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	<title>Tecnologia &#8211; WayUp</title>
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	<title>Tecnologia &#8211; WayUp</title>
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		<title>40% dos brasileiros já usam meios de pagamento digitais, aponta estudo</title>
		<link>https://www.wayupbrasil.com/blog/40-dos-brasileiros-ja-usam-meios-de-pagamento-digitais-aponta-estudo/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Dec 2020 14:32:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cartão de crédito]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisa sobre hábitos de consumo em 15 países mostra ritmo acelerado na adoção de novas tecnologias de pagamento no Brasil; Argentina lidera entre latinos Por Gabriel Rubinsteinn &#8211; exame.com Publicado em: 03/12/2020 “Generation Pay”, estudo conduzido pela empresa de pesquisas Savanta, a pedido da norte-americana FIS, que presta serviços financeiros no mundo todo, mapeia como [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>Pesquisa sobre hábitos de consumo em 15 países mostra ritmo acelerado na adoção de novas tecnologias de pagamento no Brasil; Argentina lidera entre latinos</h4>
<h6>Por Gabriel Rubinsteinn &#8211; <a href="https://exame.com/" target="_blank" rel="nofollow noopener">exame.com</a><br />
Publicado em: 03/12/2020</h6>
<p>“Generation Pay”, estudo conduzido pela empresa de pesquisas Savanta, a pedido da norte-americana FIS, que presta serviços financeiros no mundo todo, mapeia como as diferentes <a href="https://www.wayupbrasil.com/blog/como-diferentes-geracoes-consomem-lidam-com-credito/" target="_blank" rel="noopener">gerações</a> estão pagando e gastando dinheiro desde o início da pandemia em diversos países, inclusive o Brasil. Entre as descobertas da pesquisa, o crescente interesse por meios de pagamento digitais, já presentes entre todas as faixas etárias, que é usado por um terço da população. A pesquisa também descobriu, entre outras coisas, que cerca de 25% das pessoas já faz compras via redes sociais.</p>
<p>O levantamento se baseia em entrevistas realizadas com 15 mil pessoas, espalhadas por 15 diferentes países, em junho de 2020. Além do Brasil, fizeram parte da pesquisa Argentina, Austrália, Canadá, China, Colômbia, França, Alemanha, Japão, México, Holanda, Singapura, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos.</p>
<p>“Apesar dos jovens serem os grandes usuários das novas formas para pagamentos, todas as gerações já estão adotando as eWallets [carteiras digitais] de maneira regular, e o nosso estudo mostra que há interesse deste público mais sênior em acompanhar as tecnologias emergentes. Essa migração para métodos de pagamentos mais digitais já estava em andamento, mas se acelerou fortemente com a pandemia de Covid-19 e deve permanecer mesmo após o fim das medidas de distanciamento social” disse Juan D’Antiochia, Gerente Geral para Global eCommerce da Worldpay Merchant Solutions, que pertence à FIS.</p>
<p>D’Antiochia também acredita que o processo de digitalização financeira, que se intensificou no mundo todo durante a pandemia, é um caminho sem volta: “A pandemia acelerou um processo já em andamento, e abriu caminhos para consumidores mais conservadores iniciarem um contato com novos métodos de pagamento mais digitais, como o contactless. Esse tipo de pagamento, assim como as carteiras digitais, entregam uma experiência mais suave e sem atritos. Logo, mais positiva. Quando o usuário entende e acessa meios mais fáceis e seguros para fazer algo, dificilmente retorna aos processos anteriores”.</p>
<p>Dinheiro e cartões de crédito seguem dominantes entre os consumidores de todas as idades, mas as carteiras digitais já são adotadas por membros de todas as gerações, no mundo todo. No Brasil, 39,5% já utilizam a tecnologia no dia a dia — um número relativamente baixo quando comparado à países como China (63,25%) e Singapura (52,5%), mas acima de regiões como Espanha (32,5%), Reino Unido (31,25%) e Estados Unidos (39%).</p>
<p>O levantamento também mostra que, mesmo familiarizados e imersos no ambiente digital, os Millenials (24 a 39 anos) se mostram mais preocupados com segurança do que gerações mais velhas na hora de realizar pagamentos digitais – como eWallets e sistemas contactless. No entanto, a conveniência ganha da preocupação e essa é a geração que mais adota as carteiras digitais. No caso brasileiro, o uso desse tipo de ferramenta é mais intenso justamente nessa faixa etária, onde 46% dos entrevistados já adotaram seu uso rotineiro.</p>
<p>As outras faixas etárias também já têm adoção considerável no país: 37% da Geração Z (18 a 23 anos), 40% da Geração X (40 a 54 anos) e 35% dos Baby Boomers (55 a 73 anos). O Brasil, aliás, é o terceiro país com mais Baby Boomers adotantes de carteiras digitais ou móveis entre os 15 pesquisados, atrás apenas da China (52%) e de Singapura (39%). Na América Latina, o país mais avançado em relação à adoção de métodos de pagamento digitais é a Argentina — 45% dos entrevistados e 57% dos Millenials.</p>
<p>“No Brasil, chegamos em um ponto tão efervescente do mercado de pagamentos que o objetivo é atender às expectativas e necessidades de todas as gerações, com um ecossistema que possibilita a oferta de diversos meios de pagamentos, com a entrega de uma experiência positiva ao consumidor. É claro que a transição para o digital é irrefreável, mas ela não acontecerá da noite para o dia. A possibilidade do comprador pagar como quiser, seja com cartão de débito, seja com uma eWallet, mostra o nível de maturidade do setor no país”, afirmou D’Antiochia.</p>
<p>O lançamento do Pix, que permite pagamentos instantâneos móveis com o uso de QR Codes, além da implementação do Open Banking marcada para 2021, a popularização de bancos digitais e o crescimento do mercado de criptoativos, somada ao contexto de isolamento provocado pela pandemia, tendem a promover uma rápida mudança no cenário financeiro que, como mostra a pesquisa, já acontece em ritmo bastante acelerado.</p>
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		<title>Aplicativo WayCard – conheça as suas funcionalidades e como ele pode ajudar o varejo</title>
		<link>https://www.wayupbrasil.com/blog/aplicativo-waycard-conheca-as-suas-funcionalidades-e-como-ele-pode-ajudar-no-varejo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[codelapa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Aug 2019 18:18:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cliente]]></category>
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		<category><![CDATA[Cartão Digital]]></category>
