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	<title>Vida digital &#8211; WayUp</title>
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	<title>Vida digital &#8211; WayUp</title>
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		<title>OS MARQUETEIROS DIZEM: &#8220;NÃO IGNORE A EXPERIÊNCIA NA LOJA&#8221;.</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Sep 2017 08:14:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Equilibrando as Interações com compradores. O marketing digital é extremamente importante, mas os aspectos mais físicos da interação com os compradores não podem ser ignorados. Uma nova pesquisa da CMO Council  com executivos de marketing seniores  descobriu que vários aspectos das compras  em lojas físicas, como promoções nas lojas, interações com representantes nas lojas e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Equilibrando as Interações com compradores.</h3>
<h4>O marketing digital é extremamente importante, mas os aspectos mais físicos da interação com os compradores não podem ser ignorados.</h4>
<p>Uma nova pesquisa da CMO Council  com executivos de marketing seniores  descobriu que vários aspectos das compras  em lojas físicas, como promoções nas lojas, interações com representantes nas lojas e embalagens de produtos, são elementos-chave de uma forte experiência multicanal.</p>
<p>A pesquisa foi encomendada por um grupo de empresas das indústrias de marketing, embalagem, impressão e sinalização.</p>
<p><a href="http://www.wayupbrasil.com/wp-content/uploads/2017/09/Pontos-e-Contato-que-mais-influenciam-na-decisão-de-compras-de-acordo-com-Gestores-de-Marca-mundialmente.-1.png"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-2543 aligncenter" src="http://www.wayupbrasil.com/wp-content/uploads/2017/09/Pontos-e-Contato-que-mais-influenciam-na-decisão-de-compras-de-acordo-com-Gestores-de-Marca-mundialmente.-1.png" alt="" width="631" height="635" /></a></p>
<p>Embora a publicidade digital fosse o ponto de contato mais comumente citado como tendo maior influência nas decisões de compra, muitos dos outros canais comumente mencionados não eram. &#8220;Representantes de vendas / serviços nas lojas&#8221; foram citados por quase todos os gestores de marketing na pesquisa</p>
<p>As redes sociais e um site corporativo foram amplamente mencionados, mas a promoção na loja e a embalagem de produtos foram exploradas por quase todos executivos.</p>
<p>No total, a pesquisa aponta para a natureza multicanal da jornada de compra e a multiplicidade de pontos de contato que podem estimular o consumidor a fazer uma compra.</p>
<p>Talvez não seja surpreendente, a pesquisa descobriu que quase nove em cada 10 gestores de marketing consideram que  &#8220;entregar uma experiência multicanal&#8221; é muito importante ou crítico.</p>
<p>A importância de uma experiência de multicanal pode ser vista nos resultados de uma pesquisa da TimeTrade, que perguntou aos usuários de internet dos EUA com que frequência pesquisou produtos on-line antes de fazer uma compra na loja</p>
<p><a href="http://www.wayupbrasil.com/wp-content/uploads/2017/09/Frequência-com-que-os-usuários-de-Internet-nos-Estados-Unidos-procuram-digitalmente-e-compram-em-lojas-físicas..png"><img decoding="async" class="wp-image-2541 aligncenter" src="http://www.wayupbrasil.com/wp-content/uploads/2017/09/Frequência-com-que-os-usuários-de-Internet-nos-Estados-Unidos-procuram-digitalmente-e-compram-em-lojas-físicas..png" alt="" width="586" height="586" /></a></p>
<p>A vasta maioria afirmou que compram online pelo menos a maior parte das vezes , com somente 10% informando que não o fazem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por: Monica Melton &#8211;  <a href="https://retail.emarketer.com/article/marketers-say-dont-overlook-in-store-experience/599c5017ebd40003acdf2e23?ecid=NL1014">eMarketer Retail </a></p>
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		<title>O VAREJO DO FUTURO</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Jul 2017 08:43:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
