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	<title>meios de pagamento &#8211; WayUp</title>
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	<title>meios de pagamento &#8211; WayUp</title>
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		<title>6 tendências em meios de pagamento para 2021</title>
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		<dc:creator><![CDATA[codelapa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jul 2021 18:38:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
		<category><![CDATA[meios de pagamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Quer se manter sempre atualizado no mercado? Então confira em nosso artigo quais são as principais tendências em meios de pagamento para 2021!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Após a pandemia, o mundo precisou adaptar sua forma de pensar, agir, socializar e também comprar. Houve um aumento expressivo das compras online, o que impulsionou determinadas mudanças no comportamento de consumo do brasileiro. Essas mudanças indicam as <strong>tendências em meios de pagamento</strong> para 2021.</p>



<p>Portanto, caso você seja lojista, é necessário estar sempre atento para todas essas transições, a fim de oferecer sempre o melhor serviço para o seu cliente. No dia a dia das empresas, essas medidas podem impactar positivamente na lucratividade, afinal, <strong>os clientes desejam ter opções de escolha</strong>, além de <strong>segurança</strong> e <strong>praticidade</strong>. Sendo assim, atualizar sua loja e considerar as novas tendências em meios de pagamento é ideal para os lojistas que querem atender mais e melhor! </p>



<p>Para não perder nenhuma novidade de mercado, confira o artigo e saiba quais são as 6 tendências mais buscadas atualmente.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>6 dicas de tendências em meios de pagamento</strong></h2>



<p>Conquistar e <a class="rank-math-link" href="https://www.wayupbrasil.com/fidelizacao-de-clientes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" data-type="post" data-id="3516">fidelizar clientes</a> não precisa ser um ato difícil dentro do seu negócio. Para que isso aconteça, é necessário <strong>compreender as necessidades de seu cliente</strong> e <strong>estar disposto a realizar mudanças</strong> para atendê-las. Entre as novidades mais solicitadas, estão as tendências em meios de pagamento, que vêm se modernizando para tornar o dia a dia das empresas e consumidores cada vez mais prático.</p>



<p>Confira abaixo quais são as 6 principais tendências em meios de pagamento e saiba como adotá-las em seu empreendimento de forma rápida, prática e segura!</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Cibersegurança</strong></h3>



<p>Com a pandemia, o mercado passou por diversas mudanças no quesito compra e venda, principalmente, referente às compras online. Sendo assim, novas estratégias para manter a qualidade e segurança do serviço precisaram ser criadas para garantir o conforto dos compradores e a integridade das empresas.</p>



<p>Portanto, para que os riscos sejam reduzidos durante o processo de compra e venda, <strong>é necessário o investimento em um sistema eficiente de cibersegurança, que impeça  possíveis golpes</strong>. A contratação desse serviço é interessante para ambas as partes, afinal, as ameaças colocam em risco não apenas a integridade de dados dos clientes, mas todo o planejamento financeiro de um empreendimento, que fica severamente comprometido a partir da divulgação de dados.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Acesso aos dados</strong></h3>



<p>O acesso e <strong>uso de dados</strong> é uma prática que tem demonstrado sua eficácia na vida de muitos negócios. Através dos dados, é possível <strong>direcionar melhor os esforços em cada área da empresa</strong>, conseguindo números mais satisfatórios, seja na criação de campanhas ou no <strong><a class="rank-math-link" href="https://www.wayupbrasil.com/relacionamento-com-o-cliente/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" data-type="post" data-id="3872">fortalecimento do relacionamento</a> </strong>entre empresa e consumidor. </p>



<p>Sendo assim, o acesso aos dados dos clientes é de extrema importância nas tendências em meios de pagamento, pois, com eles pode-se <strong>conhecer as necessidades dos clientes</strong>, bem como criar a resolução para esses problemas. E, por essa razão, é necessário ter atenção para cuidar dos dados recebidos. </p>



<p>Vale ressaltar que <strong>as informações dos clientes devem ser preservadas e utilizadas com responsabilidade</strong>, com base na Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Benefícios</strong></h3>



<p>Algumas das tendências em meios de pagamento, além de serem práticas e rápidas, também podem oferecer diversos benefícios aos seus usuários. Esse é o caso dos <strong>cartões private label</strong>, por exemplo, uma vez que se trata de um produto próprio, <strong>o cliente tem opções diferenciadas de pagamento</strong>, como um prazo maior, isenção ou redução de taxas e descontos exclusivos.</p>



<p>Tal modalidade também é interessante para lojistas, já que <strong>os cartões próprios trazem uma nova perspectiva de segurança e confiabilidade à marca</strong>, além de criar um maior vínculo com o cliente. </p>



