrumar a casa para, quando o mercado voltar a crescer, poder aproveitar as oportunidades que surgirem”, afirma Alberto Serrentino.</li>
<li><strong>Internet das Coisas:</strong> o IoT vem saindo do campo da ficção e se tornando importante nas discussões estratégicas. A conectividade que as pessoas já têm é cada vez mais visível em equipamentos. A Expo da NRF apresentou uma série de soluções economicamente viáveis e com retorno sobre o investimento interessante para o uso da Internet das Coisas pelo varejo.</li>
<li><strong><em>No friction</em> – atrito zero:</strong> as relações das empresas com os clientes devem ter o mínimo atrito possível. As empresas que têm se destacado são aquelas que oferecem experiências de relacionamento e consumo extremamente simples, práticas e rápidas. “Pense no Uber, na Amazon ou no app da Starbucks: não apenas funcionam sem problemas, como são intuitivos, simples e eliminam pontos delicados da relação comercial, como as filas para realizar pedidos”, explica Serrentino.</li>
<li><strong>Colaboração</strong>: esqueça a ideia de realizar tudo sozinho e guardar segredos para si. Cada vez mais, o mercado caminha para o desenvolvimento compartilhado de produtos, serviços e soluções. “As inovações surgem tão rapidamente que não é viável tentar acompanhar tudo sozinho. O custo seria proibitivo e o tempo de desenvolvimento seria tão grande que a inovação já nasceria morta”, comenta Terra. Não à toa, os labs desenvolvidos por varejistas americanos conseguem reduzir o time-to-market das inovações para alguns meses, por meio de parcerias entre desenvolvedores e empresas.</li>
<li><strong>Mundo digital</strong>: não existe mais fronteira entre online e off-line. Estamos no tempo do “all line”, em que os meios confluem e onde a experiência começará no digital para ser levada para as lojas. Os consumidores vivenciam experiências e se relacionam com marcas pelo celular, que deve então ser o início do processo de desenvolvimento de relacionamentos com o cliente. “Quem não tem presença digital não consegue nem chegar ao consumidor. E estamos somente no início dessa transformação dos negócios”, afirma Serrentino.</li>
<li><strong>Repensar a loja física: </strong>a consequência do fim das fronteiras é que a loja física não é mais aquela. A loja precisa integrar o digital, se relacionar com ele, e reverter para o online boa parte das tarefas hoje sob responsabilidade do PDV. “Não serão necessárias tantas lojas físicas, nem tão grandes, se o sortimento pode ser disponibilizado online e entregue rapidamente aos clientes de diversas maneiras. O papel da loja mudará completamente”, explica Serrentino</li>
<li><strong>Big data:</strong> as empresas têm implementado sistemas de armazenamento e cruzamento de informações, mas o grande desafio continua sendo ter quem interprete essa montanha de dados e consiga prover insights relevantes para o negócio. É um caminho sem volta e as empresas líderes no varejo americano estão aumentando o uso de inteligência a partir dos dados. Isso criará a demanda por novos profissionais, com habilidades hoje pouco vistas no varejo.</li>
<li><strong>Propósito e cultura:</strong> esses 9 itens não funcionam, porém, se as empresas não tiverem propósito muito bem definido e uma cultura corporativa que diga qual é a personalidade de cada empresa e, também, o que ela não é. “Não é possível ser tudo para todos e vencem aqueles que conseguem ser extremamente relevantes para o público que definirem como sendo o seu”, acredita Serrentino.</li>
</ul>
<p>Fonte: O Negócio do Varejo</p>
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		<title>OS 9 PRINCÍPIOS DA INOVAÇÃO ÁGIL</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2015 09:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[Vivemos na Era da Inovação, impulsionados pela rápida evolução da tecnologia e por dados que têm mudado o comportamento do consumidor de forma significativa. Isso está criando uma enorme pressão sobre empresas de bens de consumo e empresas de varejo, ao colocar a inovação no centro dos seus negócios. Ser bem-sucedido, nesse caso, requer que [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Vivemos na Era da Inovação, impulsionados pela rápida evolução da tecnologia e por dados que têm mudado o comportamento do consumidor de forma significativa. Isso está criando uma enorme pressão sobre empresas de bens de consumo e empresas de varejo, ao colocar a inovação no centro dos seus negócios.</p>
<p>Ser bem-sucedido, nesse caso, requer que empresas de varejo e de bens de consumo desenvolvam um modelo ágil de inovação que as façam chegar mais rápido ao mercado, ajudando-as a reimaginar modelos de negócios e a transformar as experiências do consumidor.</p>
<p>No entanto, entregar mudanças desse porte é bem desafiador. Nossa pesquisa confirma que a inovação está se tornando cada vez mais difícil. A maioria das grandes empresas é movida pela maximização da eficiência e pela minimização dos erros,  e é avessa à experimentação. Isso pode ser incompatível com uma cultura em que correr riscos é um pré-requisito para o sucesso.</p>
<p>Um número crescente de companhias está olhando para fora de suas organizações para buscar novas ideias.</p>
<p>Ainda assim, na prática, é muito difícil fazer com que elas colaborem do jeito certo. E superar esse desafio de colaboração é um ponto-chave para proporcionar uma inovação ágil.</p>