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					<description><![CDATA[Comércio caminha para um sistema de gestão cada vez mais integrado para a interação direta e personalizada com os clientes. Até pouco tempo atrás, o imaginário predominante a respeito do comércio local era aquele formado por um proprietário que controlava os saldos, as  vendas e a relação de credores por meio de uma simples caderneta guardada embaixo do balcão. [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Comércio caminha para um sistema de gestão cada vez mais integrado para a interação direta e personalizada com os clientes.</h3>
<p>Até pouco tempo atrás, o imaginário predominante a respeito do comércio local era aquele formado por um proprietário que controlava os saldos, as  vendas e a relação de credores por meio de uma simples caderneta guardada embaixo do balcão. Mas o fato é que, com o avanço tecnológico e com os novos padrões de comportamento dos consumidores, o sistema de gestão e de vendas mudou rapidamente, até mesmo nos pequenos estabelecimentos.</p>
<p>Nessa evolução varejista, o perfil do comércio mais sofisticado se direcionou para um sistema multicanal, capaz de oferecer um produto pelo mesmo preço, mesmas condições e mesma oferta não só na loja física, mas também pela internet e por televendas. Porém, mal esse tipo de serviço conhecido por omnichannel foi totalmente absorvido e aplicado pelo varejo brasileiro, surge um novo conceito, mais amplo, dinâmico e desafiador: <strong>o omnibusiness. </strong>Para Marcus Vinicius Slemian Gonçalves, Sócio-líder de Varejo da KPMG no Brasil,nessa evolução do omnichannel para o  omnibusiness, o varejista precisa dar um passo além, integrando toda a cadeia de negócio para entender o que o consumidor precisa e conseguir atender a demanda.“ Para isso, todas as áreas internas da empresa precisam funcionar, e o fornecedor tem de estar preparado para o atendimento personalizado”, afirma.</p>
<blockquote><p>“Este modelo tem como pilar principal o consumidor como centro da estratégia do negócio, não apenas como um  jargão de gestão mas, de fato, como o agente principal que irá determinar as ações das empresas, como elas irão se apresentar a esse consumidor e, mais importante, como elas vão interagir com ele”, complementa Paulo Ferezin,  sócio-diretor de Varejo e Mercados de Consumo da KPMG no Brasil.</p></blockquote>
<p>Segundo a edição mais recente da Top of Mind, pesquisa realizada pela KPMG em parceria com The Consumer Goods Forum, esse tipo de operação deve caracterizar o varejo em um futuro próximo. De acordo com o levantamento, do qual participaram 400 executivos de empresas no mercado de consumo de 27 países, 32% dos executivos dos setores de varejo e produção de bens de consumo afirmaram que, até 2018, planejam transformar as operações de varejo de canal único ou multicanal em empresas omnibusiness, ou seja, organizações integradas digitalmente, incluindo não somente canais de vendas, mas também de produção, estoque, marketing, vendas, pagamentos e distribuição.</p>
<p>De acordo com uma análise dos especialistas em varejo da KPMG, essa tendência decorre, essencialmente, do impacto dos “novos” consumidores, a geração do milênio. Os millennials procuram não apenas um produto, mas experiências de compra, para que sintam que o atendimento foi personalizado. Eles também possuem uma preocupação maior com os impactos no meio ambiente e com as relações transparentes e éticas das empresas que os atendem. Além disso, há efeitos decorrentes de uma mudança demográfica, com uma participação maior dos chamados mercados emergentes.</p>
<p><strong>Expectativas do consumidor</strong></p>
<p>O levantamento também envolveu a opinião de 7.100 consumidores em 19 países. Esse levantamento aponta um descompasso entre o que o consumidor espera quando faz uma compra e o que o varejista entende como expectativa do cliente.</p>
<p>Sessenta e sete por cento dos consumidores participantes apontaram, como fatores ou comportamentos comumente adotados no momento da compra, os seguintes itens: melhor experiência nas lojas; informações  detalhadas e transparentes sobre os produtos; melhores e mais variadas opções para retirada de produtos  comprados on-line ou devolução desses; e a prática de pesquisas on-line para identificar menores preços.</p>
<p>Por outro lado, as empresas classificaram esses fatores em um nível de importância inferior àquela atribuída pelo consumidor.</p>