<p>Dica: <a class="rank-math-link" href="https://www.wayupbrasil.com/cartao-private-label/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" data-type="post" data-id="3514">Cartão private label: o que é e como funciona</a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Praticidade</strong></h3>



<p>Soluções que auxiliam no dia a dia são sempre bem vindas, não é mesmo? Por isso, ter implementadas as tendências em <strong>meios de pagamentos que sejam mais práticos e ofereçam agilidade aos clientes</strong> e empresas são ótimas alternativas. Entre as formas mais utilizadas atualmente, a tendência de pagamentos que podem ser realizados instantaneamente, em qualquer dia e a qualquer horário, <strong>sem a cobrança de taxas</strong>, tem sido bastante procurada. Afinal, isso representa uma grande economia para seus usuários, além de descomplicar o dia a dia.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Opções mais modernas</strong></h3>



<p>Atualmente, as opções mais modernas em tendências de meios de pagamento estão intimamente ligadas ao ponto anterior: praticidade. Isso porque, com o aumento nas vendas digitais, outras mudanças também ocorreram, como o <strong>uso de tecnologias</strong>.</p>



<p>Hoje, temos disponíveis várias modalidades de <strong>pagamentos que combinam praticidade e segurança</strong>. No caso das formas tradicionais, elas acompanharam as transformações digitais e oferecem serviços que se adequam ao novo contexto social, como a utilização de <strong>aplicativos para celular</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Soluções “as a service”</strong></h3>



<p>Esta modalidade é uma das novas tendências em meios de pagamento que vem  crescendo rapidamente em toda a América Latina. Basicamente, a <strong>tecnologia “as a service”</strong> representa serviços de utilização de programas, sem a necessidade de instalações e grandes atualizações para seu funcionamento.</p>



<p>Dessa forma, <strong>as empresas podem adquirir soluções rápidas e objetivas sem a necessidade de desenvolvimento do zero</strong>, o que agiliza todo o processo. Como exemplo nós temos o Google Apps e o Microsoft Office 365.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Invista em novas tendências em meios de pagamento e venda mais!</strong></h2>



<p>Como você pode ver, o mercado vem se modificando de maneira acelerada a fim de oferecer <strong>medidas mais seguras e práticas</strong> aos consumidores. Por essa razão, realizar pequenos ajustes em sua maneira de trabalhar pode resultar em aumento nos lucros.</p>



<p>E, para isso, você pode contar com a <strong>WayUp</strong>, uma empresa que tem como seu principal objetivo <strong>melhorar o relacionamento entre empresas e seus clientes</strong>. </p>



