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	<title>Empreendedorismo &#8211; WayUp</title>
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	<title>Empreendedorismo &#8211; WayUp</title>
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		<title>4 serviços financeiros essenciais para sua empresa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[codelapa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jul 2021 14:16:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[WayCard]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços Financeiros]]></category>
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					<description><![CDATA[Quer ter todos os diferenciais para atrair e fidelizar mais clientes? Confira no artigo os serviços financeiros que não podem faltar no dia a dia de sua empresa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Manter sua marca sempre</strong> <strong>relevante e atraente </strong>para os consumidores pode parecer uma tarefa árdua, entretanto, conhecendo seus clientes e as mudanças que o mercado oferece, é possível se manter atual e atrativa para o seu público.</p>



<p>Porém, <strong>como fazer isso?</strong></p>



<p>Ter atenção às necessidades e anseios de seus consumidores é um passo primordial nessa caminhada e, também, é necessário conhecer as novidades e possibilidades que o mercado tem oferecido. Entre elas, os <strong>serviços financeiros</strong> têm se tornado um fator decisivo para a conquista e manutenção de clientes.</p>



<p>Sendo assim, em nosso artigo, você vai conferir quais são os<strong> 4</strong> <strong>serviços financeiros</strong> que mais têm ajudado pequenos e grandes empreendedores a fortalecer sua marca e garantir uma maior quantidade de <a class="rank-math-link" href="https://www.wayupbrasil.com/vendas-a-peca-chave-no-mundo-dos-negocios/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" data-type="post" data-id="1828">vendas</a>. <strong>Confira!</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>4 serviços financeiros essenciais para a sua empresa</strong></h2>



<p>Para ser uma empresa de referência entre seus consumidores, é preciso oferecer as principais <a class="rank-math-link" href="https://www.wayupbrasil.com/a-importancia-do-pagamento-para-a-experiencia-de-compra/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" data-type="post" data-id="1573">opções de pagamento</a> para que eles se sintam confiantes e respeitem sua marca. Por isso, garantir<strong> serviços financeiros</strong> úteis e seguros é essencial! Veja:</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Opções de pagamentos digitais</strong></h3>



<p>Desde o último ano, o mundo não é mais o mesmo, correto? A pandemia transformou não apenas a maneira de nos relacionarmos, mas também, de consumir. Por essa razão, o crescimento acelerado das vendas por meio digitais acabou abrindo espaço para as opções de pagamentos digitais. </p>



<p>Com o aumento da utilização do <strong>E-commerce</strong>, os pagamentos digitais, ou seja, aqueles realizados de forma 100% online, têm ganhado grande relevância e confiança por parte dos brasileiros. </p>



<p>Além dos serviços financeiros já conhecidos, como os tipos de pagamento via <a class="rank-math-link" href="https://www.wayupbrasil.com/cartao-private-label/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" data-type="post" data-id="3514">cartão de crédito</a>, débito e boleto bancário, também temos modalidades como: </p>



<ul>
<li><strong>carteiras de pagamento digital:</strong> as carteiras digitais são uma forma simples e mais segura para realizar transações online e boas alternativas para quem quer evitar o uso do cartão de crédito. Nelas, você define o valor a ser depositado e tem acesso à quantia para realizar transações, pagamentos e transferências online;</li>
<li><strong>link de pagamento: </strong>uma maneira <strong>prática e rápida</strong> de realizar pagamentos é através de um link, que pode ser enviado diretamente por <strong>e-mail, Whatsapp, SMS ou demais redes sociais</strong>. A pessoa que recebe é direcionada para outra página, podendo realizar o pagamento da melhor maneira. </li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Contas digitais</strong></h3>



<p>As contas digitais se tornaram um dos serviços financeiros mais benquistos entre o público brasileiro, pois são<strong> rápidas e práticas</strong> de abrir. Em sua maioria, não possuem taxas de manutenção e garantem diversos benefícios, como parcerias e programas de pontuação.</p>



<p>O grande diferencial desses serviços financeiros é poder realizar tudo o que uma conta em um banco físico oferece, porém, sem precisar se deslocar à uma agência. No geral, todas as transações são feitas diretamente por vias digitais, o que torna o serviço mais eficiente e <strong>prático para o dia a dia</strong>. </p>



<p>Para os empreendedores, a conta digital tem se tornado um grande auxílio, já que, ela permite a utilização e gerenciamento de pagamentos por maquininha, PIX, depósito e muito mais, além da <strong>opção de investimento com alta taxa de lucro</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Split de pagamentos</strong></h3>



<p>Os splits de pagamento ou “split payment” são um conjunto de APIs que possibilitam mais <strong>praticidade </strong>no gerenciamento financeiro das empresas. Afinal, com essa alternativa, os pagamentos que precisam ser divididos entre um ou mais participantes podem ser feitos em uma mesma plataforma, evitando diversas transações, em diversos locais.</p>



<p>A função desse <strong>serviço financeiro</strong> é realizar a divisão dos valores pagos pelo cliente final, tornando a <strong>experiência muito mais prática</strong> para ambos. Já que o consumidor irá realizar sua compra de uma única vez, como em uma transação física ou via E-commerce e o lojista terá informações detalhadas sobre sua venda e receberá todo o valor em um só local.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Cartões Private Label</strong></h3>



<p>Os <a class="rank-math-link" href="https://www.wayupbrasil.com/as-vantagens-de-cartoes-private-label-para-os-varejistas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" data-type="post" data-id="684">Cartões Private Label</a> são opções práticas e muito eficientes de<strong> serviços financeiros</strong>. Com eles, seus clientes podem ter a facilidade de parcelar as compras e usufruir de inúmeros descontos, enquanto o lojista, pode criar vínculos mais fortes com seu público, fortalecendo sua identidade de marca, conhecendo mais informações sobre os clientes e aumentando significativamente o número de vendas e a rentabilidade da empresa. E o mais importante, o lojista define as condições comerciais a serem ofertadas aos clientes, mantendo sua autonomia.</p>



<p>Essa opção tem sido bastante buscada por inúmeros empresários que desejam oferecer mais opções de pagamento aos clientes e querem melhorar a <a class="rank-math-link" href="https://www.wayupbrasil.com/relacionamento-com-o-cliente/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" data-type="post" data-id="3872">relação entre consumidor e empresa</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Você sabia que é possível oferecer e ter mais vantagens em seu negócio?</strong></h2>



<p>Se você é lojista e deseja manter sua marca sempre com alta relevância no mercado, então precisa ficar atento às transformações cada vez mais rápidas que ele propõe. Para isso, é necessário conhecer os anseios e problemas dos clientes para elaborar soluções que sejam, de fato, úteis.</p>



<p>Por essa razão, os <strong>serviços financeiros</strong> listados em nosso artigo são a chave de ouro para conquistar os resultados que você deseja!</p>



<p>E, entre eles, a possibilidade de oferta dos <strong>cartões private label</strong> são extremamente interessantes, uma vez que podem oferecer vantagens que os demais cartões não conseguem. Essa alternativa apresenta muitas vantagens para consumidores, mas, principalmente, para lojistas. </p>



<p>Afinal, através deles, é possível ter seu banco de dados sempre atualizado com informações relevantes de seus compradores, baixo custo, possibilidade  de oferta de serviços e produtos financeiros aos clientes, <a class="rank-math-link" href="https://www.wayupbrasil.com/fidelizacao-de-clientes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" data-type="post" data-id="3516"><strong>fidelização </strong>dos consumidores</a>, fortalecimento da marca e muito mais. </p>



<p>Então, se você deseja ter mais possibilidades de serviços financeiros em seu negócio, a <strong>WayUp</strong> tem a solução completa para quem deseja implementar a modalidade de <strong>Cartões Private Label</strong> em sua empresa. </p>



<p>Para conhecer mais sobre a <strong>WayUp</strong>, clique <a class="rank-math-link" href="https://www.wayupbrasil.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>