<p>Nenhum desses itens atingiu um percentual de respostas favoráveis superior a 50% por parte das empresas. Apesar do resultado, Marcus Vinicius acredita que essa divergência com relação às expectativas do consumidor está mais relacionada às dificuldades do varejista em reagir à velocidade exigida pela geração millenium do que à própria falta de entendimento das novas necessidades de consumo.</p>
<blockquote><p>“As empresas têm processos internos, pessoas e cultura que não são  facilmente alteradas e, consequentemente  não conseguem mudar esses aspectos de forma rápida. Como  resultado, começamos a observar um gap entre o que o consumidor espera e o que o varejista entrega. A boa notícia é que este gap não é drástico, o varejista entende essa demanda e reage a ela, só que em um prazo maior. Evidência disso é que a maioria dos itens classificados como de alta importância pelos consumidores também foi classificado como tal pelo varejista, apenas como uma incidência menor”, afirma.</p></blockquote>
<p>Para identificar de forma mais veloz as novas tendências e construir processos ágeis para responder às demandas, as empresas estão investindo de forma significativa em uma análise de dados e tecnologias mais inteligentes. Essa é uma outra conclusão da pesquisa, na qual 29% dos participantes disseram que utilizam estratégias por meio de análise de dados (data  analytics), mas esse percentual deve atingir os 58% nos próximos dois anos. Ainda segundo o levantamento, as  técnicas utilizadas, como a análise preditiva, a análise do caminho percorrido pelo cliente até o momento da compra e a inteligência artificial, também  devem dobrar até 2018, subindo para 59%, 54% e 43%, respectivamente. “As empresas precisam coletar e analisar a maior quantidade possível de dados circunstanciais, situacionais e  comportamentais, para que possam  começar a entender por que, quando e como um consumidor toma uma decisão de compra em um determinado momento,”  diz Paulo Ferezin.</p>
<p><strong>Avanços no Brasil</strong></p>
<p>A pesquisa teve grande representatividade  da América do Sul, com 12% de participação, sendo que, desse total, 10% das respostas vieram do Brasil. Mas será  que o empresário brasileiro está preparado para um salto desses? Essa questão, para Marcus Vinicius, é  complexa, porque a pesquisa é global e, portanto, não envolve as dificuldades  operacionais de cada país. No Brasil, ele relaciona algumas especificidades que podem dificultar a velocidade desses avanços. Uma delas diz respeito a  questões legais e tributárias. “As vendas em uma loja física têm um tipo de tributação diferente daquela praticada no caso de uma compra on-line.</p>
<p><strong>Negócios</strong></p>
<p>Ou seja, o empresário tem um grande desafio para equalizar preços em um cenário de tributação complexa. Para que tenhamos uma operação verdadeiramente omnichannel, o cliente que compra na loja física deveria pagar o mesmo preço que  em uma compra on-line”, exemplifica. Outra barreira é o menor avanço das estratégias digitais.</p>
<p>Enquanto em outros países a tecnologia de rastreamento por aproximação é comum, no Brasil ainda é uma tecnologia pouco disponível, sendo utilizada apenas em grandes redes. O mesmo vale para o  uso de smartphones. A tecnologia de acompanhamento do comportamento de compra é dependente do uso deste tipo de aparelho pelo consumidor e, no Brasil, mesmo que em crescimento significativo de vendas, o percentual de uso de smartphones na  população ainda é baixo quando comparado com países mais desenvolvidos”, exemplifica.</p>
<p>Apesar dessas especificidades locais, Marcus Vinicius avalia que os grandes varejistas já estão preparados para essa fase mais avançada. “Não podemos generalizar essa questão. Quando falamos de e-commerce no Brasil, não há um grande varejista que não tenha estabelecido uma tecnologia de rastreamento de comportamento do consumidor e estratégias de ofertas direcionadas e customizadas. Ele já tem essa preocupação. Os varejistas de menor porte podem ainda não ter alcançado esse patamar, mas irão se adaptar, porque as questões legais e tributárias irão melhorar, e as necessidades de evolução estratégica chegarão numa velocidade maior do que muitos pensam”, finaliza.</p>
<p><strong>Para visualizar a pesquisa, acesse: https://goo.gl/VIrCRc</strong></p>
<p>Fonte &#8211; <a href="https://assets.kpmg.com/content/dam/kpmg/br/pdf/2016/12/br-kpmg-business-magazine-39-negocios.pdf"> KPMG</a></p>