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					<description><![CDATA[Já imaginou como seria para o seu cliente poder contar com crédito pré-aprovado e um sistema de pagamento próprio da sua loja? E ainda, ele poder acompanhar todas as compras e faturas por meio de um aplicativo? Assim é com o  Cartão Private Label WayCard, o cartão de loja próprio- físico ou  digital, que substitui [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Já imaginou como seria para o seu cliente poder contar com crédito pré-aprovado e um sistema de pagamento próprio da sua loja? E ainda, ele poder acompanhar todas as compras e faturas por meio de um aplicativo?</p>
<p>Assim é com o  Cartão Private Label WayCard, o cartão de loja próprio- físico ou  digital, que substitui os antigos crediários e carnês. Ele vem com uma proposta inovadora de trazer fidelidade e rentabilidade para o lojista e comodidade, praticidade e facilidade de compra para o portador do cartão.</p>
<p>Além de trazer mais comodidade e fidelidade ao seu cliente, com o cartão ele tem prazos de  parcelamento exclusivos.  O lojista tem total autonomia na decisão de risco a ser assumido e na gestão do seu negócio.</p>
<p>E, como sempre, pensando em pessoas para gerar valor e experiência ao portador do cartão, criamos o <a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=br.com.ercard.appwayup.cliente&amp;hl=pt_BR">Aplicativo WayCard</a> nas versões Android e IOS.</p>
<p>O aplicativo é totalmente gratuito e oferece uma série de serviços e informações que facilitam o acompanhamento do cartão pelo cliente.  Veja algumas das funcionalidades disponíveis:</p>
<p><strong>1)Visualização de compras.</strong></p>
<p>Pelo aplicativo, é possível acompanhar em tempo real todas as compras realizadas .</p>
<p><strong>2)Acompanhamento das faturas.</strong></p>
<p>Todas as faturas na palma da mão. O cliente pode acessar a sua fatura até 10 dias antes do vencimento.</p>
<p><strong>3)Pontos fidelidade.</strong></p>
<p>A cada compra realizada, pontos gerados e descontos na troca de produtos. É possível acompanhar em tempo real os pontos acumulados até o momento, criando assim, uma percepção de benefício ao cliente.</p>
<p><strong>4)Limites atualizados.</strong></p>
<p>No Aplicativo, o portador do cartão acompanha em tempo real os seus limites de crédito: à vista, parcelado e rotativo e, assim, pode programar suas compras com tranquilidade.</p>
<p>Como podemos ver, são muitas as vantagens apresentadas pelo Aplicativo<a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=br.com.ercard.appwayup.cliente&amp;hl=pt_BR"> WayCard App</a> para o cliente portador do cartão da loja. E para o lojista fazer a gestão é simples, basta indicar o uso do aplicativo  ao  emitir um novo cartão.</p>
<p>Cartão WayCard – Rentabilidade e Fidelidade</p>
<p>Saiba mais sobre o Cartão WayCard <a href="https://www.wayupbrasil.com/waycard-credito/" target="_blank" rel="noopener">Crédito</a> e <a href="https://www.wayupbrasil.com/waycard-fidelidade/" target="_blank" rel="noopener">Fidelidade</a></p>
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		<title>Consumidores têm mais probabilidade de usar tecnologia emergente quando interagem com varejistas</title>
		<link>https://www.wayupbrasil.com/blog/consumidores-tem-mais-probabilidade-de-usar-tecnologia-emergente-quando-interagem-com-varejistas/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Aug 2019 18:19:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[chatbot]]></category>
		<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
		<category><![CDATA[Chatbot]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Blake Droesch &#8211; eMarketer Os consumidores hesitam frequentemente a se engajar com os mais novos recursos automáticos de serviços ao cliente. Nas indústrias de saúde e serviços financeiros muitos preferem realizar consultas com pessoas pelos meios tradicionais. Porém, no varejo, mais pessoas tendem a usar tecnologias emergentes – incluindo chatbots e inteligência artificial (AI). [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h6>Por Blake Droesch &#8211; eMarketer</h6>
<p>Os consumidores hesitam frequentemente a se engajar com os mais novos recursos automáticos de serviços ao cliente. Nas indústrias de saúde e serviços financeiros muitos preferem realizar consultas com pessoas pelos meios tradicionais. Porém, no varejo, mais pessoas tendem a usar tecnologias emergentes – incluindo chatbots e inteligência artificial (AI).</p>
<p>Quase metade (49%) dos consumidores norte-americanos entrevistados pela empresa de análise de rastreamento e análise de chamadas Invoca e The Harris Poll disseram confiar na consultoria gerada pela tecnologia da IA ​​na categoria de varejo &#8211; mais do que qualquer outra categoria analisada. Uma porcentagem menor (38%) disse que confiaria em consultoria automatizada para serviços de hospitalidade, enquanto menos entrevistados disseram o mesmo para serviços de saúde (20%) e serviços financeiros (19%).</p>
<p>Uma pesquisa de abril de 2019 da Drift, empresa de serviços de chatbot, encontrou descobertas semelhantes ao analisar o engajamento do chabot. Aproximadamente quatro em cada 10 usuários de internet dos EUA disseram que usaram chatbots para interagir com varejistas de alguma forma de moda. Em comparação, menos de um quarto dos consumidores recorreram aos chatbots para serviços como serviços de saúde, serviços públicos, entretenimento e serviços financeiros.</p>
<p>Para os varejistas, a tecnologia chatbot não é apenas uma ferramenta de atendimento ao cliente &#8211; ela também pode coletar dados exclusivos de clientes primários, de acordo com Yash Kotak, co-fundador e CEO da plataforma direta ao consumidor Jumper.ai:  “Quando se trata de conversas, os [chatbots] tornam-se uma conexão cara-a-cara”, disse Kotak. “Também ajuda [varejistas] a coletar dados sobre onde esse cliente está localizado e suas preferências de compra. Você pode fazer perguntas em que eles se sentem à vontade respondendo em um formato de conversação em vez de preencher um formulário. ” Apesar do uso entre os compradores de varejo, os chatbots ainda são uma das mídias menos preferidas para se comunicar com uma empresa, de acordo com o estudo da Drift.</p>
<p>Quando questionados sobre quais plataformas os consumidores usavam para se comunicar com uma organização no ano passado, a maioria disse e-mail (65%) e telefone (55%), enquanto apenas 13% dos entrevistados disseram que usavam chatbots.</p>
<h6>Fonte: <a href="https://www.emarketer.com/content/consumers-are-more-likely-to-use-emerging-technology-when-interacting-with-retailers?ecid=NL1014" target="_blank" rel="noopener">eMarketer</a></h6>
<p>Conheça as nossas soluções de Tecnologia para o varejo:</p>