<p>A <strong>WayUp</strong> possui o <strong>WayCard</strong>, um Cartão Private Label que conta com inúmeros benefícios financeiros. Além disso, oferece suporte completo para quem deseja ter resultados cada vez melhores em seu negócio. Sendo assim, <a class="rank-math-link" href="https://www.wayupbrasil.com/fale-conosco/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">entre em contato agora mesmo</a> com a <strong>WayUp</strong> e conheça todos os <strong>serviços e benefícios</strong> que você pode usufruir.</p>
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		<title>JOVEM EMPREENDEDOR DÁ DICAS PARA QUEM QUER SER SEU PRÓPRIO CHEFE.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[codelapa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Jul 2018 20:28:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedor]]></category>
		<category><![CDATA[emprendedorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Se engana quem pensa que jovens não podem dar boas lições de vida. Apesar da pouca idade, muitos ‘jovens’ empresários são referência quando o assunto é empreender. No Brasil, duas em cada três pessoas, entre homens e mulheres na faixa etária dos 25 a 35 anos, planejam empreender nos próximos anos, de acordo com uma [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se engana quem pensa que jovens não podem dar boas lições de vida. Apesar da pouca idade, muitos ‘jovens’ empresários são referência quando o assunto é empreender. No Brasil, duas em cada três pessoas, entre homens e mulheres na faixa etária dos 25 a 35 anos, planejam empreender nos próximos anos, de acordo com uma pesquisa da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).</p>
<p>Planejar um negócio não é uma tarefa fácil, diante de tantos desafios que essa empreitada reserva, muitos abandonam o sonho seja por falta de apoio ou mesmo por não saber onde começar. Mas essa vontade nunca passou pela cabeça do Diogo Zequini, de 24 anos, que aos 19 começou a investir na expansão do negócio familiar pelo sistema de franquias. Hoje, a Casa do Médico, referência em venda e aluguel de produtos de saúde no Rio de Janeiro, com quase 40 anos de atuação no mercado, tem seis unidades na cidade, sendo quatro lojas próprias e duas franquias.</p>
<p>Sabendo das dificuldades enfrentadas por ele no início da missão de empreender, Diogo Zequini separou cinco dicas fundamentais para você que quer investir no seu próprio negócio. Confira!</p>
<h4>1 &#8211; Estude muito</h4>
<p>Quando embarcamos nos nossos negócios acabamos deixando a prática tomar conta da teoria e isso é perigoso. Se entrarmos no automático podemos restringir nossa visão criativa, o que é determinante para uma boa performance da empresa. Leia muitos livros e revistas, pesquise sobre cases recentes do mercado e aplique no seu dia a dia.</p>
<h4>2 &#8211; Divida bem seu tempo</h4>
<p>Você tem que trabalhar e ainda ter tempo para fazer tudo que gosta. Não fique escravo da sua empresa. Isso comprovadamente não é sustentável a longo prazo.</p>
<h4>3 &#8211; Torne aquilo prazeroso</h4>
<p>Potencialize o que você ama fazer e delegue o que você não é bom ou não faz por algum motivo. Isso pode ser muito difícil no começo, pois acabamos fazendo de tudo um pouco. Mas é importante ter essa mentalidade desde sempre.</p>
<h4>4 &#8211; Cuidado com quem você segue</h4>
<p>Vivemos na era do like e tem muita gente popular que nunca fez nada se vendendo como quem fez tudo. Cuidado! Se guie pelos feitos e não pelos números de seguidores. Fuja dos coaches milagrosos ou de “empreendedores” que nunca empreenderam. Essa galera só vai tomar o seu tempo e em alguns casos, até o seu dinheiro.</p>
<h4>5 &#8211; Revire a internet do avesso</h4>
<p>Hoje temos o privilégio de ter acesso aberto a milhares de horas de conteúdo de altíssima qualidade. Desde entrevistas com pessoas incríveis até cursos inteiros de universidades como a de Harvard. Trace um objetivo, faça uma curadoria, monte uma playlist e caia dentro. O retorno será instantâneo.</p>
<p>Fonte: <a href="https://mercadoeconsumo.com.br/" target="_blank" rel="nofollow noopener">Varejista</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>RESILIÊNCIA, A PALAVRA DE ORDEM DO MOMENTO.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[codelapa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jul 2018 20:56:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Motivação]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[resiliência]]></category>
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					<description><![CDATA[Os verdadeiros líderes conseguem estimular positivamente seus liderados que neles se espelham. Resiliência também pode ser gerada pelos exemplos positivos dos líderes. Essa característica do líder resiliente, serve de modelo e reforça os valores corporativos. Isso amplia o nível de resiliência da própria companhia como um todo. &#160; Os resultados das empresas são consequências dos [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: left;">
Os verdadeiros líderes conseguem estimular positivamente seus liderados que neles se espelham. Resiliência também pode ser gerada pelos exemplos positivos dos líderes. Essa característica do líder resiliente, serve de modelo e reforça os valores corporativos. Isso amplia o nível de resiliência da própria companhia como um todo.</h4>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">Os resultados das empresas são consequências dos esforços dos seus funcionários, que são o patrimônio mais precioso de uma organização. Sobre essa importância, Henry Ford disse:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: left;"><em>“Você poderia tirar de mim as minhas fábricas, queimar os meus prédios, mas se me der o meu pessoal, eu construirei outra vez todos os meus negócios.”</em></p>
</blockquote>
<p style="text-align: left;">E hoje podemos adicionar; se os colaboradores forem altamente resilientes a empresa garantirá com maior segurança sua presença e permanência no mercado.</p>
<p style="text-align: left;">Nas empresas que têm a presença de líderes que aprenderam a enfrentar com sucesso as crises, como elas fazendo parte das regras do jogo, encaram de frente os desafios adversos e conseguem ver oportunidade onde outros menos resilientes veem apenas perigo.</p>
<p style="text-align: left;">A sabedoria oriental nos mostra essa realidade:</p>
<ul style="text-align: left;">
<li>A palavra Crise em chinês é formada por dois ideogramas: Perigo + Oportunidade.</li>
<li>Os verdadeiros líderes conseguem estimular positivamente seus liderados que neles se espelham. Resiliência também pode ser gerada pelos exemplos positivos dos líderes.</li>
<li>Essa característica do líder resiliente, serve de modelo e reforça os valores corporativos. Isso amplia o nível de resiliência da própria companhia como um todo.</li>
</ul>
<p style="text-align: left;">Dessa forma, temos uma espécie de um sequenciamento cultural positivo que atua no DNA da empresa que ao longo tempo vai-se solidificando. Muitas empresas japonesas e alemãs vivem esse clima e já há um bom tempo, também está em cena as empresas da segunda maior economia do mundo; a China.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>A positividade e a resiliência andam de mãos dadas.</strong></p>
<p style="text-align: left;">Mas isso não vem de graça; se por um lado é importante ter atitudes positivas, elas precisam ser coerentes com a realidade em que se atua, a fim de dar firmeza aos objetivos delineados.</p>
<p style="text-align: left;">Para isso, a empresa precisa contar com funcionários resilientes. Eles apresentam melhor desempenho sob pressão. Não são facilmente perturbados e sempre encontram uma maneira de se concentrar e fazer mais com menos quando a situação exigir.</p>
<p style="text-align: left;">A resiliência é um traço que permite que os funcionários manterem a cabeça firme<br />
mesmo que o mundo ao seu redor esteja um pouco instável.</p>
<p style="text-align: left;">Os funcionários resilientes são um verdadeiro trunfo para uma empresa, independente do seu ramo de atuação.</p>
<p style="text-align: left;">John Maxwell conferencista, que escreveu mais de 60 livros centrado principalmente em liderança tem uma frase impactante:</p>
<blockquote><p><em>“As empresas são tão resilientes quanto são os seus funcionários; ou seja, os funcionários são os elos e a corrente é a empresa”.</em></p></blockquote>
<p style="text-align: left;">Dessa forma fica claro que podem existir pelos menos duas maneiras de ampliar a<br />
resiliência de uma empresa:</p>
<ol style="text-align: left;">
<li>Mudando sua cultura, a estrutura, os processos e os velhos paradigmas.Obviamente isso não é tão simples e rápido de conseguir.<br />
Por exemplo, ter como objetivo máximo atender às necessidades dos seus clientes e não apenas, objetivar lucros. Lucro é resultado de quem permanece no mercado e só permanece no mercado quem gera satisfação aos seus clientes.</li>
<li>Trabalhando a resiliência dos seus colaboradores.<br />
Isso permite que ao revigorá-los, resulta num aceleramento do processo de upgrade da organização. Existem técnicas para isso.</li>
</ol>
<p style="text-align: left;">Todas as empresas enfrentam crises, de todos tipos em diversas ocasiões. Algumas conseguem sair-se bem dessa situação, outras nem tanto e o mercado não perdoa. Quem perde cai fora. Essa é a lei.<br />
