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	<title>receita &#8211; WayUp</title>
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		<title>COM O AUMENTO DE DESPESAS, O VAREJO BUSCA NOVAS RECEITAS</title>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2015 21:08:26 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Segundo Murilo Corrêa, diretor das Lojas Americanas, “o varejo é um negócio simples. Se você dificultar muito, você estraga”. Para ter sucesso, a premissa do setor é não errar no essencial: comprar bem e vender bem. Mas em períodos de insegurança e estagnação, o básico não é suficiente. De acordo com o IBGE, o início de 2015 foi o pior para o comércio na última década. Confirmando esta informação, relatórios de 12 redes varejistas com ação em bolsa, e vendas anuais R$26,58 bilhões, revelam que os seus custos operacionais estão subindo dois pontos percentuais acima da receita líquida.</p>
<p style="text-align: justify;">Os números apontam que as despesas com vendas, gerais e administrativas tiveram uma alta de 10,2% de janeiro a março, índice acima da inflação do período, 8,1% (IPCA até março), ao passo que a receita líquida e o lucro líquido aumentaram apenas 8,3% e 6% respectivamente. Isto indica que as empresas conseguiram repassar apenas uma parte das pressões ao preço, pois o aumento da receita foi resultado mais de remarcações de tabelas que de aumento em volume de vendas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Clique na tabela para ampliá-la</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.wayupbrasil.com/wp-content/uploads/2015/05/Matéria-valor-blog.png"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-887" src="http://www.wayupbrasil.com/wp-content/uploads/2015/05/Matéria-valor-blog.png" alt="Matéria valor blog" width="750" height="662" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong> releases divulgados pelas empresas e Valor Data</p>
<p style="text-align: justify;">Neste ano, um conjunto de fatores ameaça o bom desempenho do comércio. A alta do dólar, dos custos fixos (água, luz e planos de saúde empresariais) e a insegurança do consumidor agem simultaneamente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Multiplicadores de caixa</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para o especialista Nelson Barrizzelli, professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP, as empresas estão em busca de “multiplicadores de caixa”. Nelson explica que se as redes apenas cortam custos, o resultado é benéfico e positivo, mas acaba ali. Ao invés disso, elas buscam ações que aumentem o caixa num efeito contínuo, como uma nova receita.</p>
<p style="text-align: justify;">Como exemplo de novas receitas, as Casas Bahia passaram a oferecer e cobrar pelo serviço de montagem de móveis. No segmento de vestuário, a Riachuelo optou por reduzir os descontos oferecidos nas negociações com os clientes inadimplentes, e a Raia Drogaria começou a investir mais na cesta de produtos da marca Pluii, integrante do mesmo grupo.</p>
<p style="text-align: justify;">Outras empresas apostam na redução de custos, como o Grupo Pão de Açúcar, que dentre as novas medidas optou pelo compartilhamento de centros de distribuição de sites e lojas para diluir as despesas. Reforçar a venda dos produtos mais rentáveis também passou a fazer parte da estratégia de negócio de algumas redes.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas qual estratégia é a mais correta? Isto varia de acordo com as particularidades da organização. Para os analistas Guilherme Moura e Tales Paes, da Fator Corretora, um plano estratégico bem elaborado e maduro, e a boa gestão de estoques, por exemplo, terão mais efeitos nos resultados que o cenário macroeconômico. Segundo Moura, “as características de cada empresa vão garantir um bom desempenho ou uma deterioração ainda maior dos números”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nova receita através do cartão próprio</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Outra forma eficiente de obter nova receita é a implantação de <strong>cartão <em>private label</em></strong> como meio de pagamento. Com o <strong>cartão próprio</strong>, a empresa reduz as despesas com o pagamento de taxas aos cartões bandeirados, valor que pode ser bastante significativo levando em consideração o percentual de vendas realizadas através destes cartões. O varejista pode também se beneficiar das receitas financeiras oriundas da venda no plano rotativo e das taxas de cobrança, entradas que não ocorrem quando a empresa terceiriza sua gestão de crédito.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, <strong>o cartão próprio</strong> permite ao lojista o desenvolvimento de um maior relacionamento e consequentemente fidelização dos seus clientes, tendo em vista que esses passam a compor a sua base de clientes e não de terceiros.</p>
<p style="text-align: justify;">A WayUp realiza ações de relacionamento que incentivam o retorno do cliente e promovem a sua fidelização, além de possuir modernas ferramentas e um time de especialistas altamente qualificados para a avaliação de risco, minimizando as perdas com crédito do varejista.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre em contato conosco e conheça as soluções que a WayUp Brasil oferece para aumentar a receita da sua empresa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong> Valor Econômico</p>
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