<p>A WayUp tem diversas soluções, como o <strong><a class="rank-math-link" href="https://www.wayupbrasil.com/waycard-credito/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" data-type="page" data-id="283">Cartão Private Label</a></strong>, por exemplo, que oferece mais vantagens para seu público e para sua empresa. Afinal, com esse serviço, você pode fidelizar e recompensar seus clientes, oferecer <strong>benefícios </strong>como parcelamento e desfrutar de um sistema completo e totalmente pensado para o dia a dia do seu negócio.<br />Para saber mais informações sobre esse e outros serviços oferecidos pela WayUp, entre em <a class="rank-math-link" href="https://www.wayupbrasil.com/fale-conosco/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">contato</a> agora mesmo e conheça quais benefícios você pode ter em sua empresa.</p>
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		<title>INADIMPLÊNCIA REGISTRA QUEDA DE 9,1% EM ABRIL.</title>
		<link>https://www.wayupbrasil.com/blog/inadimplencia-registra-queda-de-91-em-abril/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[codelapa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 May 2017 08:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Cartões]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[meios de pagamento]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de cartões]]></category>
		<category><![CDATA[varejo]]></category>
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					<description><![CDATA[Quatro em 10 pessoas não sabem o valor gasto no cartão de crédito. A inadimplência do consumidor caiu 9,1% em abril em relação a março, na série com ajuste sazonal, divulgou a Boa Vista SCPC. O recuo também foi observado no confronto com abril de 2016, de 11,5%. Em 12 meses, a baixa é de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h5>Quatro em 10 pessoas não sabem o valor gasto no cartão de crédito.</h5>
<p>A inadimplência do consumidor caiu 9,1% em abril em relação a março, na série com ajuste sazonal, divulgou a Boa Vista SCPC. O recuo também foi observado no confronto com abril de 2016, de 11,5%. Em 12 meses, a baixa é de 4,6% e, no ano, de 1,7%. Na análise na margem, a maior retração na inadimplência do consumidor foi observada na região Sudeste, de 12%, seguida de perto por Centro-Oeste (11,9%). Na região Norte, a queda foi de 9%, e, no Nordeste, de 7,9%. A região Sul foi a única que teve aumento de inadimplência dos consumidores no período, de 4%.</p>
<p>A Boa Vista SCPC reafirma, em nota, que a queda na inadimplência é reflexo da maior cautela das famílias em virtude das adversidades econômicas dos últimos dois anos. Segundo a instituição, o atual ritmo de queda da inadimplência deve se manter com o cenário projetado de retomada sustentável da demanda de crédito em um ambiente de pequeno crescimento da economia e renda, juros menores e inflação controlada.</p>
<p>O indicador de inadimplência é elaborado a partir da quantidade de novos registros de dívidas vencidas e não pagas informados à Boa Vista pelas empresas credoras. Em São Paulo, passou-se a usar como referência o número de cartas de notificação enviadas aos consumidores em vez dos números de débitos ativos na base do SCPC, em virtude da Lei Estadual nº 15.659/2015.</p>
<p>Entre quem tentou fazer compra parcelada, 20% tiveram o pedido negado. Valor médio da fatura do cartão de crédito foi de R$ 1.140,00 em março; 62% planejam cortar gastos. Quatro em cada 10 (42%) consumidores que usaram o cartão de crédito em março não sabem ao certo o quanto gastaram nas compras do mês. Os dados são do Indicador de Uso do Crédito calculado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).</p>
<p>Apesar de não se lembrarem do valor exato, de acordo com o levantamento, 20% dos usuários disseram que viram o tamanho da fatura do cartão de crédito diminuir no último mês, contra 41% de entrevistados que observaram crescimento no valor da cobrança. Para 33%, ela se manteve estável. Considerando os entrevistados que se lembram do valor da fatura do último mês, a média da cobrança foi de R$ 1.140,00. Os itens de primeira necessidade, como alimentos (62%) e remédios (49%), foram os mais adquiridos por meio do cartão de crédito. Produtos como roupas (32%), combustível (28%) e gastos com bares e restaurantes (26%) ocupam as demais posições do ranking.</p>
<p>Na avaliação da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, antes do consumidor utilizar qualquer tipo de crédito, é importante que ele avalie a necessidade da compra e se é possível esperar um tempo para economizar e comprar o item à vista. &#8220;Caso a compra seja inadiável, o consumidor deve buscar informação sobre as taxas de juros e verificar se as parcelas estão de acordo com a realidade do seu orçamento.&#8221;</p>
<p><strong>Baixa renda compromete salário com produtos financeiros</strong></p>
<p>Levantamento da Serasa Experian mostrou que 27% da população de baixa renda (até R$ 2 mil mensais) gasta mais da metade do que ganha com produtos financeiros como cartão de crédito, empréstimo consignado e pessoal, financiamento de automóvel, crédito imobiliário, cheque especial e consórcio. Já entre os que ganham mais de R$ 10 mil, esse percentual cai para 13%. O estudo levou em conta informações de 5 milhões de consumidores que aderiram ao cadastro positivo.</p>