<p>Imagem: Freepik</p>
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		<title>POR QUE AS EMPRESAS DEVEM UTILIZAR A ESCUTA SOCIAL.</title>
		<link>https://www.wayupbrasil.com/blog/por-que-as-empresas-devem-utilizar-a-escuta-social/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[codelapa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 May 2017 08:29:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As empresas precisam saber por que as pessoas estão falando sobre sua marca on-line e como responder para melhorar o atendimento ao cliente, recrutar novos funcionários e monitorar sua concorrência. Para mostrar às empresas por que essas conversas são importantes, a Clutch pesquisou 300 empresas médias e grandes que usam ferramentas de escuta social. As [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As empresas precisam saber por que as pessoas estão falando sobre sua marca on-line e como responder para melhorar o atendimento ao cliente, recrutar novos funcionários e monitorar sua concorrência. Para mostrar às empresas por que essas conversas são importantes, a Clutch pesquisou 300 empresas médias e grandes que usam ferramentas de escuta social.</p>
<p>As marcas estão usando plataformas de escuta de mídia social principalmente para melhorar o atendimento ao cliente, alcançar novos públicos, obter feedback sobre produtos / serviços e monitorar questões / preocupações, de acordo com um relatório recente da Clutch.</p>
<p>O relatório foi baseado em dados de uma pesquisa com 300 pessoas em empresas com mais de 100 funcionários cujos entrevistados usam uma ferramenta de software para monitoramento / monitoramento de mídias sociais; 74% deles trabalham para empresas B2C, e 26% trabalham para empresas B2B.</p>
<p>Os entrevistados que usam ferramentas de escuta / monitoramento de mídia social dizem que os principais objetivos são melhorar o atendimento ao cliente (21% citam como meta) e alcançar novos clientes (21%).</p>
<p>As marcas dizem que os principais benefícios do uso de plataformas de escuta de mídia social são receber feedback para melhorar produtos / serviços (25% citam como um benefício) e atrair novos clientes (24%).</p>
<p>Os respondentes dizem que as principais coisas que monitoram com as ferramentas de escuta da mídia social são as solicitações / preocupações / perguntas dos clientes (86% fazem isso) e a concorrência (77%).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.wayupbrasil.com/wp-content/uploads/2017/05/Feedback-para-melhorar-produto.png"><img decoding="async" class=" wp-image-2344 aligncenter" src="http://www.wayupbrasil.com/wp-content/uploads/2017/05/Feedback-para-melhorar-produto.png" alt="" width="627" height="628" /></a></p>
<h3>A escuta social vai além do rastreamento de métricas de vaidade.</h3>
<p>A análise e a reflexão envolvidas na escuta social são o que a fazem se destacar do rastreamento de métricas de vaidade nas mídias sociais, como número de gostos, compartilhamentos, seguidores, downloads ou visualizações de página.</p>
<p>A escuta social é o processo de monitoramento de termos, produtos e conceitos associados à sua marca em vários sites diferentes, incluindo canais de mídia social, blogs, fóruns de perguntas e respostas e fontes de notícias.</p>
<p>Pense nos dados coletados através da escuta social como uma pesquisa multidão-sourced sobre sua indústria e base de clientes. &#8220;As pessoas falam sobre suas emoções e experiências on-line&#8221;, diz Magda Urbaniak, Gerente de Comunidade Global da Brand24, uma ferramenta de monitoramento de mídia social.</p>
<p>A escuta social não só lhe dá informações sobre sua indústria e clientes, mas também incentiva você a responder ao que eles estão dizendo. &#8220;Aqueles que esperam uma reação precisam saber que você está lá e pronto para participar&#8221;, diz Urbaniak.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Clutch.co e Marketing Proofs</p>
<p>Imagem: Projetado por Creativeart &#8211; Freepik.com</p>
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		<item>
		<title>AUMENTA A UTILIZAÇÃO DE DISPOSITIVOS MÓVEIS E NEGÓCIOS IN-LINE NO PAÍS.</title>