Assim, cabe a empresa ter funcionários mais adaptados para esse tipo de clima.</p>
<p style="text-align: left;">Essa é uma das principais razões que cresce dia a dia pelas empresas, a procura por pessoas resilientes. São procuradas as pessoas que têm uma grande capacidade de adaptação e de vencer obstáculos mantendo a fé, a esperança e o bom humor e sempre preparadas para assumir novas empreitadas.</p>
<p style="text-align: left;">O mundo de hoje está cada vez mais nervoso, um mercado mais competitivo e os clientes cada vez mais exigentes que, até usam as redes sociais para comentar sobre suas satisfações ou desagrados pelas suas compras.</p>
<p style="text-align: left;">A acirrada concorrência, característica do sistema de livre mercado exige que os profissionais de todas as áreas consigam melhores resultados com os recursos disponíveis e às vezes bem escassos.</p>
<p style="text-align: left;">Esse tipo de profissional está sendo valorizado pelo seu alto nível de resiliência que permite dar retornos além dos esperados pela sua competência.</p>
<p style="text-align: left;">E essa crise que hoje vivemos, para ser administrada com resultados positivos precisa que as empresas tenham profissionais bem preparados e resilientes para enfrentar o clima pelo qual estamos passando hoje em dia.</p>
<p style="text-align: left;">Você não pode perder a oportunidade de desenvolver sua resiliência e ter essa importante característica tão procurada pelas empresas.</p>
<p style="text-align: left;">Existem ferramentas específicas para desenvolver sua resiliência e se destacar entre os seus pares.</p>
<p style="text-align: left;">Se você entendeu a importância de dar um upgrade na sua resiliência, procure desenvolvê-la. Começe isso agora!</p>
<p style="text-align: left;">Saia do banco do carona, assuma o volante e dirija sua vida na rota do sucesso, suportada pela sua resiliência!</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Por: Elazier Barbosa</p>
<p style="text-align: left;">Fonte: www.administradores.com.br</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>UM GUIA DE 8 PASSOS PARA ELABORAR O ORÇAMENTO DE MARKETING</title>
		<link>https://www.wayupbrasil.com/blog/um-guia-de-8-passos-para-elaborar-o-orcamento-de-marketing/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[codelapa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Dec 2017 08:42:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[orçamento]]></category>
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					<description><![CDATA[É essa época do ano novamente, quando os profissionais de marketing estão tentando descobrir como alocar seus recursos para atingir ou superar seus objetivos no próximo ano. Aqui estão algumas coisas importantes para ter em mente ao construir seu orçamento de marketing para um próximo ano ou trimestre financeiro. (Estas dicas são ideais para equipes [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É essa época do ano novamente, quando os profissionais de marketing estão tentando descobrir como alocar seus recursos para atingir ou superar seus objetivos no próximo ano. Aqui estão algumas coisas importantes para ter em mente ao construir seu orçamento de marketing para um próximo ano ou trimestre financeiro.</p>
<p>(Estas dicas são ideais para equipes de marketing de 10 ou mais, mas as práticas recomendadas aplicam-se a todos).</p>
<h4>Por onde começar: Top-Down ou Bottom-Up?</h4>
<p>O <strong>orçamento de marketing de cima para baixo</strong> é feito de acordo com metas de investimento de marketing. Normalmente, o CFO ou o CMO, ou ambos, dividem os dólares em vários grandes centros de custos de gastos. A liderança de marketing, tipicamente, dividirá os gastos de marketing total disponíveis de acordo com a área funcional (marketing de campo, marketing de produto, etc.) ou pelo centro de custo. Em seguida, os líderes de marketing de nível médio (diretores de marketing de campo, por exemplo) dividirão ainda mais o seu cesto de gastos de uma maneira que faz mais sentido para sua equipe.</p>
<p>O <strong>orçamento de marketing de baixo para cima</strong> ocorre quando os profissionais de marketing individualmente começam com uma lista de programas e atividades que eles gostariam de gastar dinheiro, e, um a um, eles escolherão quais serão adicionados ao orçamento. Essa abordagem é comum em startups, pequenas organizações ou empresas com funções de operações de marketing menos maduras.</p>
<p><strong>Nossa recomendação?</strong> Jennifer Cracklen, nossa consultora líder de educação que ajuda as equipes de marketing corporativo a configurar seus processos de orçamento de marketing, recomenda uma abordagem híbrida: comece com a definição de metas de cima para baixo, seguido da construção de um plano de atividades de baixo para cima. Esta abordagem dá aos profissionais de marketing a autonomia para planejar seu orçamento da maneira que eles acham que é mais apropriado, enquanto continua sendo fiel às prioridades gerais que a liderança de marketing estabeleceu.</p>
<h4>Oito passos para construir seu orçamento de marketing</h4>
<p>Quando é hora de realmente elaborar seu orçamento, aqui está como o processo deveria parecer. Claro, haverá muitas variações específicas da organização, mas esta estrutura básica é usada por organizações de alto desempenho.</p>
<p>1- Sua equipe de marketing recebe seus objetivos de gastos do processo de orçamentação de cima para baixo, realizado pela sua liderança ou pelas Operações de Marketing. Agora você sabe quanto dinheiro você pode investir no ano, então é hora de se sentar como equipe e tomar algumas decisões.</p>
<p>2 &#8211; Liste todas as atividades que sua equipe pode querer executar durante o ano, juntamente com seus custos estimados, e organize-as em agrupamentos relevantes. Certifique-se de considerar atividades de marketing ou compromissos que você fez no ano anterior. Graças às provisões, esses itens serão parte do orçamento de marketing do ano em que ocorrem, e não o ano em que o dinheiro saiu.</p>
<p>3 &#8211; À medida que você reduz a lista para incluir apenas o que você acredita se encaixar em seus objetivos de gastos, comece a preencher seu orçamento em qualquer sistema que você usar (algumas empresas, como a nossa, usam uma ferramenta de gerenciamento de desempenho de marketing , outros usam o Excel.) Anote todos as informações sobre cada item de linha que você precisará indicar para fins de relatório, como vendedor, público-alvo, linha de produtos, região, campanha de CRM, etc.</p>
<p>4 &#8211; Retroceda e avalie cada orçamento. Está alinhado com seus objetivos? É provável que sejam necessários refinamentos, e o software de orçamentação de marketing é freqüentemente usado para ajudá-lo a fazer exatamente isso. Este é o estágio no qual as questões difíceis geralmente emergem: o que podemos tirar e o que devemos deixar? Qual será o impacto dessas decisões?</p>
<p>5 &#8211; Envie seus orçamentos para avaliação interna. Cruze seus dedos.</p>
<p>6 &#8211; Neste ponto, há um processo de ajustes, com os orçamentos indo e voltando entre os profissionais de marketing que construíram o orçamento e sua liderança.<br />
Os ciclos de duas semanas são comuns aqui: duas semanas para definir o plano inicial, mais duas semanas para a primeira revisão, mais duas semanas para ajustes adicionais, etc. Em média, o processo completo pode levar cerca de dois meses, embora isso possa variar amplamente &#8211; especialmente se os números devem ser aprovados por um conselho de administração.</p>
<p><em>O planejamento orçamentário efetivo de marketing leva tempo. Comece o processo 3-6 meses antes do início do ano fiscal para que as várias equipes de marketing tenham amplo tempo para definir planos táticos.</em></p>
<p>7 &#8211; A liderança de marketing avalia os orçamentos. Eles estão procurando duas coisas:</p>
<ul>
<li><strong>Conformidade:</strong> Todas as equipes de marketing planejaram a forma como deveriam, e fizeram isso no prazo certo? Os seus orçamentos se alinham com os seus objetivos de investimento?</li>
<li><strong>Desempenho</strong>: os líderes de marketing passarão tempo analisando os usos previstos de seus recursos para cada equipe. Eles prestarão especial atenção se os investimentos planejados em marketing suportam adequadamente os objetivos gerais de negócios.</li>
</ul>
<p>A liderança de marketing aprova os orçamentos. Agora é hora de sair e começar a fazer marketing!</p>
<h4>Bônus: Evite essas armadilhas orçamentárias!</h4>
<p>Não seja uma presa dessas três armadilhas que você pode encontrar, surpreendentemente frequentemente, durante o processo de orçamentação:</p>
<p>1 &#8211; Não lembrando as atividades de marketing que passam de um período orçamentário para o próximo. É fácil esquecer as assinaturas, os retenções e os contratos de fornecedores pré-pagos (como taxas de exposição de conferências). Estas são peças não negociáveis ​​do orçamento deste ano, e não incluí-las no plano criará confusão mais tarde.</p>
<p>2 &#8211; Não capturando os valores originalmente planejados. Sem dúvida, seus orçamentos sofrerão muitas modificações ao longo do ano. Os itens de linha mudarão, assim como os valores. Isso é normal. Como isso acontece ao longo do ano, no entanto, muitas organizações simplesmente substituem o orçamento original. Eles perdem a capacidade de analisar métricas, como plano versus previsão (para ajudar a manter o orçamento) e planejar versus real (para ver qual a precisão do planejamento do orçamento). Certifique-se de ter uma maneira de capturar seu plano de orçamento original.</p>