<p>Entre as modalidades de produtos financeiros, o cartão de crédito é o mais usado pela população de baixa renda (40%), seguido pelo cheque especial (12%) e pelos financiamentos de carro e empréstimos consignados (ambos com 11%). &#8220;Cerca de 40% dos brasileiros de baixa renda tem acesso ao cartão de crédito&#8221;, salientou Julio Guedes, diretor de Decision Analytics da Serasa Experian.</p>
<p>Ele disse que o recorte que mostra o perfil da alta renda aponta um uso mais acentuado em todas as categorias. O cartão também lidera o ranking de utilização (51%). Na sequência está o cheque especial (18%), o financiamento de carro (17%), o empréstimo pessoal (14%) e o consignado (13%). A pesquisa identificou que 82% dos CPFs tiveram pelo menos um cartão de crédito nos últimos 12 meses, sendo que 60,4% dos brasileiros têm ou tiveram no plástico pelo menos um pagamento em atraso em 12 meses.</p>
<p>Quando o assunto é empréstimo consignado, 22,2% dos consumidores que têm ou tiveram o produto atrasaram pelo menos uma parcela nos últimos 12 meses. O estudo também mostra que, entre os brasileiros negativados, a maioria está em débito com o banco/cartão de crédito (39%), seguido por financeiras e leasing (13%), empresas de serviços (12%) e outros.</p>
<p><strong>Endividamento tem alta, e índice vai a 75,2% em abril no Estado</strong></p>
<p>O resultado da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), elaborada pela Fecomércio-RS, mostra que o indicador que mede o nível de endividamento das famílias gaúchas registrou alta (75,2%) na comparação com abril de 2016 (70,4%). O levantamento revela que a elevação está diretamente ligada ao endividamento por necessidade para manter o nível de consumo corrente, tendo em vista as restrições de renda na conjuntura atual.</p>
<p>&#8220;Os dados da pesquisa ainda mostram um cenário difícil. Com as fortes quedas do emprego e da renda, as famílias têm dificuldades para manter suas contas em dia. Nesse cenário, contudo, não podemos deixar de comemorar o fato de que tanto o endividamento quanto a inadimplência permanecem em patamares moderados. Além disso, a redução dos juros, nos próximos meses, contribuirá para aliviar a pressão sobre essa situação&#8221;, afirma o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, ao comentar a Peic divulgada ontem.</p>
<p>O levantamento indica que a parcela da renda comprometida com dívidas em abril, na média em 12 meses, foi de 32,7%. Já o tempo de comprometimento da dívida no período de 12 meses cresceu, saindo de 7,7 meses para 7,9 meses. O cartão de crédito ainda é o principal meio de dívida dos gaúchos, apontado por 85,2% dos entrevistados, seguido por carnês (26,3%), financiamento de veículos (17,4%) e crédito pessoal (15,5%).</p>
<p>A conjuntura formada por redução de emprego e renda vem estabelecendo uma pressão para o aumento da inadimplência entre as famílias gaúchas. Em abril, o percentual de famílias com contas em atraso cresceu para 36,0%, ante 30,5% verificados em abril de 2016. Pelo lado positivo, deve-se ressaltar que o indicador permanece em patamar moderado, inferior, inclusive, a outros momentos da economia menos complicados. Outro dado que pode amenizar o bolso do consumidor é a gradual redução da taxa de juros ao longo dos próximos meses.</p>
<p>O percentual de gaúchos que não terão condições de honrar suas dívidas vencidas no prazo de 30 dias teve alta em abril (13,9%) na comparação com abril de 2016 (9,1%). Apesar de alguma redução em relação a março de 2017, o indicador permanece em patamar elevado, próximo dos maiores valores atingidos em seu histórico. &#8211; Jornal do Comércio</p>
<p>Fonte: (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2017/05/economia/561649-inadimplencia-registra-queda-de-9-1-em-abril.html)</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O QUE MUDA NO PAGAMENTO MÍNIMO DO SEU CARTÃO.</title>
		<link>https://www.wayupbrasil.com/blog/o-que-muda-no-pagamento-minimo-do-seu-cartao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[codelapa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Mar 2017 18:16:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado de Cartões]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
		<category><![CDATA[meios de pagamento]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de cartões]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho Monetário Nacional publicou nova regra determinando que, a partir de 03/04/2017, o saldo devedor dos cartões não poderá ficar no rotativo por mais de 30 dias. No próximo Demonstrativo esse saldo passará a compor o pagamento mínimo e os clientes poderão ter opção de parcelar o valor total do Demonstrativo, com  taxas de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Monetário Nacional publicou nova regra determinando que, a partir de 03/04/2017, o saldo devedor dos cartões não poderá ficar no rotativo por mais de 30 dias.</p>
<p>No próximo Demonstrativo esse saldo passará a compor o pagamento mínimo e os clientes poderão ter opção de parcelar o valor total do Demonstrativo, com  taxas de juros menores que as do crédito rotativo.</p>
<blockquote><p>Relembrando:</p>