		<link>https://www.wayupbrasil.com/blog/aumenta-a-utilizacao-de-dispositivos-moveis-e-negocios-in-line-no-pais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[codelapa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Mar 2017 08:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Para “fazer mais com menos” no cenário de dificuldades econômicas no ano passado, os brasileiros apelaram para pesquisas mais frequentes em lojas para encontrar as melhores ofertas. Segundo a Total Retail 2017, da PwC, 63% dos entrevistados disseram ter realizado mais pesquisas de preço em diferentes varejistas para encontrar o menor preço e, dessa forma, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para “fazer mais com menos” no cenário de dificuldades econômicas no ano passado, os brasileiros apelaram para pesquisas mais frequentes em lojas para encontrar as melhores ofertas. Segundo a Total Retail 2017, da PwC, 63% dos entrevistados disseram ter realizado mais pesquisas de preço em diferentes varejistas para encontrar o menor preço e, dessa forma, economizar.</p>
<p>Outras medidas adotadas pelos brasileiros para enfrentar a crise foram: redução de frequência de entretenimento (restaurante, bares, entre outros), adotada por 49% dos entrevistados; visitas mais frequentes a lojas em busca de ofertas (46%); e restrição de compras a artigos de primeira necessidade (43%).</p>
<p>A Total Retail é o levantamento anual da PwC sobre os hábitos de compra no varejo virtual e físico, realizado globalmente pelo sexto ano consecutivo. A pesquisa ouviu cerca de 24 mil consumidores em 29 países, entre eles cerca de 1.000 entrevistas no Brasil.</p>
<p>De acordo com a pesquisa, num cenário de melhora na economia, 41% dos brasileiros pretendem preservar os hábitos de consumo e poupar dinheiro. E outros 38% farão mais pagamentos à vista.</p>
<blockquote><p>“Por conta da crise econômica, o brasileiro se viu forçado a reduzir os gastos e buscar melhores ofertas e oportunidades de descontos em pacotes de compras”, diz Ricardo Neves, sócio da PwC e especialista em Varejo e Consumo. “Segundo a pesquisa, o consumidor deve manter seus novos hábitos mesmo com a melhora da economia, o que trará maior competição ao setor varejistas no País.”</p></blockquote>
<p>As compras on-line estão ganhando relevância no Brasil nos últimos anos. Em 2012, 70% das pessoas afirmavam realizar compras em lojas físicas pelo menos uma vez por mês. Hoje, são 55%, a mesma porcentagem que afirma utilizar o computador mensalmente para fazer aquisições. O canal que apresentou maior crescimento foi o smartphone, que era usado por 15% das pessoas e, agora, por 31%. “A evolução tecnológica dos dispositivos e a conveniência do canal explica o crescimento do uso de smartphones para compras”, diz Neves.<br />
A pesquisa aponta ainda que, no Brasil, os dispositivos móveis são, na média, mais utilizados do que nos outros países: 53% dos brasileiros pesquisam produtos on-line, ante 44% da média mundial, e 45% comparam preço (globalmente, são 38%).<br />
Apesar de gostarem de receber ofertas em seus smartphones (53%) e de considerarem até a utilização dele no pagamento das compras (55%), a maioria dos consumidores brasileiros (64%) ainda teme pela segurança da privacidade de suas informa- ções pessoais durante a compra on-line via dispositivos móveis.</p>
<p>Entre os produtos que os consumidores brasileiros preferem adquirir on-line estão os livros, músicas, videogames e eletrônicos. Para as categorias alimentos, móveis, objetos de decoração e materiais de construção, os consumidores ainda preferem visitar a loja física para experimentar e testar produtos.</p>
<p>Os fatores com maior importância para a experiência do consumidor nas compras em lojas físicas, e os graus de satisfação com tais fatores, também foram levantados. Para 88% dos entrevistados, o nível de conhecimento do vendedor em relação ao produto é importante ou muito importante, assim como a possibilidade de verificar estoque em outras lojas da rede ou on-line (80%) e ofertas personalizadas (73%). Porém, os consumidores apontaram níveis diferentes de satisfação com tais itens, dizendo-se satisfeitos ou muito satisfeitos 56%, 57% e 51% respectivamente aos fatores acima citados.</p>
<p>As mídias sociais também exercem um papel relevante: 40% dos brasileiros se sentem motivados a realizar uma compra ao visitar a página do varejista, enquanto 61% levam em consideração avaliações e comentários sobre o produto compartilhados nas redes. “O brasileiro acessa com frequência as redes sociais e tem utilizado cada vez mais deste canal para trocar experiências de consumo”, diz Neves.</p>