<p>3 &#8211; Não reservando tempo suficiente. Ano após ano, ouvimos falar de organizações que são surpreendidas por quanto tempo o processo de orçamentação pode levar.<br />
Comece cedo, analise frequentemente e lembre-se de que isso faz parte de como você gerencia o marketing para que você possa fazer um excelente marketing.</p>
<p><strong>Quer dicas mais avançadas?</strong></p>
<p>As oito etapas descritas acima são os conceitos básicos da construção de um orçamento de marketing. Mas as organizações que procuram se tornar mais estratégicas em seu processo de orçamentação podem encontrar mais avançados orçamentos de marketing e conselhos de planejamento em &#8220;The Gold Medal Playbook of Marketing Planning&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.marketingprofs.com/articles/2017/33202/an-eight-step-guide-to-building-your-marketing-budget?adref=nlt112817">Marketing Proofs</a></p>
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		<title>CAPITALISMO CONSCIENTE NA PRÁTICA. COMO CRIAR UM NEGÓCIO COM IMPACTO SOCIAL POSITIVO.</title>
		<link>https://www.wayupbrasil.com/blog/capitalismo-consciente-na-pratica-como-criar-um-negocio-com-impacto-social-positivo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[codelapa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jun 2017 08:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[De empreendedor para empreendedor, como aplicar os conceitos de Capitalismo Consciente em um negócio sustentável e lucrativo. Compartilho neste artigo o que tenho aprendido com a Urban Farmcy. &#160; Durante décadas e décadas, as palavras “capitalismo” e “consciência” nunca se deram lá muito bem. Na verdade, eram a antítese uma da outra: sempre tiveram significados [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h5>De empreendedor para empreendedor, como aplicar os conceitos de Capitalismo Consciente em um negócio sustentável e lucrativo. Compartilho neste artigo o que tenho aprendido com a <strong>Urban Farmcy.</strong></h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>Durante décadas e décadas, as palavras “capitalismo” e “consciência” nunca se deram lá muito bem. Na verdade, eram a antítese uma da outra: sempre tiveram significados contraditórios — o capitalismo associado à individualidade e ao consumo pelo acumulo, já a consciência associada à coletividade e ao propósito — tornava impossível vê-las juntas, somando forças por algo maior.</p>
<p>Mas felizmente esses tempos parecem ter ficado para trás. Hoje, as duas palavras estão se entendendo, dando origem à tese de “capitalismo consciente” ou nova economia, como também é chamado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>EM SÍNTESE, O CONCEITO DEFENDE QUE O CAPITALISMO PODE CONSTITUIR UMA FORÇA TANTO PARA FINS ECONÔMICOS QUANTO PARA O BEM SOCIOAMBIENTAL.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Claro que, na teoria, esse pensamento é maravilhoso; mas, e na prática? É viável aumentar o faturamento e, ao mesmo tempo, acrescentar algo de positivo à sociedade e ao meio ambiente? Minha experiência à frente da Urban Farmcy mostra que sim, e neste artigo vou explicar o porquê.</p>
<h4>“E”, e não “ou”</h4>
<p>Antes, quero registrar aqui o que entendo por capitalismo consciente. Trata-se de uma empresa/marca/iniciativa que nasce do propósito de criar valor a sociedade e ao meio ambiente. Desenvolve produtos e serviços legitimamente engajados, concebidos para construir valor quando consumidos e são naturalmente propagadores de uma filosofia de negócio positiva.</p>
<p>Ao meu ver, uma empresa que nasce do propósito de construir valor socioambiental é consideravelmente mais consistente e perene frente aos desafios estabelecidos pelo mercado.<br />
Atualmente e como visão de futuro, empreender empresas não engajadas significa fadar-se ao fracasso. Conceber, produzir, comercializar e comunicar produtos engajados é, também, uma questão estratégica. O conceito de “menos pior” (less bad), em que organizações produzem e comercializam produtos que não são “saudáveis para as pessoas e para o planeta, mas ainda assim realizam investimentos socioambientais em busca de compensação”, não são sustentáveis a longo prazo e não geram engajamento suficiente.</p>
<p>É importante salientar que não estou lamentando essa prática. Pelo contrário, reconheço qualquer iniciativa pró sociedade e meio ambiente, mas quando tais contrapartidas não constituem o propósito, a razão de existir de uma empresa, serão as primeiras a serem revogadas frente a crises econômicas ou necessidade de corte de gastos.</p>
<h4>Não poluir não basta</h4>
<p>Quando uma empresa nasce do princípio de construir valor a sociedade e ao planeta e cria um modelo de negócio economicamente viável, sustentável, com produtos, serviços e cultura empresarial coletiva, podemos considerá-la inserida na “nova economia”.</p>
<p>NÃO É “NÃO POLUIR”; MAS SIM PROMOVER A NATUREZA, PROMOVER ABUNDÂNCIA. NÃO BASTA TOMAR DECISÕES CORRETAS, MAS SIM COMPARTILHAR TAIS DECISÕES COM O TIME E OS GANHOS E ÔNUS DAS DECISÕES TOMADAS.</p>
<p>Não é apenas “gerar empregos”; é multiplicar essa capacidade, incentivar o intraempreendedorismo.<br />
Na economia colaborativa o acesso vale mais que a propriedade.</p>
<p>Não viveremos mais a era do sigilo de mercado, concorrências desleais e predatórias, mas sim compartilhamento de boas praticas, fornecedores, tecnologia, produtos e tudo que possa gerar maior engajamento e impacto positivo. Precisamos escalar, multiplicar uma nova forma de se relacionar com o consumo e com o planeta.</p>
<p>No fundo, não basta empreender; mas querer e atuar profundamente na construção de uma empresa engajada em melhorar a forma como vivemos. Que pense a longo prazo, de forma coletiva e integrada. Uma empresa com cultura orgânica.</p>
<h4>Como aplicar o capitalismo consciente na prática?</h4>
<p>Sei que esse discurso soa belo, virtuoso e perfumado. Mas todos sabemos que a rotina de um empreendedor é das mais árduas. Assim sendo, como promover um novo mundo e ser viável financeiramente?</p>
<p>Bem, tudo começa com a escolha do produto. Se o propósito estiver na concepção, no design do seu produto, ele naturalmente gerará engajamento. Se não for concebido dessa forma, tudo se torna mais caro e difícil.</p>
<p>Vejamos o caso da Urban Farmcy: a essência de cada produto que criamos é reduzir as distâncias existentes entre as pessoas, o alimento e o meio ambiente.<br />
Trabalhamos para oferecer alimentos que sejam ao mesmo tempo saborosos e altamente nutritivos. Queremos quebrar o paradigma existente onde o alimento altamente nutritivo não possa ser incrivelmente saboroso e ainda assim consciente. Estamos engajados na redefinição do futuro da alimentação. Nos deparamos com inúmeros prejuízos causados pelas escolhas erradas que fazemos quando nos alimentamos; doenças, poluição, desperdício, perdas. A total falta de consciência sobre o que comemos, de onde vem, para onde vai e quais impactos acarretam nos torna cúmplices do empobrecimento humano. Perseguimos reduzir as distâncias que os alimentos percorrem até chegar na mesa das pessoas.</p>
<h4>Impacto positivo como alicerce</h4>
<p>Foi a partir desse propósito que montamos o nosso modelo de negócio. Resolvemos trabalhar com pequenos produtores — mas com o pequeno produtor atuante, que quer se desenvolver, crescer e gerar empregos.</p>
<p>Também definimos que promoveríamos os produtos orgânicos (que ainda constituem 70% dos nossos insumos). Desenvolvemos, além disso, um modelo de incentivo à agricultura urbana, que pretende reduzir a distância que o vegetal percorre — mitigando, assim, impactos negativos, como perda de nutrientes, geração de gases tóxicos pelo transporte, desperdício e custo.<br />
PARA QUE SEU NEGÓCIO SEJA REALMENTE CONSCIENTE, VOCÊ PRECISA TER UM PRODUTO ESSENCIALMENTE POSITIVO, SOCIALMENTE E AMBIENTALMENTE ENGAJADO.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Cultura forte: a chave para uma gestão bem-sucedida</h4>
<p>Com um produto “positivo”, certamente será mais fácil conduzir o seu negócio. Principalmente no que diz respeito à cultura organizacional: no capitalismo consciente, é fundamental que ela seja tangível. Porque é o que vai determinar a entrega.</p>
<p>E é muito importante que você desenvolva a sua liderança. Pois sei que, no capitalismo consciente, as pessoas são ainda mais essenciais e devem ser alimentadas pela cultura que você promove e pratica no seu negócio. É fundamental, também, que você saiba dividir responsabilidades. Em vez de cargos, sua organização deve ter responsabilidades, trabalho em equipe no lugar de competição.</p>
<h4>The Purpose is the Boss</h4>
<p>Aqui, estamos falando do inverso da cultura top down, em que decisões seguem sempre a direção de cima para baixo. No entanto, é preciso que todos entendam de forma clara as responsabilidades, papéis e razão do que esta sendo entregue. Que possam compartilhar decisões e efetivamente empreender junto.</p>
<p><strong>Desenvolvendo lideranças para manter a coerência</strong></p>