<p><a href="https://www.wayupbrasil.com/waycard-credito/" target="_blank" rel="noopener">Cartão de loja</a></p>
<p><a href="https://www.wayupbrasil.com/waycard-fidelidade/" target="_blank" rel="noopener">WayCard Fidelidade</a></p>
<p>WayCard: Relacionamento e rentabilidade para o lojista.</p>
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		<title>Oportunidades dos varejistas ao Consumidor Phygital</title>
		<link>https://www.wayupbrasil.com/blog/oportunidades-dos-varejistas-ao-consumidor-phygital/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[codelapa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jul 2019 19:04:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
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		<category><![CDATA[Phygital]]></category>
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					<description><![CDATA[Atualmente, é cada vez mais comum os consumidores adquirirem produtos e serviços por meio da internet. A ideia é aproveitar todo o potencial de engajamento que os meios digitais oferecem — especialmente para um público constantemente conectado — e proporcionar soluções úteis para o dia a dia das pessoas. Seguindo neste conceito, o termo Phygital [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h6>Atualmente, é cada vez mais comum os consumidores adquirirem produtos e serviços por meio da internet.</h6>
<p>A ideia é aproveitar todo o potencial de engajamento que os meios digitais oferecem — especialmente para um público constantemente conectado — e proporcionar soluções úteis para o dia a dia das pessoas. Seguindo neste conceito, o termo Phygital chegou para definir o tipo de consumidor atual e os varejistas podem aproveitar este termo para atualizar a sua estratégia de marketing e vendas.</p>
<p><strong>MAS AFINAL, O QUE SIGNIFICA O TERMO PHYGITAL?</strong></p>
<p>O termo Phygital é resultado da união entre as palavras “physical ”, que significa “físico” em inglês, e “digital”. Ele se refere ao fato de os ambientes virtual e físico estarem cada vez mais próximos, contribuindo para melhorar as experiências dos consumidores tanto online quanto offline.</p>
<p>Isso quer dizer que a demarcação entre o que é físico e o que é digital está se apagando em prol de ofertar uma experiência única para o consumidor.</p>
<p>A forma com que as pessoas compram, interagem e pagam pelos produtos e serviços mudou. Assim, as empresas precisam se adaptar para criar um relacionamento sólido e personalizado com o cliente. Iniciativas phygital consideram a <a href="https://www.wayupbrasil.com/blog/jornada-do-consumidor/" target="_blank" rel="noopener">jornada do consumidor</a> como um guia de experiência.</p>
<p>Tecnologias digitais como QR code, NFC (Near Field Communication) e realidade aumentada são algumas das que são usadas para aprimorar a experiência física.</p>
<p>Esta união permite que o varejista mantenha a sua loja física, mas interaja com seu cliente, mesmo ele não estando por lá, pois entendemos que mesmo com o avanço tecnológico, o canal físico nunca vai deixar de existir.</p>
<p>Aqui na <a href="https://www.wayupbrasil.com/quem-somos/">WayUp Brasil</a>, trabalhamos com tecnologia de ponta, que permite que esta conexão entre o físico e digital, aconteça. Como exemplo para isso, apresentamos o Cartão WayCard, que é um cartão híbrido (fidelidade e crédito) tanto pode ser emitido em formato físico (plástico) ou digital.Todo acompanhamento da conta cartão, pode ser feito pelo aplicativo WayCard.</p>
<p>Também será possível realizar pagamentos direto pelo aplicativo WayCard, utilizando a tecnologia de QR Code o que facilita ainda mais a vida do consumidor.</p>
<blockquote><p><em> “É uma tendência oferecer os canais digitais de compra, melhorando e facilitando a experiência do consumidor, mas a loja física continua sendo importante e isso não muda”.</em></p></blockquote>
<p>O varejista deve ter consciência de que apenas abrir sua loja não significa retorno certo da venda. “No cenário atual, independentemente da incerteza, considerando o perfil das novas <a href="https://www.wayupbrasil.com/blog/como-diferentes-geracoes-consomem-lidam-com-credito/" target="_blank" rel="noopener">gerações</a>, é necessário oferecer mais, entender melhor o que seu consumidor quer, conciliando físico e digital”.</p>
<p><strong>TECNOLOGIA PERMITE CONHECER MELHOR O CONSUMIDOR</strong></p>
<p>A tecnologia nos dias atuais, pode trazer muitas ferramentas e oportunidades aos varejistas.Com uma ferramenta de captura de dados pode-se criar ações pontuais e focadas na necessidade do consumidor.</p>
<p>Com a tecnologia e bom uso dela é possível entender melhor o consumidor, fazendo-o sentir-se único. “Isso é mais fácil no ambiente digital, por ter justamente a captura de dados.</p>
<p>A loja física também precisa cumprir seu papel e deve agir para atrair seu público. “Além de um atendimento especializado, capacitado, que visa analisar o cliente e entender muito bem suas necessidades, deve buscar em sua loja formas de atrair o consumidor visualmente.”</p>
<blockquote><p><em>“Hoje não há uma barreira entre o mundo físico e o digital. O que acontece em um cria um eco no outro. Nós chamamos isso de “O Mundo Phygital”, onde os consumidores modernos vivem e é o coração de tudo o que fazemos.” –  Momentum WorldWide</em></p></blockquote>
<p>Quer saber mais sobre os nossos programas e conhecer um novo meio de pagamento para a sua loja? Veja nossas soluções:</p>
<p><a href="https://www.wayupbrasil.com/waycard-credito/" target="_blank" rel="noopener">Cartão de loja</a></p>
<p><a href="https://www.wayupbrasil.com/waycard-fidelidade/" target="_blank" rel="noopener">Cartão Fidelidade</a></p>
<p>WayCard</p>
<p>Relacionamento e Rentabilidade.</p>
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		<title>Dados das compras de final de ano mostram a aceleração do crescimento mobile.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[codelapa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Nov 2017 14:02:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
		<category><![CDATA[varejo]]></category>
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					<description><![CDATA[Os consumidores estão mais à vontade que nunca  em comprar  via mobile nesta temporada de festas de final de ano. As primeiras indicações nos primeiros dias da temporada mostram que os dispositivos móveis não estão apenas sendo usados ​​para pesquisa e revisão de produtos. Eles estão cada vez mais substituindo desktops como o dispositivo onde [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os consumidores estão mais à vontade que nunca  em comprar  via mobile nesta temporada de festas de final de ano.</p>