<p>Fonte: <a href="http://jcrs.uol.com.br/">Jornal do Comércio</a></p>
<p>Imagem: Freepik</p>
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		<title>TENDÊNCIAS 2017 DO MARKETING DIGITAL NAS PEQUENAS EMPRESAS.</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2017 08:28:40 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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		<category><![CDATA[Vida digital]]></category>
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					<description><![CDATA[A Mídia social é a principal tática/canal de marketing na qual as pequenas empresas  planejam realizar um investimento adicional em 2017, de acordo com recente pesquisa realizada pela Infusionsoft. O relatório foi baseado em informações de pesquisa com 1.000 pequenas empresas dos Estados Unidos. Os respondentes foram pesquisados quanto ao uso atual e planejado  de marketing [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Mídia social é a principal tática/canal de marketing na qual as pequenas empresas  planejam realizar um investimento adicional em 2017, de acordo com recente pesquisa realizada pela Infusionsoft.</p>
<p style="text-align: justify;">O relatório foi baseado em informações de pesquisa com 1.000 pequenas empresas dos Estados Unidos. Os respondentes foram pesquisados quanto ao uso atual e planejado  de marketing digital.</p>
<p style="text-align: justify;">Cerca de 56% dos respondentes dizem esperar gastar mais em mídia social este ano do que no ano passado; 33% planeja gastar mais em mídia digital e 32% planeja investir mais em SEO ( Search Engine Optimization).</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.wayupbrasil.com/wp-content/uploads/2017/02/2.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2146 aligncenter" src="http://www.wayupbrasil.com/wp-content/uploads/2017/02/2.png" alt="2" width="446" height="374" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A tática mais popular  no mix de marketing digital das pequenas empresas em 2017 são Redes Sociais (70% planeja usar), e-mail marketing (44%), mídia digital (42%) e search engine optimization  &#8211; SEO  (39%).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.wayupbrasil.com/wp-content/uploads/2017/02/3.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2147 aligncenter" src="http://www.wayupbrasil.com/wp-content/uploads/2017/02/3.png" alt="3" width="471" height="395" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O Facebook é a plataforma de rede social mais popular entre os proprietários de pequenas empresas (72% das empresas dizem utilizar regularmente para objetivos de marketing); Twitter está em segundo lugar (37%), seguido pelo Instagram (33%) e LinkedIn (24%).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.wayupbrasil.com/wp-content/uploads/2017/02/4.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2148 aligncenter" src="http://www.wayupbrasil.com/wp-content/uploads/2017/02/4.png" alt="4" width="502" height="421" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Cerca de 69% das pequenas empresas dizem criar conteúdo para redes sociais; e o e-mail é o segundo tipo de conteúdo  mais popular (43% das pequenas empresas afirma criar conteúdo de e-mail), seguido pela postagem de blogs e artigos (34%).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.wayupbrasil.com/wp-content/uploads/2017/02/5.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2149 aligncenter" src="http://www.wayupbrasil.com/wp-content/uploads/2017/02/5.png" alt="5" width="453" height="380" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pesquisa realizada pela Infusionsoft.</p>
<p>Fonte:<a href="https://www.marketingprofs.com/charts/2017/31534/small-business-digital-marketing-trends-for-2017"> www.marketingprofs.com</a></p>
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		<title>ANÁLISE PREDITIVA: PREVENDO O FUTURO NO VAREJO SEM BOLA DE CRISTAL</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Nov 2016 09:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[varejo]]></category>
		<category><![CDATA[Vida digital]]></category>