<p><strong>Crédito Rotativo</strong>: é quando o cliente faz a compra para pagar na próxima fatura, porém não paga o valor total do débito, restando um saldo a ser pago nas faturas posteriores, com valores reajustados.</p></blockquote>
<p>Veja  no exemplo abaixo como ficam as opções de pagamento dos Demonstrativos do cartão WayCard a partir de abril.</p>
<p><a href="http://www.wayupbrasil.com/wp-content/uploads/2017/03/Vencimento.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-2248 aligncenter" src="http://www.wayupbrasil.com/wp-content/uploads/2017/03/Vencimento.jpg" alt="" width="590" height="380" /></a></p>
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		<title>VAREJO: O PREÇO CONTINUA REINANDO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[codelapa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 May 2016 09:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
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		<category><![CDATA[finanças]]></category>
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					<description><![CDATA[Nós últimos anos vivenciamos profundas e irreversíveis transformações no varejo mundial. A cada nova descoberta estávamos mais perto da tecnologia, de soluções e das inovações que chegaram para resolver os mais diversos problemas, com rapidez, eficiência e segurança. Ao longo deste processo de desenvolvimento e adaptação, os varejistas compreenderam que era preciso gerar valor aos [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nós últimos anos vivenciamos profundas e irreversíveis transformações no varejo mundial. A cada nova descoberta estávamos mais perto da tecnologia, de soluções e das inovações que chegaram para resolver os mais diversos problemas, com rapidez, eficiência e segurança. Ao longo deste processo de desenvolvimento e adaptação, os varejistas compreenderam que era preciso gerar valor aos seus produtos e serviços, e que assim, estariam contando suas próprias histórias, além de fortalecer sua marca. Embora gerar valor a um produto ou marca seja uma boa estratégia mercadológica, uma recente pesquisa realizada pela PwC em parceria com a Research 2 Insight, a Total Retail 2016, mostrou que o preço ainda é o fator mais importante.</p>
<p>Muitos especialistas e escritores da área afirmam com segurança que vivemos a “Era do Valor”, da Experiência de compra, do Figital, eu inclusive. Embora os números deixem claro que os consumidores até podem entender porque um produto/serviço é mais caro que o outro e valorizem a experiência de compra que também é um fator de decisão, o que realmente faz a grande maioria fechar negócio ainda é o preço. A pesquisa apontou que 59% dos consumidores brasileiros compram em seu varejista favorito devido aos bons preços. E não é só por aqui que o peso no bolso define as escolhas não! No mundo todo, o índice é de 60%.</p>
<p>A escolha de um varejista com base no melhor preço é, de fato, uma importante decisão de compra em todo o mundo, em todas as classes sociais e em todos os países. No entanto, continuo na minha tese de que preço é apenas parte da história mais ampla sobre valor. Tão importante quanto o preço real é o valor percebido da marca, do produto ou do serviço. Nesse contexto, existe oportunidade para que todos os varejistas se posicionem de acordo com suas estratégias e assim se diferenciem dentro de seus mercados.</p>
<p>O próprio processo de compra em si reúne uma série de fatores que juntos acabam sendo decisivos. A confiança na marca, por exemplo, foi apontada na pesquisa como determinante para a escolha do PDV para 45% dos brasileiros e para 32% dos clientes globais.</p>
<p>E quando se trata de comércio eletrônico as intenções e resultados não são diferentes, ou seja, “ser mais barato” é a maior motivação de compra no canal para 54% dos brasileiros e para 43% dos consumidores globais. Se considerarmos o momento atual que vivemos de crise política e econômica no Brasil, mais do que nunca os consumidores vão buscar maior conveniência, preço e acesso facilitado. Bom preço, confiança na marca e entrega rápida/confiável, formam respectivamente nesta sequência os três principais motivos de compra quando se trata de e-commerce.</p>
<p>Uma das estratificações da pesquisa que reflete bem a atual crise no país é a que mostra como cada classe social leva em conta o preço na escolha do varejista favorito. Com um percentual de 62% a classe B é a mais sensível a preço. É importante lembrar aos leitores que o resultado por ter sofrido um pouco de interferência das indefinições sobre a economia do país, já que as entrevistas foram realizadas no terceiro trimestre de 2015, quando os indicadores econômicos se agravaram ainda mais. Nesse grupo de consumidores provavelmente estão aqueles que ascenderam economicamente na última década e que devem temer a perda do poder aquisitivo. Isso motivaria o freio no consumo e a busca por preço baixo em todas as oportunidades.</p>
<p>Este é o sexto ano em que a pesquisa é realizada globalmente e o quinto que o Brasil participa, foram realizadas 22.618 entrevistas em 25 países. Como se trata de um mapeamento aprofundado sobre o varejo mundial, a pesquisa apontou, ainda, algumas tendências para o cenário do varejo, são elas: a constatação do preço como rei, o fato do tráfego da loja não importar tanto quanto a conversão do cliente nos diversos canais, posicionou as redes sociais como grandes influenciadoras e o mais surpreendente, talvez, que o talento no varejo finalmente passou a importar e a fazer diferença.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.falandodevarejo.com/2016/05/varejo-o-preco-continua-reinando.html">Falando de Varejo</a></p>