<p>As primeiras indicações nos primeiros dias da temporada mostram que os dispositivos móveis não estão apenas sendo usados ​​para pesquisa e revisão de produtos. Eles estão cada vez mais substituindo desktops como o dispositivo onde os consumidores clicam para comprar.</p>
<p>Na segunda-feira de manhã, a Adobe informou que dados iniciais para a atividade da Cyber ​​Monday mostraram que o celular indicava quase 40% das vendas on-line.</p>
<p>Não surpreendentemente, o smartphone é o principal equipamento, direcionando a maior parte do tráfego e das vendas on-line. O tráfego de telefones celulares subiu 21%, enquanto as vendas provenientes de compras por smartphones aumentaram 41% em relação ao ano anterior, de acordo com a Adobe. Em mais um sinal que apontou para o aumento da compra por smartphones, os dados da Adobe também mostraram a taxa de conversão média do smartphone, mesmo ainda cerca da metade da taxa de conversão de desktops, mais do que dobrou a partir da manhã de segunda-feira.</p>
<p>Uma tendência semelhante também foi observada na Black Friday. A Adobe, que disse que rastreia 80% das transações on-line nos 100 maiores varejistas online dos EUA, informou  que os dispositivos móveis liderados por smartphones geraram  54% das visitas à internet e 37% das vendas on-line naquele dia.</p>
<p>No início de novembro, a Adobe projetou um crescimento dramático no uso de dispositivos móveis para compras de final de ano.</p>
<p><a href="http://www.wayupbrasil.com/wp-content/uploads/2017/11/Desktop.png"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-2581 aligncenter" src="http://www.wayupbrasil.com/wp-content/uploads/2017/11/Desktop.png" alt="" width="700" height="300" /></a></p>
<p>Outros estudos também apontam para a crescente mudança na compra pelo celular.</p>
<p>Em média, 30% das transações dos 10 principais sites de comércio eletrônico foram processadas em navegadores móveis na semana encerrada no sábado, acima de 28% na semana anterior, informou ao eMarketer, John Fetto, um analista sênior da Hitwise, acrescentando que espera que a participação das compras on-line  por  dispositivo móvel atinjam um recorde nesta temporada de compras de final de ano.</p>
<p>Da mesma forma, a empresa de ferramentas de personalização Qubit, que estudou milhões de visitas de compradores em 34 grandes varejistas on-line durante o fim de semana de promoções, disse que 56% do tráfego total da Black Friday veio de dispositivos móveis, ante 43,4% no ano passado.</p>
<p>Mas, mesmo que o ganho de tráfego móvel tenha sido impressionante, o estudo também descobriu que a &#8220;receita por visitante das vendas de varejistas on-line &#8221; ou a receita total dividida pelo número de visitantes para um site, não é apenas 56% menor que a de desktop. A RPC por  celular diminuiu 23% em relação ao ano anterior.</p>
<p>O &#8220;grande aumento do tráfego móvel &#8230; indica a velocidade com que o consumidor está se movendo para um estilo de vida todo móvel&#8221;, disse Graham Cooke, CEO da Qubit, ao eMarketer Retail. &#8220;O consumidor mudou, e os varejistas precisam olhar para o celular como onde o crescimento da receita está &#8230;&#8221;. A descoberta do produto e a criação de experiências que fornecem um seguimento contínuo de um aplicativo como o Instagram para o site móvel da marca agora são essenciais. &#8221;</p>
<p>Por Andria Chang &#8211;<a href="https://retail.emarketer.com/article/holiday-shopping-data-shows-mobile-shift-accelerating/5a1c9e8bebd4000570c897db?ecid=NL1014"> eMarketer</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>OS MARQUETEIROS DIZEM: &#8220;NÃO IGNORE A EXPERIÊNCIA NA LOJA&#8221;.</title>
		<link>https://www.wayupbrasil.com/blog/os-marqueteiros-dizem-nao-ignore-a-experiencia-na-loja/</link>
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		<pubDate>Fri, 08 Sep 2017 08:14:54 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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					<description><![CDATA[Equilibrando as Interações com compradores. O marketing digital é extremamente importante, mas os aspectos mais físicos da interação com os compradores não podem ser ignorados. Uma nova pesquisa da CMO Council  com executivos de marketing seniores  descobriu que vários aspectos das compras  em lojas físicas, como promoções nas lojas, interações com representantes nas lojas e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Equilibrando as Interações com compradores.</h3>
<h4>O marketing digital é extremamente importante, mas os aspectos mais físicos da interação com os compradores não podem ser ignorados.</h4>
<p>Uma nova pesquisa da CMO Council  com executivos de marketing seniores  descobriu que vários aspectos das compras  em lojas físicas, como promoções nas lojas, interações com representantes nas lojas e embalagens de produtos, são elementos-chave de uma forte experiência multicanal.</p>
<p>A pesquisa foi encomendada por um grupo de empresas das indústrias de marketing, embalagem, impressão e sinalização.</p>
<p><a href="http://www.wayupbrasil.com/wp-content/uploads/2017/09/Pontos-e-Contato-que-mais-influenciam-na-decisão-de-compras-de-acordo-com-Gestores-de-Marca-mundialmente.-1.png"><img decoding="async" class="wp-image-2543 aligncenter" src="http://www.wayupbrasil.com/wp-content/uploads/2017/09/Pontos-e-Contato-que-mais-influenciam-na-decisão-de-compras-de-acordo-com-Gestores-de-Marca-mundialmente.-1.png" alt="" width="631" height="635" /></a></p>
<p>Embora a publicidade digital fosse o ponto de contato mais comumente citado como tendo maior influência nas decisões de compra, muitos dos outros canais comumente mencionados não eram. &#8220;Representantes de vendas / serviços nas lojas&#8221; foram citados por quase todos os gestores de marketing na pesquisa</p>
<p>As redes sociais e um site corporativo foram amplamente mencionados, mas a promoção na loja e a embalagem de produtos foram exploradas por quase todos executivos.</p>
<p>No total, a pesquisa aponta para a natureza multicanal da jornada de compra e a multiplicidade de pontos de contato que podem estimular o consumidor a fazer uma compra.</p>
<p>Talvez não seja surpreendente, a pesquisa descobriu que quase nove em cada 10 gestores de marketing consideram que  &#8220;entregar uma experiência multicanal&#8221; é muito importante ou crítico.</p>
<p>A importância de uma experiência de multicanal pode ser vista nos resultados de uma pesquisa da TimeTrade, que perguntou aos usuários de internet dos EUA com que frequência pesquisou produtos on-line antes de fazer uma compra na loja</p>