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					<description><![CDATA[Primeiro, uma advertência, diante do forte crescimento dos sistemas inteligentes no ambiente empresarial: as ferramentas de analytics preditivas não são bolas de cristal para prever o futuro. E muito menos conseguem fazer todo o trabalho sozinhas. Mas podem, muito bem, identificar alguns cenários e tendências que os gestores devem analisar e decidir qual o melhor [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Primeiro, uma advertência, diante do forte crescimento dos sistemas inteligentes no ambiente empresarial: as ferramentas de <strong>analytics</strong> <strong>preditivas</strong> não são bolas de cristal para prever o futuro. E muito menos conseguem fazer todo o trabalho sozinhas. Mas podem, muito bem, identificar alguns cenários e tendências que os gestores devem analisar e decidir qual o melhor caminho a ser seguido.</p>
<p>O sucesso na utilização de modelos preditivos depende fundamentalmente da interpretação de dados e da capacidade decisória por parte dos gestores. Este tipo de solução é utilizada para fazer previsões sobre eventos futuros, a partir de uma combinação de técnicas de data mining, estatística, algoritmos matemáticos, modelagem de dados e até mesmo conceitos de inteligência artificial. Tomando por base padrões encontrados em dados históricos e tendências relacionadas com cada modelo de negócio, um gestor com conhecimento da estratégia da empresa e das principais tendências de negócios, consegue identificar riscos e oportunidades futuras.</p>
<p>Mas como isso pode ajudar os varejistas brasileiros? Por ser uma ferramenta preditiva, serve para antecipar situações e, com isso, permite que seja adotado um comportamento muito mais proativo.  Para começar a usar uma ferramenta deste tipo com êxito, o que primeiro deve ser definido é qual o problema que queremos resolver. E são vários os problemas que podem ser trabalhados por soluções preditivas no varejo. Entre eles, a abertura e fechamento de lojas.</p>
<p>Todos sabemos dos elevados valores que são necessários tanto na abertura quanto no fechamento de lojas. O biênio 2015 / 2016 foi um dos períodos com maior fechamento de lojas no Brasil e isso é um péssimo indicador. Como a análise preditiva pode ajudar? Um bom começo é a análise dos dados históricos de faturamento, ticket médio e rentabilidade, para identificar quais lojas com maior probabilidade devem ser fechadas. Com a ressalva de que sempre o gestor deve analisar este resultado e definir qual seria o momento mais adequado para se fazer isso.</p>
<p>Com a retomada do crescimento, a análise preditiva pode criar cenários que indiquem formatos, tamanhos e até locais onde podem ser abertas as novas lojas, com base em parâmetros como o faturamento por metro quadrado ou mesmo a rentabilidade total da loja.</p>
<p>O mesmo modelo preditivo é usado no entendimento de vendas cruzadas de produtos. É fato que os modelos descritivos já são utilizados por supermercados, drogarias e fast fashion, entre outros, que analisam com precisão os tickets gerados diariamente e conseguem identificar quais produtos puxam as vendas de outros artigos. Desta forma, ajudam o setor comercial a maximizar combos e promoções cruzadas.</p>
<p>O que o modelo preditivo pode fazer neste mesmo cenário e, com uso da mesma base de dados no modelo descritivo, é simular com maior assertividade como será a entrada de um novo produto ou mesmo uma nova categoria no portfólio. E de que forma pode-se esperar que este produto se comporte frente a promoções e até o que ele pode puxar de venda cruzada ou mesmo canibalizar.</p>
<p>E por falar em promoções, esta é seguramente uma das áreas que podem e devem ser muito exploradas por modelos preditivos. O nirvana em termos de promoção é a personalização total, a promoção one to one, mas isso está longe de ser uma realidade no momento. Evidente que fazer promoções massivas com baixa resposta e aceitação não é o que os varejistas desejam. A análise preditiva pode contribuir muito neste sentido, pois ajuda identificar quais grupos a aceitação de determinada promoção será maior ou mesmo onde será possível obter o melhor retorno nas promoções oferecidas. Isso com certeza aumenta a efetividade das promoções, além de trazer ganhos operacionais para os varejistas.</p>