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		<item>
		<title>CONSUMIDORES TÊM PARCELADO MAIS PARA CONSUMIR E PAGAR DÍVIDAS</title>
		<link>https://www.wayupbrasil.com/blog/consumidores-tem-parcelado-mais-para-consumir-e-pagar-dividas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[codelapa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Mar 2016 09:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cliente]]></category>
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		<category><![CDATA[Mercado de Cartões]]></category>
		<category><![CDATA[finanças]]></category>
		<category><![CDATA[meios de pagamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Mesmo com a economia mais apertada o brasileiro não quer deixar de consumir. Para isso, os consumidores brasileiros estão parcelando mais e ampliando o uso do financiamento para continuar consumindo e para pagar dívidas. É o que mostra a pesquisa Perfil Econômico do Consumidor (PEC) da Fecomércio RJ relativa ao mês de novembro de 2015. [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mesmo com a economia mais apertada o brasileiro não quer deixar de consumir. Para isso, os consumidores brasileiros estão parcelando mais e ampliando o uso do financiamento para continuar consumindo e para pagar dívidas. É o que mostra a pesquisa Perfil Econômico do Consumidor (PEC) da Fecomércio RJ relativa ao mês de novembro de 2015. No período, o percentual dos brasileiros pagando algum tipo de financiamento ficou em 44%, crescimento de 6 pontos percentuais em relação ao mesmo mês do ano anterior e o maior nível para um mês de novembro, desde 2011.</p>
<p>Entre os brasileiros com algum tipo de parcelamento, 21% estão pagando dívidas, percentual que representa a maior alta em relação ao mesmo período do ano anterior (9%). Já a opção pela compra de artigos de vestuário vem se mantendo relativamente estável e é o motivo do parcelamento de 25% dos brasileiros com alguma prestação.</p>
<p>O cartão de crédito é o tipo de parcelamento utilizado por 49%, seguido do carnê, opção de 45% dos brasileiros com algum financiamento. Apesar do aumento no parcelamento, o percentual de consumidores com prestação atrasada manteve-se praticamente estável, situando-se em 15% em novembro de 2015, contra 16% no mesmo período do ano anterior.</p>
<p>O orçamento das famílias permanece relativamente equilibrado. Em cerca de 53% delas, os ganhos cobriram as despesas necessárias, sem sobras. Para 19% das famílias, o orçamento não seria suficiente para cumprir os compromissos e para 28% haveria sobras. No entanto, o destino desse dinheiro extra revela preocupação com o futuro: 68% pretendem guardar o excedente para uma eventualidade ou gasto futuro.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.televendasecobranca.com.br/cobranca-2/consumidores-tem-parcelado-mais-para-consumir-e-pagar-dividas-57847/">Televendas e Cobranças</a></p>
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		<title>COMPRAS COM CARTÕES SOMAM R$ 1,08 TRILHÃO EM 2015</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Mar 2016 09:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Cartões]]></category>
		<category><![CDATA[Negociação]]></category>
		<category><![CDATA[Cartão Fidelidade]]></category>
		<category><![CDATA[meios de pagamento]]></category>
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					<description><![CDATA[O setor de cartões de crédito e débito segue em constante crescimento no Brasil. Segundo levantamento da associação das empresas de cartões (Abecs), os brasileiros realizaram R$ 1,08 trilhão em transações com cartões em 2015, um crescimento de 8,4% em relação a 2014. Os cartões de crédito registraram R$ 676 bilhões, alta de 6,9%, e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O setor de cartões de crédito e débito segue em constante crescimento no Brasil. Segundo levantamento da associação das empresas de cartões (Abecs), os brasileiros realizaram R$ 1,08 trilhão em transações com cartões em 2015, um crescimento de 8,4% em relação a 2014. Os cartões de crédito registraram R$ 676 bilhões, alta de 6,9%, e os cartões de débito, R$ 400 bilhões, alta de 11%.</p>
<p>Apenas por meio da modalidade de parcelamento sem juros, os emissores de cartão de crédito concederam aos brasileiros a quantia de R$ 348 bilhões no ano passado, o que representa 51,7% do volume de crédito concedido à pessoa física (recursos livres) para financiar o consumo de bens e serviços no Brasil. Segundo pesquisa da Abecs realizada pelo Datafolha, 74% dos usuários de cartão fariam menos compras no mês se não houvesse essa opção de pagamento.</p>
<p>“Além de ser um meio de pagamento seguro e eficiente, o cartão de crédito possibilita maior inclusão financeira e garante o financiamento do comércio brasileiro com o parcelamento sem juros”, afirma Marcelo Noronha, presidente da Abecs.</p>