<p><a href="http://www.wayupbrasil.com/wp-content/uploads/2017/09/Frequência-com-que-os-usuários-de-Internet-nos-Estados-Unidos-procuram-digitalmente-e-compram-em-lojas-físicas..png"><img decoding="async" class="wp-image-2541 aligncenter" src="http://www.wayupbrasil.com/wp-content/uploads/2017/09/Frequência-com-que-os-usuários-de-Internet-nos-Estados-Unidos-procuram-digitalmente-e-compram-em-lojas-físicas..png" alt="" width="586" height="586" /></a></p>
<p>A vasta maioria afirmou que compram online pelo menos a maior parte das vezes , com somente 10% informando que não o fazem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por: Monica Melton &#8211;  <a href="https://retail.emarketer.com/article/marketers-say-dont-overlook-in-store-experience/599c5017ebd40003acdf2e23?ecid=NL1014">eMarketer Retail </a></p>
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		<title>INTELIGÊNCIA ARTIFICAL: VAREJO USA DADOS PARA DIRECIONAR OFERTAS E VENDER MAIS</title>
		<link>https://www.wayupbrasil.com/blog/inteligencia-artifical-varejo-usa-dados-para-direcionar-ofertas-e-vender-mais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[codelapa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Aug 2017 08:02:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
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					<description><![CDATA[Esforço para conhecer mais o consumidor e oferecer produtos específicos Depois de anos armazenando dados dos clientes inscritos nos programas de fidelidade, o varejo e as plataformas de comércio eletrônico começam a tirar proveito desse arsenal de números para ampliar as vendas. As milhões de transações já realizadas são convertidas em perfis de comportamento com [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Esforço para conhecer mais o consumidor e oferecer produtos específicos</h3>
<p>Depois de anos armazenando dados dos clientes inscritos nos programas de fidelidade, o varejo e as plataformas de comércio eletrônico começam a tirar proveito desse arsenal de números para ampliar as vendas. As milhões de transações já realizadas são convertidas em perfis de comportamento com a ajuda de ferramentas de inteligência artificial (baseadas em complexos algoritmos). Com base nessa matemática, é possível descobrir o que o consumidor quer ou qual o seu estilo de vida. Grupo Pão de Açúcar, Raia Drogasil e Mercado Livre estão entre as empresas que já adotaram essas ferramentas.</p>
<p>Ao fazer a oferta de acordo com o perfil do consumidor, a chance de concretizar a venda é maior. Algumas empresas também abrem os dados aos fornecedores, que, sabendo quem vai comprar seu produto, podem dar descontos específicos a cada grupo de clientes. No exterior, esse tipo de ferramenta é usada ainda para melhorar a gestão do estoque, o que significa, para os varejistas, um uso mais eficiente do capital de giro.</p>
<blockquote><p>Ao fazer uma oferta direcionada, a chance de venda é maior. Além disso, você atrai o cliente para o ponto de vendas e pode apresentar produtos relacionados, elevando o tíquete médio. Do lado do fornecedor, ele passa a fazer o uso compartilhado desses dados para planejar melhor os descontos que vai dar. É uma estratégia de ganha ganha — avaliou Ana Paula Tozzi, presidente da AGR Consultores.</p></blockquote>
<p>Um dos principais casos de uso de dados de programas de fidelidade aliado à inteligência artificial é o do Grupo Pão de Açúcar. Há pouco mais de um mês, a empresa lançou os aplicativos do Pão de Açúcar Mais, com 17 anos de existência, e Clube Extra, criado há três anos. Segundo Renato Camargo, responsável pelos programas de fidelidade do grupo, a análise das informações de mais de 13 milhões de clientes cadastrados permite segmentar a oferta de descontos:</p>
<p>— Não usávamos da forma adequada a nossa base de dados. Agora, com os algoritmos, vimos o jeito que o cliente compra. Sabemos que ele quer algo de volta, que é um desconto. Deixamos de fazer isso de forma massiva para chegar ao consumidor de maneira mais exclusiva.</p>
<p>MECANISMO AGILIZA RESPOSTA</p>
<p>Esses dados foram abertos aos fabricantes, que começaram a fazer ofertas diretas ao cliente por meio do aplicativo. São três categorias de descontos. Uma válida para todos os clientes cadastrados no plano de fidelidade; outra tem produtos que o cliente já comprou; e uma terceira é relacionada aos seus hábitos. Por exemplo, se ele já comprou carvão e cerveja, a análise dos dados entende que ele costuma fazer churrascos, e aí vai fazer uma oferta de carne. O aplicativo já soma mais de dois milhões de downloads, o que mostra que a adesão, tanto por parte dos clientes como dos fornecedores, foi grande — a expectativa era atingir esse número só no fim deste ano.</p>
<p>No Mercado Livre, os dados de buscas são coletados e analisados, para depois serem transformados em ofertas aos clientes. Um programa de fidelidade também foi criado para entender melhor esse usuário e fazer com que ele compre e venda mais itens no marketplace (em que são comercializados produtos de diferentes vendedores).</p>
<blockquote><p>Isso não seria possível sem o analytics. Tudo que fazemos é com base nesses estudos e dados cruzados. Diariamente, é uma avalanche de visitas. Só conseguimos dar uma resposta rapidamente devido a essas ferramentas — afirmou Daniel Ferian de Aguiar, gerente de Marketing e Vendas da empresa, que tem 191 milhões de usuários cadastrados na América Latina.</p></blockquote>
<p>Também com base na análise de dados, o marketplace iniciou no Brasil um projeto-piloto para dar crédito aos vendedores de pequeno porte, fazendo a ponte para uma instituição financeira parceira. Isso é possível porque a plataforma conhece a real capacidade de venda de todos esses clientes e, com isso, minimiza o risco da operação. São dados aos quais um banco não tem acesso.</p>
<p>Francisco Donato, da consultoria Brasil/CT, conta que as varejistas estão buscando descobrir o valor desses dados para ofertar conteúdo aos clientes.</p>
<p>— A mensagem que chega tem que interessar, não só na questão do preço. Tem que ser coerente com os hábitos daquela pessoa. Com essa automação, é possível ampliar a taxa de conversão — disse Donato, se referindo à taxa que mede o quanto das visitas a um site se transforma em vendas. No Brasil, ela não chega a 2%.</p>
<p>MAIS VENDAS E MAIS RECOMPRA</p>
<p>Quem já conseguiu elevar as vendas com base nessa estratégia foi o Wine.com.br, site especializado na venda de vinhos. A loja de comércio eletrônico contratou uma empresa para interpretar o comportamento de seus clientes. Se a navegação indicava que esse consumidor havia visitado constantemente sites relacionados a um programa romântico, era enviada uma mensagem que incluía não só uma mensagem com uma promoção de vinho, mas uma referência a algo a dois.</p>