<p>Por fim, muitos empreendedores reclamam da dificuldade de se escalar sem perder a “coerência”. De fato, essa é uma das questões mais difíceis de se sustentar na expansão de um negócio. Um tremendo dilema: “preciso crescer e buscar resultado, mas não posso abrir mão dos valores”<br />
A resposta que proponho (sempre levando em consideração minha experiência) é a seguinte: seguir desenvolvendo lideranças e sempre compartilhar o que for crítico para o negócio — desde decisões a resultados. Busque um modelo de remuneração mais flat e possibilite que os colaboradores se tornem sócios na expansão do negócio.</p>
<p>Você vai ver que, com tudo isso aliado ao propósito a sua empresa vai conseguir, sim, aproximar “capitalismo” e “consciência”. E todos nós só teremos a ganhar.</p>
<p>Vamos escalar esse novo modelo de consumo, um novo modelo de vida. Se relacionar de forma mais integrada com o meio ambiente e mais coletiva com as pessoas. Criar e desenvolver empresas engajadas, menos concentradas, onipotentes e arrogantes. Marcas que constroem valor para as pessoas, que eduquem e oportunizem o desenvolvimento da nação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="https://endeavor.org.br/capitalismo-consciente-na-pratica-como-criar-um-negocio-com-impacto-social-positivo/">Endeavor</a></p>
<p>Por Tobias Chanan &#8211; Fundador da Urban Farmcy</p>
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		<title>QUATRO LIÇÕES QUE O VAREJO PODE APRENDER COM O UBER.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[codelapa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jun 2017 08:01:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[varejo]]></category>
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					<description><![CDATA[Ao possibilitar o checkout de uma corrida sem a necessidade de tirar a carteira do bolso, além de criar uma tendência de economia colaborativa, o app de transporte pode ensinar muito aos varejistas. Quanto maior o número de etapas ou mais atividades exigidas do consumidor, maior é o atrito no pagamento. Portanto, o tempo gasto [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>Ao possibilitar o checkout de uma corrida sem a necessidade de tirar a carteira do bolso, além de criar uma tendência de economia colaborativa, o app de transporte pode ensinar muito aos varejistas.</h4>
<p>Quanto maior o número de etapas ou mais atividades exigidas do consumidor, maior é o atrito no pagamento. Portanto, o tempo gasto pelo cliente para concluir um processo de compra é a peça fundamental para uma boa experiência.</p>
<p>O aplicativo Uber revolucionou os mercados de pagamentos digitais e de serviços de transporte particular ao possibilitar o checkout de uma corrida sem a necessidade de tirar a carteira do bolso, além de criar uma tendência de economia colaborativa. Diante de tamanho impacto, podemos tirar quatro lições para aprimorar a experiência do consumidor no varejo físico. Confira:</p>
<h3>1. Elimine etapas e facilite a vida do cliente</h3>
<p>Quanto tempo o passageiro leva para pagar a viagem do Uber? Nem um segundo! Ao chegar ao seu destino, o cliente apenas desembarca e o pagamento é realizado automaticamente, com o valor registrado em seguida na fatura do cartão de crédito. Por outro lado, imagine uma situação em que, para realizar uma compra, fosse necessário levar documentos e comprovantes em vez de apenas digitar a senha do cartão. Algumas lojas ainda têm um processo de pagamento demorado, seja por causa da fila, do sistema, devido ao preenchimento de cadastro, ou da solicitação de informações que nem todos os clientes estão propensos a compartilhar naquele momento. Ao eliminar etapas, o processo é facilitado, diminuindo ou excluindo o atrito. Isso permite oferecer ao cliente uma experiência mais agradável e com maior comodidade, atraindo-o para compras futuras.</p>
<h3>2. Trabalhe a favor do engajamento do consumidor</h3>
<p>Para que seja possível implementar o método de pagamento sem atrito, uma das premissas é que o cliente informe dados pessoais como nome completo, CPF e número do cartão de crédito, para que a empresa possa processar a compra. Daí a necessidade de investimento da companhia no engajamento do consumidor, a fim de gerar confiança em sua marca e em seu serviço. Também recomenda-se a implantação de novas tecnologias e ferramentas com foco no desenvolvimento de aplicativos e processos otimizados. O Amazon Go traz um conceito interessante, em que o consumidor já realiza compras em lojas de conveniência sem precisar passar pelo caixa. Embora ainda esteja distante da nossa realidade, é uma tendência que pode ser adotada no médio ou longo prazo.</p>
<h3>3. Invista em aprimorar a gestão dos recebíveis</h3>
<p>Mesmo ao eliminar o atrito no momento da venda, ainda existe um esforço necessário para transformar a cobrança de determinado item ou serviço em receita. Quando o pagamento é simplificado e possui menos etapas, aumenta a necessidade de atenção e cuidado na hora de realizar a conciliação da venda. Já existem no mercado soluções e aplicativos que auxiliam os gestores a terem mais controle das transações e dos recebíveis, excluindo o valor de taxas administrativas de intermediários (adquirentes e subadquirentes), com uma visão geral que possibilita a diminuição de perdas na receita.</p>
<h3>4. Use a diversidade de meios de pagamento a seu favor</h3>
<p>Tendências surgem a todo o momento impulsionadas por tecnologias inovadoras como, por exemplo, os wearables, que usam dispositivos como relógios e pulseiras para realizar transações. Isso abre caminhos para novos modelos de negócios e aprimoramento da gestão financeira das empresas, que precisam acompanhar as novidades e adequar seus processos no intuito de oferecer cada vez mais alternativas aos consumidores, como o pagamento por aproximação, já disponível atualmente.</p>
<p>Fonte: Computerworld</p>
<p>Imagem: Projetado por Onlyyouqj &#8211; Freepik.com</p>
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		<title>5 COISAS QUE VOCÊ PRECISA SABER ANTES DE LARGAR TUDO PARA EMPREENDER.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[codelapa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 May 2017 08:25:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia]]></category>
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					<description><![CDATA[Não vai ser nada fácil Trabalhar sendo chefe de si mesmo é o sonho de muitas pessoas ao redor do mundo. O que nem todas essas pessoas percebem, porém, é que as vantagens nem sempre são maiores que as dificuldades encontradas pelo caminho. Realismo é fundamental para quem pretende essa guinada na vida, alerta o [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>Não vai ser nada fácil</h4>
<p>Trabalhar sendo chefe de si mesmo é o sonho de muitas pessoas ao redor do mundo. O que nem todas essas pessoas percebem, porém, é que as vantagens nem sempre são maiores que as dificuldades encontradas pelo caminho.<br />
Realismo é fundamental para quem pretende essa guinada na vida, alerta o especialista Jon Levy, que escreve para o Inc. Ele cita ao Business Insider 5 fatos que devem ser levados em consideração antes que se tome decisões drásticas.</p>
<p>Confira:</p>
<p><strong>1. Vai demorar</strong><br />
Ninguém se torna um empreendedor de sucesso do dia para a noite. Para isso, o especialista estima entre sete e dez anos de trabalho com quase nenhum reconhecimento – com raras exceções. “Seu empreendimento deve ser algo atrás de que você está disposto a correr”, enfatiza. “Tenha certeza”.</p>
<p><strong>2. Não se arrisque cedo demais</strong><br />
Apostar todas as fichas em um novo negócio deve ser uma ação tomada com cautela. Desistir do emprego para apostar na sua ideia pode parecer a atitude correta, mas nem sempre ter mais tempo para a sua startup no início significa maior produtividade. Tenha certeza da sua segurança antes de tomar atitudes drásticas – caso contrário, o estresse pode atrapalhar mais do que o tempo ajudaria.</p>
<p><strong>3. Tenha bons contatos</strong><br />
Conectar-se com as pessoas corretas é essencial para fazer um negócio deslanchar. Isso vale para investidores, clientes, mídia, entre outros. Mantenha por perto as pessoas que podem ajudar sua empresa.</p>
<p><strong>4. Tenha uma boa equipe</strong><br />
Afinidade pessoal não é o melhor critério de escolha para montar a equipe de uma empresa. A equipe de fundadores da empresa deve ser ocupada por pessoas que tenham todas as habilidades necessárias para fazê-la prosperar.</p>
<p><strong>5. Otimize a produtividade</strong><br />
Habilidades voltadas a eficiência e produtividade são absolutamente necessárias para quem quer ser um empreendedor. Ter mais tempo não é tão importante quanto usar o tempo disponível da melhor maneira possível.</p>
<p>Fonte: Por Paula Zogbi &#8211; em <a href="https://www.infomoney.com.br/" target="_blank" rel="nofollow noopener">InfoMoney.com</a></p>
<p>Imagem: FreePick.com</p>
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		<item>
		<title>6  PERGUNTAS QUE VOCÊ DEVE FAZER PARA ESCOLHER O TRABALHO QUE O FARÁ FELIZ.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[codelapa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 May 2017 08:22:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Motivação]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>