<p>Juntos, os cartões de crédito e débito registraram um total de 11,5 bilhões de transações, alta de 9,7%. Por modalidade, o crescimento foi de 7,8% em cartões de crédito e 10,5% em cartões de débito, totalizando, respectivamente, 6,1 bilhões e 5,3 bilhões de transações no ano. O tíquete médio (deflacionado) das transações com cartão de crédito permanece em queda e chegou a R$ 76,7 no final de 2015, bem como o do cartão de débito, que caiu para R$ 39,7.</p>
<h4>Comércio e serviços</h4>
<p>Os gastos com cartões, que já representam 30,5% do consumo das famílias brasileiras, estão cada vez mais disseminados em diversos segmentos da economia, o que se refletiu na maior penetração no setor de serviços nos últimos anos. Em 2015, os cartões representaram 19,7% do faturamento desse segmento – em 2012, a participação era de 14,4%. A representatividade dos cartões no comércio varejista, por sua vez, chegou a 39,5% – índice em 2012 era de 35,4%.</p>
<h4>Compras remotas e programas de recompensa</h4>
<p>As compras não presenciais feitas com cartões de crédito, com destaque para o e-commerce, chegaram a R$ 123,9 bilhões (alta de 17,1%) em 2015, o que responde por 18,6% de todo o volume transacionado por meio de cartões de crédito – o que significa que ainda há um grande potencial ainda a ser explorado. Segundo pesquisa da Abecs realizada pelo Datafolha, 83% das pessoas que fazem compras na internet usam o cartão como meio de pagamento.</p>
<p>As compras com cartões no ano passado geraram um retorno de R$ 2,8 bilhões em benefícios aos portadores de cartão por meio dos programas de recompensa. A taxa de pontos convertidos em relação ao estoque dos programas de recompensa dos usuários chegou a 56,4% em 2015 – melhor índice da série histórica –, o que indica o melhor aproveitamento dos serviços oferecidos pelos programas.</p>
<h4>Uso consciente</h4>
<p>Pesquisa mensal da Abecs, realizada pelo Instituto Datafolha, indica que, em média, 87% dos usuários de cartão de crédito pagam o valor integral da sua fatura e 90% têm sempre a intenção de fazer o mesmo no próximo vencimento. Apenas 3% pagam o valor mínimo, enquanto 5% optam por fazer o parcelamento da fatura.</p>
<p>Segundo dados do Banco Central, 73,2% de todo o saldo a receber em cartões não possuem nenhuma incidência de juros. Isso mostra que a grande maioria das pessoas usa o cartão de crédito de forma consciente e sabe aproveitar seus benefícios sem pagar juros. Além disso, o consumidor que entra no crédito rotativo do cartão fica, em média, apenas 17 dias, de acordo com o Banco Central, o que confirma o seu papel de crédito emergencial.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.administradores.com.br/noticias/economia-e-financas/compras-com-cartoes-somam-r-108-trilhao-em-2015/108927/">Administradores</a></p>
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		<title>CARTÃO DE BANDEIRA PRÓPRIA: AUMENTO DAS VENDAS E DA LUCRATIVIDADE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[codelapa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2015 18:15:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cliente]]></category>
		<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
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		<category><![CDATA[Mercado de Cartões]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dentre os diversos benefícios que o cartão private label pode trazer para uma organização, seus resultados mais atrativos são os financeiros e o conhecimento aprofundado da sua base de clientes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Aumento de vendas</b></p>
<p>O aumento de vendas é resultado da oferta de crédito exclusivo para compras na loja, aumentando o poder de compras do cliente. É possível que uma parcela dos seus consumidores não possua outra fonte de crédito, enquanto uma outra parcela tenha diversas fontes que já se esgotaram no período, ou que não utilizariam em compras na sua loja por questões econômicas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com o cartão de bandeira própria a empresa é capaz de oferecer melhores condições de financiamento e promoções comerciais personalizadas para os seus clientes, resultando em aumento no volume de compras, do fluxo de clientes na loja e também do ticket médio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Aumento da lucratividade</b></p>
<p>O resultado final das vendas da loja é impactado pela redução dos valores de taxas pagas a cartões bandeirados, aumentando a rentabilidade do lojista. Dessa forma, a empresa diminui seus gastos com taxas e melhora os resultados líquidos das suas transações.<br />
Alcance estes resultados! Conheça as soluções da Way Up Brasil para implantar o <a href="http://www.wayupbrasil.com/private-label/">Cartão de Loja</a> na sua empresa.</p>
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		<title>COM O AUMENTO DE DESPESAS, O VAREJO BUSCA NOVAS RECEITAS</title>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2015 21:08:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Cartões]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>