<p>— A nossa comunicação passou a tratar esse cliente pelo nome, a usar uma linguagem mais de rede social e a ser atrelada ao que ele vem buscando. Isso ajudou a aumentar não só as nossas vendas, com uma taxa de conversão que chega a 10%, mas a recompra, que é o cliente que volta ao site — explicou Renata Marques, supervisora de marketing do Wine.com.br.</p>
<p>A empresa contratada para fazer a leitura do comportamento do cliente com base em sua navegação foi a Social Minder, que faz o mesmo para marcas como a Animale.</p>
<p>— Não adianta só fazer a oferta. É preciso personalizá-la, por isso é importante interpretar esses dados — explicou Ricardo Rodrigues, fundador da start-up.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="https://oglobo.globo.com/economia/inteligencia-artificial-varejo-usa-dados-para-direcionar-ofertas-vender-mais-21727659#ixzz4qQFtaYD5">O Globo </a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>4 AÇÕES DE MARKETING BARATAS E EFICIENTES QUE VOCÊ PRECISA CONHECER</title>
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		<dc:creator><![CDATA[codelapa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Aug 2017 08:35:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing de Relacionamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Grandes campanhas de marketing podem gerar resultados incríveis, mas algumas empresas não podem arcar com esses investimentos. Nem por isso é preciso deixar de investir.É possível encontrar boas ações de marketing sem gastar muito. Basta ter alguns cuidados no planejamento tático e no momento de colocá-la em prática. No post de hoje, listamos alguns exemplos [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Grandes campanhas de marketing podem gerar resultados incríveis, mas algumas empresas não podem arcar com esses investimentos. Nem por isso é preciso deixar de investir.É possível encontrar boas ações de marketing sem gastar muito. Basta ter alguns cuidados no planejamento tático e no momento de colocá-la em prática.</p>
<p>No post de hoje, listamos alguns exemplos de como conseguir maior visibilidade com a ajuda de ações de marketing mais baratas.</p>
<p>Quer saber mais sobre o assunto? Conheça as opções apresentadas, seus benefícios e entenda porque o marketing é um investimento essencial para o sucesso do seu negócio! Confira:</p>
<h4>1. SMS Marketing</h4>
<p>Uma das formas mais baratas e eficazes de marketing é apostar em campanhas de SMS. As taxas de abertura de uma mensagem por SMS são admiravelmente altas, 98%.</p>
<p>Com uma abordagem rápida e focada, é possível atingir variados públicos com diferentes campanhas — tudo de forma muito objetiva. Empresas especializadas, como a Zenvia, oferecem o serviço com soluções incríveis para atrair e fidelizar clientes.</p>
<p>Por meio de um SMS, é possível divulgar campanhas de mercado, produtos, serviços e eventos. Além disso, você também pode realizar pesquisas, enviar dicas, promoções e ofertas. As mensagens são entregues imediatamente e são lidas em média em até 3 minutos.Além disso, o custo-benefício é interessantíssimo — com investimentos muito mais baixos do que aqueles praticados na maioria das outras mídias.</p>
<h4>2. Facebook Ads</h4>
<p>As redes sociais são poderosos canais para ações em marketing de vários segmentos.O Facebook, por exemplo, traz um sistema pago que oferece vários tipos de anúncios dentro da rede, com opções de segmentação que tornam a ação bem eficaz. Você só precisa ter uma página criada naquela rede social — e uma campanha bem planejada, obviamente.</p>
<p>O custo para esses anúncios é baixo — e você tem a opção de atingir audiências diferentes por meio de anúncios personalizados conforme categorias. Tudo pode ser montado de acordo com a localização, o histórico e as características de compras, estilos de vida, faixas etárias etc. Como a empresa tem acesso às estatísticas fornecidas pelo próprio Facebook, é bem fácil impulsionar os anúncios e ter maior desempenho.</p>
<h4>3. Ações de marketing e incentivos voltados à fidelização</h4>
<p>É possível impulsionar o consumo com a oferta de benefícios para os clientes mais constantes e satisfeitos com seus produtos ou serviços.Brindes, cupons de presente, cartões de fidelização, entre outros, podem incentivar a compra repetidas vezes, visando conquistar uma premiação final. Esse tipo de iniciativa mantém a atenção dos consumidores focada em uma única organização. Ainda que existam concorrentes oferecendo a mesma mercadoria, o benefício chegará por meio da sua marca.</p>
<p>Escolha também um canal barato e eficiente para fazer essa divulgação.</p>
<h4>4. Incentivo para compartilhamento nas mídias sociais</h4>
<p>Você pode incentivar os clientes a compartilhar seus posts nas redes sociais, promovendo a interação com a empresa e atraindo novos possíveis consumidores. As redes têm a opção de compartilhamentos gratuitos. Basta que você tenha uma página frequentemente atualizada, ideias bem planejadas e uma boa divulgação.</p>
<p>Ofereça algum prêmio para os compartilhamentos, como por exemplo um desconto no produto ou frete grátis. De toda forma, as pessoas estarão com os olhos voltados para o que você oferece — e você pode ganhar novos seguidores.</p>
<p>É importante dizer que os interessados precisam entender facilmente como participar de sua ação promocional. Quanto mais simples, mais participantes e maior o número de visualizações para a sua marca.</p>
<p>Todas essas ações de marketing aumentam a visibilidade da sua empresa e podem ser a chave para o crescimento das vendas e para a fidelização dos clientes. E o mais importante: você não precisa investir valores fora do seu alcance!</p>
<p>FONTE:  <a href="https://www.zenvia.com/blog/4-a%C3%A7%C3%B5es-de-marketing-baratas-e-eficientes-que-voc%C3%AA-precisa-conhecer?utm_source=hs_email&amp;utm_medium=email&amp;utm_content=55313185&amp;_hsenc=p2ANqtz-8QRBH6Z1oIhlZeZ9obIUhCgxXrbA4Xl8xecCJlpFJlRMMRn_P0ygdt9fE9_QruLCa6qD66treaCkgC8G-lUNkdmA32wrfXlwvzNU6Mv5DO7Ps-L50&amp;_hsmi=55313185">Zenvia</a></p>
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		<title>O VAREJO DO FUTURO</title>
		<link>https://www.wayupbrasil.com/blog/2466-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[codelapa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Jul 2017 08:43:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
		<category><![CDATA[varejo]]></category>
		<category><![CDATA[Vida digital]]></category>
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					<description><![CDATA[Comércio caminha para um sistema de gestão cada vez mais integrado para a interação direta e personalizada com os clientes. Até pouco tempo atrás, o imaginário predominante a respeito do comércio local era aquele formado por um proprietário que controlava os saldos, as  vendas e a relação de credores por meio de uma simples caderneta guardada embaixo do balcão. [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Comércio caminha para um sistema de gestão cada vez mais integrado para a interação direta e personalizada com os clientes.</h3>