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					<description><![CDATA[A receita para o sucesso empresarial requer esse ingrediente &#8211; paixão. Ser empreendedor não é fácil. Os filmes e os meios de comunicação às vezes fazem com que pareça fascinante &#8211; os empresários e as pessoas que trabalham sozinhos chegam a ser seus próprios patrões, estabelecem suas próprias horas e fazem o que querem. Todo [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>A receita para o sucesso empresarial requer esse ingrediente &#8211; paixão.</h4>
<p>Ser empreendedor não é fácil. Os filmes e os meios de comunicação às vezes fazem com que pareça fascinante &#8211; os empresários e as pessoas que trabalham sozinhos chegam a ser seus próprios patrões, estabelecem suas próprias horas e fazem o que querem. Todo mundo tenta bajulá-los.</p>
<p>Muitas vezes, essas coisas são verdadeiras, mas o que eles não mostram é que você tem que tomar decisões difíceis como um chefe, que você tem que trabalhar longas horas para fazer todo o trabalho, e muitas vezes, você ficará preso ao trabalho que ninguém mais quer fazer.</p>
<p>Às vezes, pode ser tão difícil ser um empresário que todos à sua volta se perguntam por que você não apenas desiste e consegue outro emprego. Eu queimei a vela em ambas as extremidades por anos, tudo ao graciosamente controlar a controvérsia e escalar meu negócio incipiente. Eu sei o que para crescer é preciso uma pele grossa e cavar fundo para determinar seus verdadeiros objetivos.</p>
<p><strong>Então, o que mantém empresários investindo?</strong></p>
<p>Dinheiro? Certamente não no começo, quando você deveria estar tentando fazer os pontos encontrar-se buscando começar seu negócio do zero. É a paixão que você tem pelo que faz.</p>
<p>Paixão é o que alimenta os empresários, e é responsável por levar a seu sucesso final. Os empresários souberam, em algum momento de suas vidas, seguir a sua paixão, e a diferença entre eles e todos os outros é que eles realmente decidiram fazê-lo, não importa o quão difícil todos disseram que seria.</p>
<p>Paixão sem um plano, sem ação, e sem trabalho duro não vai funcionar. Mas sem paixão você vai ficar sem energia muito antes de suas ações produzirem o resultado desejado. Embora a paixão por si só não seja suficiente para criar sucesso &#8211; você ainda precisa de treinamento, previsão, trabalho duro, e a equipe certa, é absolutamente vital para o seu sucesso como empresário.</p>
<p>Enquanto todo mundo trabalhou durante toda a semana, talvez fazendo coisas que eles realmente não gostam, produzindo resultados que eles realmente não se importam, você, como empreendedor, trabalhou por uma causa em que acredita. Agora isso tem de ser energizante. Você pode estar cansado, mas às vezes, seu trabalho nem sequer parece como trabalho.</p>
<p>Essa energia vai mantê-lo atuante quando as tarefas são desagradáveis, o dinheiro não está chegando, e sua energia física estiver sendo minada. Ela vai alimentar o seu negócio quando a economia ficar apertada e a concorrência ficar feroz.</p>
<p>Perguntei a um amigo meu o quanto a paixão desempenhou um papel em sua jornada pelo mundo dos negócios, e se poderia  relacionar isso  com sua história. Nik Sharma, da Hint Water, diz:</p>
<blockquote><p>&#8220;Quando percebi que não tinha a rede de segurança de um diploma universitário, comecei a trabalhar 18 horas por dia. Hoje, 3 anos depois de concluir o ensino médio, sou o diretor de marketing em uma das empresas de bebidas de mais rápido crescimento &#8220;.</p></blockquote>
<p><strong>Como você sabe se você é apaixonado por seu trabalho?</strong></p>
<p>O que você deveria estar fazendo? Faça-se algumas perguntas.</p>
<ol>
<li><strong>O que você faria se fosse independentemente rico e não tivesse que se preocupar em pagar as contas?</strong></li>
<li><strong>Em que você realmente acredita?</strong></li>
<li><strong> Pelo que você quer ser conhecido por anos a partir de agora? </strong></li>
<li><strong>Como você está construindo seu legado?</strong></li>
<li><strong> No que você é realmente bom?</strong></li>
<li><strong>O que você pode fazer para continuar a crescer como uma pessoa de negócios e como um indivíduo?</strong></li>
</ol>
<p>Sua resposta a estas perguntas é o que você deve fazer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por:  Candice Galek em <a href="https://www.inc.com/candice-galek/the-1-thing-happy-entrepreneurs-got-right-in-the-beginning.html?cid=hmside1">INC.</a></p>
<p>Imagem: Projetado por Pressfoto &#8211; Freepik.com</p>
<div class="authorbiobox"></div>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>ESTAS SÃO AS COMPETÊNCIAS MAIS PROCURADAS NO BRASIL DE 2017.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[codelapa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 May 2017 08:52:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Organização]]></category>
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					<description><![CDATA[O desenvolvimento destas habilidades pode tirar o Brasil da crise — e devolver ao trabalhador a possibilidade de trilhar uma carreira com futuro Por Claudia Gasparini Mesmo num cenário de forte desemprego e um grande volume de mão de obra disponível no mercado, cerca de 40% das empresas brasileiras sofrem para preencher vagas de nível [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h5>O desenvolvimento destas habilidades pode tirar o Brasil da crise — e devolver ao trabalhador a possibilidade de trilhar uma carreira com futuro</h5>
<p>Por Claudia Gasparini</p>
<p>Mesmo num cenário de forte desemprego e um grande volume de mão de obra disponível no mercado, cerca de 40% das empresas brasileiras sofrem para preencher vagas de nível técnico no estado de São Paulo. O motivo? Faltam candidatos com as competências necessárias para preencher esses postos de trabalho.</p>
<p>O dado foi divulgado no estudo “Novas habilidades no trabalho – Desenvolvimento de competências que levam ao crescimento econômico”, feito em parceria entre a Fundação JP Morgan Chase, o Conselho das Américas (COA) e a Fundação Getúlio Vargas (FGV) e apresentado num seminário que aconteceu esta semana em um hotel em São Paulo.</p>
<p>Em palestra no evento, Marcos Lisboa, presidente do Insper, afirma que a produtividade brasileira está em queda livre há cerca de 40 anos, na contramão do que ocorreu com outros países da América Latina e do resto do mundo.</p>
<p>As causas do problema incluem diversos fatores conjunturais, tais como a falta de eficiência do poder judiciário, a pouca qualidade dos instrumentos de crédito e escassez no acesso à informação. Além disso, afirma Lisboa, o Brasil protege e favorece empresas ineficientes — que jogam o desempenho médio do país para baixo.</p>
<p>Dito isso, o baixo nível de qualificação da mão de obra é uma das principais explicações por trás do atraso. Consequentemente, a reversão desse problema é um fator crítico para a retomada do crescimento econômico do país.</p>
<blockquote><p>
“É preciso se mobilizar para melhorar a formação dos técnicos, e muitos empregadores já começaram a fazer isso”, disse no seminário Nilson Pereira, country manager da Manpower Brasil. “O brasileiro é muito fixado na ideia de ter um diploma de graduação, e acaba se formando em áreas como administração ou direito, que não são tão solicitadas pelo mercado atualmente”.</p></blockquote>
<p>Uma saída para os jovens, os mais atingidos pelo desemprego, é apostar em cursos técnicos, sobretudo na área de TI (tecnologia da informação), que oferecerá cada vez mais postos de trabalho. “É um movimento benéfico tanto para aumentar a empregabilidade do jovem quanto para tirar o Brasil da crise”, afirma Pereira.</p>
<blockquote><p>
Segundo André Portela, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o momento é de mudança radical nas necessidades do mercado de trabalho. “Hoje, o jovem precisa se pensar como um imigrante num novo país”, diz ele. “É como se o brasileiro fosse trabalhar na Ásia: ele está diante de um mercado de trabalho que exige competências novas e mais complexas”.</p></blockquote>
<p><strong>Quais são as competências mais procuradas?</strong></p>
<p>O estudo analisou o cenário nos três setores que apresentam o maior potencial para impulsionar o crescimento econômico e gerar empregos no estado de São Paulo: serviços de TI (tecnologia da informação), atenção à saúde e fabricação de produtos alimentícios. Em cada um desses campos, a escassez de talentos se manifesta de uma forma específica.</p>
<p>No caso do setor de TI, a principal lacuna está nas<strong> habilidades técnicas</strong>, algo que só será corrigido se houver uma revisão do currículo dos cursos da área. Para fugir do problema, muitas empresas contratam pessoas com nível superior para cargos de nível técnico, uma saída desaconselhável do ponto de vista dos organizadores do estudo.</p>
<p>Já os técnicos de saúde apresentam deficiências quanto às suas<strong> habilidades práticas</strong>. Eles têm conhecimento técnico suficiente, mas pouca experiência no desempenho de suas atividades. A solução seria que as instituições de ensino aumentassem o número de horas de treinamento prático e as empresas investissem em mais oportunidades de estágio.</p>
<p>A indústria alimentícia, finalmente, tende a contratar trabalhadores pouco qualificados e de baixa renda. De modo geral, diz o estudo, faltam a eles <strong>habilidades socioemocionais</strong> — que, aliás, compõem uma lacuna importante em toda a mão de obra técnica brasileira.</p>