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		<category><![CDATA[mercado]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo Murilo Corrêa, diretor das Lojas Americanas, “o varejo é um negócio simples. Se você dificultar muito, você estraga”. Para ter sucesso, a premissa do setor é não errar no essencial: comprar bem e vender bem. Mas em períodos de insegurança e estagnação, o básico não é suficiente. De acordo com o IBGE, o início [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Segundo Murilo Corrêa, diretor das Lojas Americanas, “o varejo é um negócio simples. Se você dificultar muito, você estraga”. Para ter sucesso, a premissa do setor é não errar no essencial: comprar bem e vender bem. Mas em períodos de insegurança e estagnação, o básico não é suficiente. De acordo com o IBGE, o início de 2015 foi o pior para o comércio na última década. Confirmando esta informação, relatórios de 12 redes varejistas com ação em bolsa, e vendas anuais R$26,58 bilhões, revelam que os seus custos operacionais estão subindo dois pontos percentuais acima da receita líquida.</p>
<p style="text-align: justify;">Os números apontam que as despesas com vendas, gerais e administrativas tiveram uma alta de 10,2% de janeiro a março, índice acima da inflação do período, 8,1% (IPCA até março), ao passo que a receita líquida e o lucro líquido aumentaram apenas 8,3% e 6% respectivamente. Isto indica que as empresas conseguiram repassar apenas uma parte das pressões ao preço, pois o aumento da receita foi resultado mais de remarcações de tabelas que de aumento em volume de vendas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Clique na tabela para ampliá-la</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.wayupbrasil.com/wp-content/uploads/2015/05/Matéria-valor-blog.png"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-887" src="http://www.wayupbrasil.com/wp-content/uploads/2015/05/Matéria-valor-blog.png" alt="Matéria valor blog" width="750" height="662" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong> releases divulgados pelas empresas e Valor Data</p>
<p style="text-align: justify;">Neste ano, um conjunto de fatores ameaça o bom desempenho do comércio. A alta do dólar, dos custos fixos (água, luz e planos de saúde empresariais) e a insegurança do consumidor agem simultaneamente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Multiplicadores de caixa</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para o especialista Nelson Barrizzelli, professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP, as empresas estão em busca de “multiplicadores de caixa”. Nelson explica que se as redes apenas cortam custos, o resultado é benéfico e positivo, mas acaba ali. Ao invés disso, elas buscam ações que aumentem o caixa num efeito contínuo, como uma nova receita.</p>
<p style="text-align: justify;">Como exemplo de novas receitas, as Casas Bahia passaram a oferecer e cobrar pelo serviço de montagem de móveis. No segmento de vestuário, a Riachuelo optou por reduzir os descontos oferecidos nas negociações com os clientes inadimplentes, e a Raia Drogaria começou a investir mais na cesta de produtos da marca Pluii, integrante do mesmo grupo.</p>
<p style="text-align: justify;">Outras empresas apostam na redução de custos, como o Grupo Pão de Açúcar, que dentre as novas medidas optou pelo compartilhamento de centros de distribuição de sites e lojas para diluir as despesas. Reforçar a venda dos produtos mais rentáveis também passou a fazer parte da estratégia de negócio de algumas redes.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas qual estratégia é a mais correta? Isto varia de acordo com as particularidades da organização. Para os analistas Guilherme Moura e Tales Paes, da Fator Corretora, um plano estratégico bem elaborado e maduro, e a boa gestão de estoques, por exemplo, terão mais efeitos nos resultados que o cenário macroeconômico. Segundo Moura, “as características de cada empresa vão garantir um bom desempenho ou uma deterioração ainda maior dos números”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nova receita através do cartão próprio</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Outra forma eficiente de obter nova receita é a implantação de <strong>cartão <em>private label</em></strong> como meio de pagamento. Com o <strong>cartão próprio</strong>, a empresa reduz as despesas com o pagamento de taxas aos cartões bandeirados, valor que pode ser bastante significativo levando em consideração o percentual de vendas realizadas através destes cartões. O varejista pode também se beneficiar das receitas financeiras oriundas da venda no plano rotativo e das taxas de cobrança, entradas que não ocorrem quando a empresa terceiriza sua gestão de crédito.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, <strong>o cartão próprio</strong> permite ao lojista o desenvolvimento de um maior relacionamento e consequentemente fidelização dos seus clientes, tendo em vista que esses passam a compor a sua base de clientes e não de terceiros.</p>
<p style="text-align: justify;">A WayUp realiza ações de relacionamento que incentivam o retorno do cliente e promovem a sua fidelização, além de possuir modernas ferramentas e um time de especialistas altamente qualificados para a avaliação de risco, minimizando as perdas com crédito do varejista.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre em contato conosco e conheça as soluções que a WayUp Brasil oferece para aumentar a receita da sua empresa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong> Valor Econômico</p>
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