<p>Até pouco tempo atrás, o imaginário predominante a respeito do comércio local era aquele formado por um proprietário que controlava os saldos, as  vendas e a relação de credores por meio de uma simples caderneta guardada embaixo do balcão. Mas o fato é que, com o avanço tecnológico e com os novos padrões de comportamento dos consumidores, o sistema de gestão e de vendas mudou rapidamente, até mesmo nos pequenos estabelecimentos.</p>
<p>Nessa evolução varejista, o perfil do comércio mais sofisticado se direcionou para um sistema multicanal, capaz de oferecer um produto pelo mesmo preço, mesmas condições e mesma oferta não só na loja física, mas também pela internet e por televendas. Porém, mal esse tipo de serviço conhecido por omnichannel foi totalmente absorvido e aplicado pelo varejo brasileiro, surge um novo conceito, mais amplo, dinâmico e desafiador: <strong>o omnibusiness. </strong>Para Marcus Vinicius Slemian Gonçalves, Sócio-líder de Varejo da KPMG no Brasil,nessa evolução do omnichannel para o  omnibusiness, o varejista precisa dar um passo além, integrando toda a cadeia de negócio para entender o que o consumidor precisa e conseguir atender a demanda.“ Para isso, todas as áreas internas da empresa precisam funcionar, e o fornecedor tem de estar preparado para o atendimento personalizado”, afirma.</p>
<blockquote><p>“Este modelo tem como pilar principal o consumidor como centro da estratégia do negócio, não apenas como um  jargão de gestão mas, de fato, como o agente principal que irá determinar as ações das empresas, como elas irão se apresentar a esse consumidor e, mais importante, como elas vão interagir com ele”, complementa Paulo Ferezin,  sócio-diretor de Varejo e Mercados de Consumo da KPMG no Brasil.</p></blockquote>
<p>Segundo a edição mais recente da Top of Mind, pesquisa realizada pela KPMG em parceria com The Consumer Goods Forum, esse tipo de operação deve caracterizar o varejo em um futuro próximo. De acordo com o levantamento, do qual participaram 400 executivos de empresas no mercado de consumo de 27 países, 32% dos executivos dos setores de varejo e produção de bens de consumo afirmaram que, até 2018, planejam transformar as operações de varejo de canal único ou multicanal em empresas omnibusiness, ou seja, organizações integradas digitalmente, incluindo não somente canais de vendas, mas também de produção, estoque, marketing, vendas, pagamentos e distribuição.</p>
<p>De acordo com uma análise dos especialistas em varejo da KPMG, essa tendência decorre, essencialmente, do impacto dos “novos” consumidores, a geração do milênio. Os millennials procuram não apenas um produto, mas experiências de compra, para que sintam que o atendimento foi personalizado. Eles também possuem uma preocupação maior com os impactos no meio ambiente e com as relações transparentes e éticas das empresas que os atendem. Além disso, há efeitos decorrentes de uma mudança demográfica, com uma participação maior dos chamados mercados emergentes.</p>
<p><strong>Expectativas do consumidor</strong></p>
<p>O levantamento também envolveu a opinião de 7.100 consumidores em 19 países. Esse levantamento aponta um descompasso entre o que o consumidor espera quando faz uma compra e o que o varejista entende como expectativa do cliente.</p>
<p>Sessenta e sete por cento dos consumidores participantes apontaram, como fatores ou comportamentos comumente adotados no momento da compra, os seguintes itens: melhor experiência nas lojas; informações  detalhadas e transparentes sobre os produtos; melhores e mais variadas opções para retirada de produtos  comprados on-line ou devolução desses; e a prática de pesquisas on-line para identificar menores preços.</p>
<p>Por outro lado, as empresas classificaram esses fatores em um nível de importância inferior àquela atribuída pelo consumidor.</p>
<p>Nenhum desses itens atingiu um percentual de respostas favoráveis superior a 50% por parte das empresas. Apesar do resultado, Marcus Vinicius acredita que essa divergência com relação às expectativas do consumidor está mais relacionada às dificuldades do varejista em reagir à velocidade exigida pela geração millenium do que à própria falta de entendimento das novas necessidades de consumo.</p>
<blockquote><p>“As empresas têm processos internos, pessoas e cultura que não são  facilmente alteradas e, consequentemente  não conseguem mudar esses aspectos de forma rápida. Como  resultado, começamos a observar um gap entre o que o consumidor espera e o que o varejista entrega. A boa notícia é que este gap não é drástico, o varejista entende essa demanda e reage a ela, só que em um prazo maior. Evidência disso é que a maioria dos itens classificados como de alta importância pelos consumidores também foi classificado como tal pelo varejista, apenas como uma incidência menor”, afirma.</p></blockquote>
<p>Para identificar de forma mais veloz as novas tendências e construir processos ágeis para responder às demandas, as empresas estão investindo de forma significativa em uma análise de dados e tecnologias mais inteligentes. Essa é uma outra conclusão da pesquisa, na qual 29% dos participantes disseram que utilizam estratégias por meio de análise de dados (data  analytics), mas esse percentual deve atingir os 58% nos próximos dois anos. Ainda segundo o levantamento, as  técnicas utilizadas, como a análise preditiva, a análise do caminho percorrido pelo cliente até o momento da compra e a inteligência artificial, também  devem dobrar até 2018, subindo para 59%, 54% e 43%, respectivamente. “As empresas precisam coletar e analisar a maior quantidade possível de dados circunstanciais, situacionais e  comportamentais, para que possam  começar a entender por que, quando e como um consumidor toma uma decisão de compra em um determinado momento,”  diz Paulo Ferezin.</p>
<p><strong>Avanços no Brasil</strong></p>
<p>A pesquisa teve grande representatividade  da América do Sul, com 12% de participação, sendo que, desse total, 10% das respostas vieram do Brasil. Mas será  que o empresário brasileiro está preparado para um salto desses? Essa questão, para Marcus Vinicius, é  complexa, porque a pesquisa é global e, portanto, não envolve as dificuldades  operacionais de cada país. No Brasil, ele relaciona algumas especificidades que podem dificultar a velocidade desses avanços. Uma delas diz respeito a  questões legais e tributárias. “As vendas em uma loja física têm um tipo de tributação diferente daquela praticada no caso de uma compra on-line.</p>