<p><strong>O que são habilidades socioemocionais e como desenvolvê-las?</strong></p>
<p>Para Luiz Eduardo Leão, gerente de tecnologias educacionais do SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), o ensino no Brasil é excessivamente conteudista, isto é, centrado na transmissão de informações teóricas sobre temas como história, biologia e geografia. “Há pouca conexão com a prática do mercado de trabalho, o que desestimula a continuidade dos estudos”, disse ele no evento.</p>
<p>Porém, se o ensino fosse voltado para o desenvolvimento de competências, haveria espaço para incorporar ao currículo escolar as chamadas capacidades socioemocionais, ligadas a fatores como comportamento e relacionamento interpessoal.</p>
<p>Em entrevista exclusiva a EXAME.com, Leão afirma que as habilidades mais procuradas pelos empregadores nesse quesito são quatro: comunicação, capacidade de resolução de problemas, pensamento crítico e criatividade.</p>
<p>É evidente que o desenvolvimento de habilidades socioemocionais não cabe no currículo de um curso técnico, que não dura mais do que 1200 horas. São competências desenvolvidas ao longo da vida, afirma o gerente do SENAI, e deveriam ser incluídas na formação do indivíduo desde o ensino fundamental.</p>
<p>Isso não exclui a premissa da formação nas disciplinas clássicas. “Uma coisa não substitui a outra, apenas complementa”, diz ele. “As escolas não podem só fornecer ‘soft skills’, ou seja, elas também precisam dar uma base sólida de conhecimentos técnicos e científicos ao aluno”.</p>
<p>Para Leão, incluir a dimensão socioemocional no currículo depende da modernização da abordagem e da metodologia de ensino no país. Ele também defende a inclusão de novas tecnologias pedagógicas e a possibilidade de o estudante aderir a trilhas vocacionais no ensino médio.</p>
<p><strong>Quem é responsável por essas mudanças?</strong></p>
<p>Segundo Ivone Lainetti, diretora da Etec SEBRAE, a responsabilidade pelo desafio de qualificar o profissional técnico brasileiro é compartilhada por governos, escolas e empresas. “O jovem só continua a estudar se enxerga vinculação entre a vivência em sala de aula e o seu futuro profissional”, afirma. “Juntos, nós precisamos oferecer a ele um plano de carreira desde a formação”.</p>
<p>O Centro Paula Souza é um exemplo de instituição de ensino que faz esforços na direção de capacitar os estudantes também no quesito socioemocional. De acordo com Lainetti, o Centro reúne grupos com dificuldades comportamentais parecidas e promove coaching e treinamentos coletivos. É uma das iniciativas para promover o desenvolvimento de competências como administração do tempo, organização e liderança.</p>
<p>Claro que nada disso é possível sem a participação ativa das empresas na criação dos currículos dos cursos técnicos e no próprio processo de formação do jovem. Palestras e oficinas promovidas por companhias nas escolas, por exemplo, têm grande valor para o aprendizado.</p>
<p>A Arcos Dourados, operadora dos restaurantes McDonald’s na América Latina, diz que faz grandes esforços nesse sentido. No evento em São Paulo, o CEO da empresa, Sergio Alonso, afirma que a companhia é líder na geração de primeiros empregos para jovens e investe fortemente em treinamento. Uma dessas iniciativas é a Universidade McDonald’s.</p>
<p>“Temos foco em habilidades comportamentais, tais como comunicação, trabalho em equipe e respeito às normas”, diz Alonso. “Não à toa, muitos atendentes de restaurante, após alguns anos, acabaram assumindo cargos gerenciais na Arcos Dourados”.</p>
<p>Na visão de André Portela, professor da FGV, a parceria entre escola e mercado é uma condição obrigatória para qualificar o profissional técnico, promover inclusão social e colocar o Brasil em condições de competir com o resto do mundo.</p>
<p>Os números só reforçam a urgência do recado. De acordo com um estudo de 2011 da Penn World Tables, a produtividade no trabalho do Brasil não perde apenas para países desenvolvidos como Japão e Coreia do Sul. Também temos índices mais baixos do que países desconfortavelmente parecidos conosco, tais como México, Colômbia e Peru.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>FONTE: <a href="http://exame.abril.com.br/carreira/estas-sao-as-competencias-mais-procuradas-no-brasil-de-2017/">exame.abril.com.br</a></p>
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		<title>POR QUE ALGUMAS STARTUPS VENCEM.</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Apr 2017 08:38:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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					<description><![CDATA[Eu estava tomando um segundo café com um ex-aluno, agora head de marketing numa startup em rápido crescimento. Sua empresa investiu no conhecimento do consumidor, aprendeu sobre o problema do cliente, validou soluções, e agora estava escalonando vendas e marketing. Todas boas notícias. Mas ele estava ficando desconfortável que, como seu headcount estava crescendo, a produtividade [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Eu estava tomando um segundo café com um ex-aluno, agora head de marketing numa startup em rápido crescimento. Sua empresa investiu no conhecimento do consumidor, aprendeu sobre o problema do cliente, validou soluções, e agora estava escalonando vendas e marketing. Todas boas notícias.</p>
<p>Mas ele estava ficando desconfortável que, como seu headcount estava crescendo, a produtividade de seu departamento de marketing parecia estar diminuindo rapidamente. Eu não fiquei surpreso.</p>
<p>Quando as organizações são pequenas (startups, pequenas equipes em empresas e agências governamentais), os primeiros funcionários compartilham uma missão &#8211; por que eles vem trabalhar, o que eles precisam fazer enquanto estão no trabalho e como eles irão saber que obtiveram sucesso. Mas, à medida que essas organizações crescem, o que antes era uma missão e uma intenção compartilhadas é enterrado sob o processo de RH e dos Indicadores-Chave de Desempenho.</p>
<p>Eu disse a ele que eu tinha aprendido, há muito tempo, que para evitar que isso aconteça você precisa treinar sua equipe sobre a missão e intenção.</p>
<h3>Por que você trabalha aqui?</h3>
<p>Eu tinha assumido o cargo de VP de Marketing em uma empresa em falência emergente. Tínhamos conseguido outro aporte de dinheiro, mas não ia durar muito.<br />
Durante a minha primeira semana no trabalho, perguntei a cada um dos meus chefes de departamento o que eles fizeram para o marketing e para a empresa. Quando perguntei à nossa gerente de feiras comerciais, ela pareceu surpresa e disse: &#8220;Steve, você não sabe que meu trabalho é levar nosso estande para feiras e instala-lo&#8221; Os outros departamentos deram o mesmo tipo de respostas logísticas &#8211; O departamento de marketing de produtos, por exemplo, disse que seu trabalho era obter as especificações do produto da Engenharia e preencher relatórios de dados. Mas o meu favorito foi quando o gerente de relações públicas me disse: &#8220;Estamos aqui para resumir os relatórios de dados e colocá-los em comunicados de imprensa e, em seguida, atender o telefone, caso a imprensa chame.<br />
Se estas soam como respostas razoáveis para você, e você está em uma startup, atualize seu currículo.</p>
<h3>Títulos não são o seu negócio.</h3>
<p>Quando eu pressionei a minha equipe para explicar por que o marketing faz feiras ou escreve comunicados de imprensa ou escreve relatórios de dados, a melhor resposta que eu obteria era &#8220;Por que esse é o nosso trabalho.&#8221; Em suas cabeças seus títulos eram um link para um trabalho de especificação de  Recursos Humanos que veio de uma empresa de 10.000 pessoas (ou seja, listando deveres e responsabilidades, habilidades e competências, e relações de subordinação).</p>
<blockquote><p>Percebi  que tínhamos um departamento cheio de pessoas com títulos descrevendo a execução centrada no processo, enquanto estávamos em um ambiente que exigia implacável agilidade e velocidade com urgência.</p></blockquote>
<p>Embora seus títulos pudessem ser o que seus cartões de visita diziam, os títulos não eram o seu trabalho &#8211; e ser um escravo do processo eliminou a visão da floresta para as árvores. Esta foi a última coisa que precisávamos em uma empresa onde todos os dias poderia ser o nosso último.<br />
Títulos em uma Startup não são o mesmo que o seu trabalho é. Esta é uma grande ideia.</p>
<h3>Declarações de missão do Departamento: O que eu devo fazer hoje?</h3>
<p>Não era que eu tivesse, de alguma forma, herdado empregados mudos. O que eu estava ouvindo era um fracasso da gestão.<br />
Ninguém tinha trazido essas pessoas à bordo. Ninguém tinha diferenciado uma descrição de trabalho numa  startup de um trabalho em uma grande empresa. Todos estavam fazendo o que pensavam que era esperado.<br />
Mas o mais importante, ninguém tinha estabelecido o departamento de marketing e definido a nossa Missão do  departamento (com uma &#8220;M&#8221; maiúscula).<br />
A maioria das startups criou uma declaração de missão corporativa porque o CEO se lembrou de ter visto uma em seu último emprego ou os investidores disseram que precisavam de uma. A maioria das empresas gasta uma quantidade excessiva de tempo criando uma declaração de missão corporativa,finamente aperfeiçoada, para o consumo externo e, em seguida, nada faz internamente para faze-la acontecer. O que vou descrever aqui é bem diferente.</p>