<p><strong>Os nove princípios da inovação ágil</strong></p>
<p>Com base em nossa experiência, colaborações bem-sucedidas com empreendedores e startups exigem que as empresas maiores adotem nove princípios.</p>
<p><u>CRIAR</u></p>
<ol>
<li><strong> Defenda a agilidade</strong></li>
</ol>
<p>Para alcançar uma colaboração eficaz com os empreendedores, as lideranças devem ser os catalisadores de mudança e assegurar que a organização como um todo esteja disposta a se reunir em torno de novos modelos de inovação. As empresas precisam de uma razão clara para que as ideias sejam desenvolvidas internamente, as quais poderiam se candidatar à colaboração externa. Uma estratégia de inovação em nível macro – que defina os objetivos tanto para a inovação interna quanto para a externa – é essencial.</p>
<ol start="2">
<li><strong> Cultive uma cultura ágil de experimentação</strong></li>
</ol>
<p>Frequentemente, as grandes empresas têm um medo do fracasso e uma relutância em experimentar. Iniciativas como o <em>Seis Sigma</em>, que são projetadas para minimizar os desvios, podem agravar isso. Os líderes de negócios devem fomentar uma cultura em que as ideias e as experimentações sejam incentivadas, e perceber no fracasso uma oportunidade para aprender, assegurando ao mesmo tempo que os benefícios do modelo <em>Seis Sigma</em> não serão perdidos. As duas culturas devem coexistir.</p>
<ol start="3">
<li><strong> Pense simples, aja rápido</strong></li>
</ol>
<p>Empresas empreendedoras são tipicamente menos limitadas pela burocracia. Muitos se envolvem com metodologias <em>lean</em>, o que significa que eles têm uma abordagem muito eficiente para identificar, descartar ou buscar novas inovações. Empresas grandes de varejo e de bens de consumo devem fazer de tudo para se apropriar desta atitude, empoderando os gestores para tomar decisões rápidas. Fazer acordos gerais e manter a transparência ao redor do assunto a ser discutido também são pontos críticos.</p>
<p><u>INCUBAR</u></p>
<ol start="4">
<li><strong> Identifique a equipe certa</strong></li>
</ol>
<p>O sucesso nas colaborações não dependem só de encontrar os empreendedores certos. As grandes empresas também precisam identificar, internamente, o time certo para cuidar desse relacionamento. Empresas de varejo e de bens de consumo precisam olhar para os indivíduos que têm a mentalidade certa e podem servir como intérpretes entre os mundos corporativo e empreendedor.</p>
<ol start="5">
<li><strong> Determine o enquadramento adequado para cada colaboração</strong></li>
</ol>
<p>Empresas de varejo e de bens de consumo precisam de uma estrutura que assegure a flexibilidade necessária, mas sempre com parâmetros bem definidos. Algumas empresas vão preferir usar um intermediário, enquanto outras vão escolher um modelo de incubadora. Manter colaborações próximas (mas não coladas) do core business faz sentido -, assim há espaço para respirar e liberdade de operar sob regras ligeiramente diferentes.</p>
<ol start="6">
<li><strong> Mantenha uma comunicação aberta e frequente</strong></li>
</ol>
<p>Empresas de varejo e de bens de consumo têm culturas, processos e velocidades de trabalho diferentes das startups. O alinhamento de expectativas requer a capacidade de compreender claramente as preocupações um do outro. Ambos devem ser claros sobre as suas funções, responsabilidades e expectativas. Comunicação aberta e regular é essencial. Uma colaboração bem-sucedida requer que cada um mergulhe no ambiente de negócios um do outro, para que haja uma compreensão e alinhamento mútuos.</p>
<p><u>ATIVAR</u></p>
<ol start="7">
<li><strong> Adapte os processos e quebre as regras conforme necessário</strong></li>
</ol>
<p>Processos precisam ser alterados para colaborar efetivamente com os empreendedores. Por exemplo, os processos de aquisição de grandes empresas podem levar vários meses para serem concluídos, mas isso pode ser tempo demais para a startup com apenas alguns meses de financiamento para desenvolver uma nova ideia. Líderes devem aceitar variação da norma corporativa e garantir que esses processos padrão podem ser contornados sem terem sua validade contestada para o core business.</p>
<ol start="8">
<li><strong> Defina e mensure sucesso</strong></li>
</ol>
<p>Em meio a uma colaboração de inovação, métricas muito delimitadas de performance não funcionam . Da mesma forma, é importante não ficar obcecado com a perfeição. Costuma ser bem mais eficiente inovar desenvolvendo ideias rápidas, que sejam “boas o suficiente”, e depois testá-las e refiná-las em um processo iterativo.</p>
<ol start="9">
<li><strong> Itere e trabalhe de forma incremental</strong></li>
</ol>
<p>Empreendedores têm muito a ensinar a grandes organizações sobre inovação. Sua ênfase em prototipagem rápida, disposição para assumir riscos e o aprendizado rápido com os erros são a base do seu potencial de inovação. Embora empresas de varejo e de bens de consumo multinacionais possam nunca ter a mesma agilidade de uma startup, é essencial que elas incorporem mecanismos para aprender com colaboradores menores e refinem a sua própria abordagem quando o assunto é inovação, adotando alguns comportamentos e abordagens dos mais novos.</p>
<p>Fonte: <a href="https://goo.gl/r5MMkA">Endeavor Brasil</a></p>
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