<p><strong>Negócios</strong></p>
<p>Ou seja, o empresário tem um grande desafio para equalizar preços em um cenário de tributação complexa. Para que tenhamos uma operação verdadeiramente omnichannel, o cliente que compra na loja física deveria pagar o mesmo preço que  em uma compra on-line”, exemplifica. Outra barreira é o menor avanço das estratégias digitais.</p>
<p>Enquanto em outros países a tecnologia de rastreamento por aproximação é comum, no Brasil ainda é uma tecnologia pouco disponível, sendo utilizada apenas em grandes redes. O mesmo vale para o  uso de smartphones. A tecnologia de acompanhamento do comportamento de compra é dependente do uso deste tipo de aparelho pelo consumidor e, no Brasil, mesmo que em crescimento significativo de vendas, o percentual de uso de smartphones na  população ainda é baixo quando comparado com países mais desenvolvidos”, exemplifica.</p>
<p>Apesar dessas especificidades locais, Marcus Vinicius avalia que os grandes varejistas já estão preparados para essa fase mais avançada. “Não podemos generalizar essa questão. Quando falamos de e-commerce no Brasil, não há um grande varejista que não tenha estabelecido uma tecnologia de rastreamento de comportamento do consumidor e estratégias de ofertas direcionadas e customizadas. Ele já tem essa preocupação. Os varejistas de menor porte podem ainda não ter alcançado esse patamar, mas irão se adaptar, porque as questões legais e tributárias irão melhorar, e as necessidades de evolução estratégica chegarão numa velocidade maior do que muitos pensam”, finaliza.</p>
<p><strong>Para visualizar a pesquisa, acesse: https://goo.gl/VIrCRc</strong></p>
<p>Fonte &#8211; <a href="https://assets.kpmg.com/content/dam/kpmg/br/pdf/2016/12/br-kpmg-business-magazine-39-negocios.pdf"> KPMG</a></p>
<p>Imagem: Freepik</p>
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		<title>O QUE ESTÁ NO RADAR DOS VAREJISTAS.</title>
		<link>https://www.wayupbrasil.com/blog/o-que-esta-no-radar-dos-varejistas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[codelapa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Mar 2017 08:42:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cliente]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[varejo]]></category>
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					<description><![CDATA[Os varejistas já compraram a ideia do omnichannel e sabem que isso é o futuro do varejo. Por Fernando Gambôa * em Computerworld A transformação digital no varejo nasceu como uma ideia inovadora e pouco a pouco tem se tornado uma realidade. É um caminho fundamental para as empresas se manterem competitivas e rentáveis no [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Os varejistas já compraram a ideia do omnichannel e sabem que isso é o futuro do varejo.</h3>
<p>Por Fernando Gambôa * em Computerworld</p>
<p style="text-align: justify;">A transformação digital no varejo nasceu como uma ideia inovadora e pouco a pouco tem se tornado uma realidade. É um caminho fundamental para as empresas se manterem competitivas e rentáveis no futuro. E deve ser um assunto obrigatório na agenda dos varejistas neste ano.</p>
<p style="text-align: justify;">O principal expoente da transformação é a integração completa dos canais, o chamado omnichannel, que veio para unificar o varejo físico com o varejo digital.</p>
<p style="text-align: justify;">Os varejistas já compraram a ideia do omnichannel e sabem que isso é o futuro do varejo, por romper a fronteira entre o mundo físico e o digital. Entretanto, cada empresa brasileira hoje se encontra em um estágio diferente de maturidade frente a este conceito. Algumas estão mais avançadas, com a cultura do mobile bem incorporada a sua rotina comercial. Outras ainda tentam definir sua estratégia digital.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro conceito é o varejo sem fronteiras, que já nasceu hiperconectado. Pode-se comprar qualquer coisa em qualquer lugar, sendo fundamentalmente suportado por dispositivos mobile. Um dos exemplos mais recentes deste tipo de varejo inovador e ultraconectado, com o mobile como sua principal ferramenta viabilizador, é a loja conceito Amazon Go, sem filas nem caixas (check out).</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as tecnologias disruptivas que devem despertar atenção dos empresários do setor de varejo temos:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1) Smart Place</strong> – Loja inteligente que combina aroma, música e iluminação para causar a melhor impressão e experiência de compra ao consumidor. Além disso, a loja é conectada aos consumidores, oferece promoções e novidades utilizando tecnologia de proximidade e dispositivos mobile.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2) Internet das Coisas</strong> – Os dispositivos IoT são fundamentais para viabilizar a “loja inteligente”, além de permitir a conectividade do consumidor com a loja e a coleta de informações sobre o trajeto percorrido, tempo gasto em cada sessão ou mesmo espaço (gondola ou prateleira).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3) Analytics/big data</strong> – Fundamental para conseguir armazenar os dados coletados pelos dispositivos IoT, além de permitir análises e simulações que embasam a tomada de decisão.</p>
<p style="text-align: justify;">A combinação desses três pontos deve fazer parte da agenda dos empresários preocupados com inovação e tecnologias disruptivas, nem que seja para montar uma loja conceito. Entre os principais desafios para 2017, em se confirmando as previsões pouco otimistas de que a economia brasileira ainda andará em marcha lenta, seguramente os varejistas seguirão atacando duas frentes:</p>
<p style="text-align: justify;">1. <strong>Da porta para dentro</strong>, com foco total em controle de custos, busca de eficiência operacional e melhorias dos seus processos, como a eliminação de gargalos tradicionais na logística de entrega.</p>
<p style="text-align: justify;">2.<strong> Da porta para fora</strong>, com foco totalmente comercial, sempre orientado a vender mais com uma experiência de compra agradável. Aqui tudo o que ajude a vender mais ajuda, seja tecnologia mobile, analytics ou promoções personalizadas.</p>
<p style="text-align: justify;">A combinação das ações nestas duas frente é essencial para o varejo sustentável, que protege suas margens e está preparado para expandir quando o mercado der os primeiros sinais de aquecimento e retomada do consumo.</p>
<p style="text-align: justify;">*Fernando Gambôa é diretor sênior do gA (grupo ASSA).</p>
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