<p><strong>O que estava faltando ao nosso departamento de marketing era qualquer coisa que desse ao pessoal de marketing uma orientação diária sobre o que eles deveriam estar fazendo.</strong></p>
<p>A primeira reação do meu CEO foi: &#8220;É por isso que você está gerenciando o departamento.&#8221; E sim, poderíamos ter construído uma hierarquia de comando e controle de cima para baixo, mas o que eu queria era uma equipe de marketing ágil <em>capaz de operar independentemente</em>, sem a direção do dia-a-dia.</p>
<p>Precisávamos elaborar uma Declaração de Missão Departamental que dissesse a todos:</p>
<ul>
<li>Por que eles vieram trabalhar</li>
<li>O que eles precisavam fazer enquanto estavam no trabalho</li>
<li>E como eles saberiam que tinham conseguido.</li>
</ul>
<p>E ela iria  mencionar as duas palavras que o marketing precisava para viver e respirar: receita e lucro.</p>
<h3>
Cinco peças fáceis: A missão de marketing</h3>
<p>Depois de alguns meses conversando com os clientes e trabalhando as vendas, definimos a missão de marketing (nosso trabalho) como:</p>
<blockquote><p>
Ajudar o Departamento de Vendas a entregar US $ 25 milhões em vendas com uma margem bruta de 45%. Para isso, criaremos a demanda do usuário final  direcionando-a ao canal de vendas, educaremos o canal e os clientes sobre o porquê de nossos produtos serem superiores e ajudaremos a Engenharia a entender as necessidades e os desejos dos clientes. Nós conseguiremos isso através de atividades de criação de demanda (publicidade, RP, feiras, seminários, sites, etc.), análises competitivas, canal e garantia do cliente (white papers, folhas de dados, revisões de produtos), pesquisas com clientes e descobertas de clientes .</p>
<p>Este ano, o marketing precisa fornecer vendas com 40.000 leads ativos e aceitos, mais de 65% de reconhecimento do nome de empresa e do produto em nosso mercado-alvo e cinco revisões de produto positivas por trimestre. Alcançaremos 35% de market share no primeiro ano de vendas, com um número de funcionários de vinte pessoas, gastando menos de US $ 4.000.000.</p>
<p>&#8211; Gerar demanda do usuário final (para atender às nossas metas de receita).<br />
&#8211; Conduzir essa demanda para nossos canais de vendas<br />
&#8211; Valorizar o preço de nossos produtos para atingir nossos objetivos de receita e margem (criar alto valor)<br />
&#8211; Educar nosso (s) canal (is) de vendas<br />
&#8211; Ajudar a Engenharia a compreender as necessidades dos clientes</p>
<p>Era isso. Dois parágrafos, cinco balas. Não demorou muito.</p></blockquote>
<h3>Construindo uma equipe focada em missão</h3>
<p>Ter estabelecido a missão  significou que nossa equipe poderia ver que o que importava não era o que estava em seu cartão de visita, mas quanto mais perto seu trabalho mudaria o nosso departamento para completar a missão. Ponto.</p>
<p>Não era um conceito fácil para todos entenderem.</p>
<p>Meu novo Diretor de Comunicação e Marketing transformou os departamentos da Marcom em uma organização focada em missão. Seu novo gerente de feiras rapidamente entendeu que seu trabalho não era montar estandes &#8211; contratamos trabalhadores sindicais para fazer isso &#8211; uma feira era onde nossa empresa ia para criar lembrança e / ou leads. E se você gerenciasse o departamento de tradeshow, você tinha a responsabilidade pela atenção e pelos leads. O estande era incidental. Eu não poderia me importar menos se tivéssemos um stand ou não, se pudéssemos gerar a mesma quantidade de leads e lembrança fazendo pára-quedismo nus em uma xícara de café.</p>
<p>O mesmo era verdade para RP. Meu novo chefe de Relações Públicas rapidamente soube que meu administrador poderia atender chamadas da imprensa. O trabalho de Relações Públicas não era uma atividade passiva de &#8220;escrever um comunicado de imprensa e esperar que algo aconteça&#8221;. Não era medido pelo quão ocupado você estava, era medido por resultados. E os resultados não foram as métricas de RP tradicionais de número de artigos ou centímetros de tinta. Eu não poderia me importar menos com essas. Eu queria que nosso departamento de Relações Públicas mapeasse o processo de vendas, descobrisse onde o RP poderia obter reconhecimento e  interesse, então ficar  perto e próximo da imprensa e usá-la para gerar a demanda do usuário final,  direcionando essa demanda para nosso canal de vendas . Estávamos constantemente fazendo auditorias internas e externas e criando métricas para ver os efeitos de diferentes mensagens de RP, canais e públicos na lembrança do cliente, na intenção de compra e nas vendas para  usuários finais.</p>
<p>O mesmo ocorreu com o grupo de Marketing de Produto. Eu contratei um Diretor de Marketing de Produto que, em sua última empresa, gerenciou o  marketing e, em seguida, foi para campo e se tornou seu diretor nacional  de vendas. Ele conseguiu o emprego quando eu perguntei a ele o quanto de seu próprio material de marketing sua equipe de vendas realmente usava em campo. Quando ele disse, &#8220;cerca de dez por cento&#8221;, eu sabia pelo olhar embaraçado em seu rosto que eu tinha encontrado o cara certo. E nosso Diretor de Marketing Técnico foi excelente em entender as necessidades do cliente e comunicá-las à Engenharia.</p>
<h3>Intenção da Missão: O que é realmente importante</h3>
<p>Com uma grande equipe no lugar, o próximo passo foi reconhecer que nossa declaração de missão pode mudar em pleno vôo. &#8220;Ei, todos nós compramos esta ideia da Missão e agora você está nos dizendo que pode mudar?&#8221; A missão pode mudar se nós rodarmos, os concorrentes podem anunciar novos produtos, podemos aprender algo novo sobre nossos clientes, etc.</p>
<p>Assim, introduzimos a noção de Intenção da Missão. Intenção respondia  à pergunta: &#8220;Qual o pensamento e o objetivo da companhia por trás da  missão? No nosso caso, a missão da empresa era vender US $ 25 milhões de produto com 45% de margem bruta.</p>
<blockquote><p>A ideia de ensinar intenção é que, se os funcionários entenderem o que pretendemos por trás da missão, eles podem trabalhar em colaboração para alcançá-la.</p></blockquote>
<p>Reconhecemos que haveria um momento em que o marketing erraria ou algo fora do nosso controle aconteceria, tornando a missão de marketing obsoleta (isto é, poderíamos deixar de entregar 40.000 leads). Pense na intenção como a resposta para o adágio: &#8220;Quando você está até o seu pescoço no meio de  jacarés é difícil lembrar que era suposto drenar o pântano.&#8221; Por exemplo, a nossa intenção da  missão dizia a razão pela qual o marketing tinha necessidade de para entregar 40.000 leads e  35% de participação de mercado, etc, de modo que as vendas poderiam vender US $ 25 milhões de produtos a uma margem bruta de 45%.</p>
<p>O que ensinamos a todos é que a intenção é mais duradoura do que a missão &#8211; &#8220;Vamos ver, a empresa está tentando vender US $ 25 milhões em produto com 45% de margem bruta. Se o marketing não puder entregar os 40.000 leads, o que mais podemos fazer para que Vendas ainda consiga nossa receita e rentabilidade? &#8220;<strong>A missão era nossa meta, mas com base nas circunstâncias, ela pode mudar. No entanto, a Intenção era imutável.</strong></p>
<p>Quando confrontados com as pressões de tempo de uma startup, demasiadas exigências e poucas pessoas, começamos a ensinar nossos funcionários a se referirem aos cinco objetivos da Missão e à Intenção do departamento. Quando coisas começaram a se acumular em suas mesas, eles aprenderam a se perguntar: &#8220;Eu estou trabalhando em promover esses objetivos? Em caso afirmativo, qual? Se não, por que estou fazendo isso? &#8221;</p>
<p>Eles entenderam que a intenção da missão era nossa receita corporativa e metas de lucro.</p>
<h3>Por que fazer isso</h3>
<p>Até o final do primeiro ano, nossa equipe tinha se encaixado. (com o tempo, adicionamos a cultura <strong>Sem Desculpas</strong> para resolver a responsabilidade.) Era um departamento disposto a exercer a iniciativa, com o julgamento de agir com sabedoria e uma ânsia de aceitar  responsabilidades.</p>
<p>Lembro-me de que, no final de uma semana difícil, os meus relatórios diretos chegaram ao meu gabinete apenas para falar das pequenas vitórias da semana. E houve um momento em que eles compartilharam suas histórias quando todos começaram a perceber que nossa empresa, que acabava de sair do suporte vital, estava começando a chutar a traseira de nossos concorrentes mais bem-financiados e maiores. Todos nós nos maravilhamos no momento.</p>
<h3>Lições aprendidas</h3>
<ul>
<li>Empurre a execução independente de tarefas até o nível mais baixo possível</li>
<li>Dê a todos uma Declaração de Missão compartilhada: por que eles vêm para o trabalho, o que eles precisam fazer e como eles sabem que tiveram êxito</li>
<li>Compartilhe a  intenção da missão para o entendimento maior da declaração da missão</li>
<li>Construa uma equipe confortável com a execução independente da missão</li>
<li>Adicione uma cultura sem desculpas</li>
<li>Concordem nos valores fundamentais para definir sua cultura</li>
</ul>
<p>Fonte: Steve Blank em <a href="https://thinkgrowth.org/why-some-startups-win-5b19dcbb3c29">www.thinkgrowth.org</a>.</p>
<p>Imagem: Projetado por Pressfoto &#8211; Freepik.com</p>
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