<p>Claro que as perspectivas para utilização de modelos preditivos é muito promissora, mas mesmo com uma ferramenta poderosa como esta, nunca é demais lembrar que o resultado final depende diretamente daqueles que irão interpretar os dados. Além disso, quanto mais alta a qualidade dos dados e mais aderentes à realidade do negócio, melhor serão os resultados que podemos obter com a análise preditiva.</p>
<p>Fonte: <a href="http://itforum365.com.br/noticias/detalhe/121855/analise-preditiva-prevendo-o-futuro-no-varejo-sem-bola-de-cristal">ITForum 365</a></p>
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		<title>SUA VIDA DIGITAL ESTÁ UM CAOS?</title>
		<link>https://www.wayupbrasil.com/blog/sua-vida-digital-esta-um-caos-confira-dicas-de-joshua-zerkel-diretor-mundial-do-evernote/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[codelapa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2015 14:56:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Organização]]></category>
		<category><![CDATA[Vida digital]]></category>
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					<description><![CDATA[Confira dicas de Joshua Zerkel, Diretor Mundial do Evernote  para organizar a sua vida digital. Assim como em seu escritório ou em casa, o seu mundo digital também pode se tornar muito confuso ao longo do tempo. Se você está armazenando arquivos antigos ou se utilizou desnecessariamente a App Store, o seu telefone, tablet e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Confira dicas de Joshua Zerkel, Diretor Mundial do Evernote  para organizar a sua vida digital.<br />
</strong><br />
Assim como em seu escritório ou em casa, o seu mundo digital também pode se tornar muito confuso ao longo do tempo. Se você está armazenando arquivos antigos ou se utilizou desnecessariamente a App Store, o seu telefone, tablet e computador são paraísos principais para os detritos digitais que podem ficar no caminho de sua produtividade. Uma boa limpeza não significa apenas a remover e organizar sua a dispensa ou armário.</p>
<p>Aqui estão seis maneiras de você cortar a sua desorganização e limpar a sua vida digital:</p>
<p><strong>Encare a bagunça eletrônica</strong>. Oprimido por todos os arquivos e ícones que tomam conta de seu computador desktop? Re-ordene seu desktop bagunçado deletando arquivos antigos, sem título e duplicados e organizando os que você usa com freqüência para que eles estejam fáceis de encontrar.</p>
<p><strong>Guarde apenas o essencial</strong>. Antes de salvar um documento ou mensagem de e-mail, pense se você vai precisar desta informação no futuro. Se a resposta for “Não”, a exclua ou coloque na lixeira (e não apenas a arquive). Adquira o hábito de rever periodicamente o conteúdo antigo em seu computador e se livre da informação que não é mais útil.</p>
<p><strong>Simplifique a estrutura.</strong> Se você usar pastas dentro de pastas (dentro de pastas) para manter seus arquivos organizados, ou, inversamente, se tudo está em sua pasta ‘Documentos’, é hora de simplificar sua estrutura organizacional. Tente mover seus documentos para o Evernote onde você pode facilmente procurar o que você precisa em vez de navegar através de pastas intermináveis e complicadas.</p>
<p><strong>Livre-se de arquivos pesados</strong>. Use a pesquisa built-in do seu computador para procurar por arquivos que estão acima de um determinado tamanho (digamos, 10 ou 20 MB). Apague o que você não precisa, pois você não só simplificará o seu armazenamento, como também irá liberar uma grande quantidade de espaço rapidamente.</p>
<p><strong>Pare de acumular aplicativos!</strong> Elimine os aplicativos que você realmente não usa mais no seu telefone ou tablet. Ter um monte de aplicativos que você não usa regularmente é como ter pilhas de papel em sua mesa—ninguém gosta de procurar no meio da bagunça para encontrar algo.</p>
<p><strong>Não tenha medo de jogar fora.</strong> Na era da fotografia digital, as pessoas estão tirando— e armazenando — mais fotos do que nunca. Alguma foto com composição ruim, fora de foco, ou fotos com qualidade baixa? Exclua. Muitas fotos do mesmo evento, férias, ou grupo? Mantenha apenas as melhores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Joshua Zerkel (Diretor Mundial de Gerenciamento de Contas e Treinamentos do Evernote), por Julia Figueiredo.</p>
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