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	<title>Comportamento &#8211; WayUp</title>
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	<title>Comportamento &#8211; WayUp</title>
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		<title>Otimização da jornada do consumidor para vender mais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[codelapa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Mar 2023 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Cliente]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
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					<description><![CDATA[Otimizar a jornada do consumidor é essencial para aumentar as vendas e melhorar a experiência do cliente. Conheça dicas para implementar essa estratégia em sua empresa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em geral, os consumidores não acordam numa manhã qualquer dispostos a comprar espontaneamente um produto ou contratar um serviço, num desejo que surgiu em um curto intervalo de tempo.</p>



<p>Até finalmente tomarem a decisão de compra, um potencial cliente <strong>percorre uma jornada</strong>, que pode ser longa ou curta a depender da complexidade do seu problema e da solução sugerida, tomando ações previstas em etapas.</p>



<p>Compreender o <strong>comportamento do seu público-alvo</strong> em cada umas dessas fases, mapear os pontos de contato e otimizar a jornada do consumidor permite que sua empresa se conecte com as necessidades dos potenciais clientes, aprimore a experiência de compra e defina as ações de marketing e vendas mais adequadas para cada momento.</p>



<p>Saiba <strong>como otimizar a jornada do consumidor</strong> na sua empresa para se conectar com as necessidades reais dos potenciais clientes e impulsionar suas vendas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conheça o perfil do seu público-alvo </h2>



<p>Conhecer o seu público-alvo é essencial para melhorar a jornada de compra da sua loja. Afinal, para otimizar um processo que envolve diretamente os seus clientes, é necessário <strong>entender suas dores</strong> e o que eles querem da sua empresa.</p>



<p>Você pode conhecê-lo melhor de diversas formas. Uma delas é com a <strong>segmentação do seu público-alvo</strong>, traçando o seu perfil, qualidades, defeitos, especificidades e características psicológicas, a partir de pesquisas e <a href="https://www.wayupbrasil.com/blog/por-que-atualizar-base-de-dados/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>análise de dados</strong></a>.</p>



<p>Se você deseja ser ainda mais específico, pode definir um <a href="https://www.wayupbrasil.com/blog/como-criar-persona-para-seu-negocio/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>buyer persona</strong></a> do seu negócio, um <strong>comprador ideal</strong>. A partir disso, é possível identificar os pontos de contato com os consumidores e otimizá-los.</p>



<p><strong>Dica: <a href="https://www.wayupbrasil.com/blog/venda-de-servicos-no-varejo-pode-aumentar-seu-faturamento/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" data-type="post" data-id="5406">Como a venda de serviços no varejo pode aumentar seu faturamento</a></strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Mapeamento da jornada do consumidor</h2>



<p>A jornada do consumidor é uma poderosa ferramenta para <strong>resolver os problemas do seu público-alvo</strong> e vender mais. </p>



<p>Essa ferramenta é um mapeamento que considera <strong>todo o processo de compra</strong> e os principais pontos de contato com o cliente, desde o momento que ele conheceu a marca até o pós-venda.</p>



<p>Ela é organizada em quatro etapas: <strong>descoberta, consideração, decisão e fidelização</strong>. Conheça melhor cada uma delas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Descoberta </h3>



<p>É nessa etapa que você deve<strong> captar a atenção do consumidor</strong> e mostrar a ele o valor da sua empresa. Isso pode acontecer a partir de conteúdos introdutórios e educativos.</p>



<p>A comunicação da marca deve acontecer de forma <strong>objetiva e direcionada</strong>, para gerar visibilidade, alcance e impressão.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Consideração </h3>



<p>A etapa de consideração inclui um comprador que já <strong>entende o que deseja</strong>, e procura informações que aprofundem os seus conhecimentos.</p>



<p>Nesse momento, o ideal é <strong>colocá-lo em contato com as soluções</strong> de seus problemas. Um bom caminho para isso é realizar pesquisas com seu público, para entender o que ele procura, quais são os seus principais problemas e qual é a melhor forma de solucioná-los.</p>



<p>A <strong>análise de dados</strong>, aqui, é preciosa. Experimente criar landing pages para os seus conteúdos e capture informações valiosas para entregar aos leads as soluções que eles precisam.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Decisão</h3>



<p>O momento da decisão é aquele em que o consumidor <strong>possui todas as informações</strong> que precisa para realizar a compra.</p>



<p>Nessa hora, relembre a ele os <strong>diferenciais da sua empresa</strong>, como os benefícios ofertados e os motivos pelos quais o comprador deve optar por ela. É importante que ele esteja seguro com essa decisão para fechar negócio.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Fidelização</h3>



<p>Por fim, ainda há uma última etapa: a fidelização. Ela compreende <strong>a recompra e até a indicação</strong> da sua marca para conhecidos.</p>



<p>Para que isso aconteça, o <a href="https://www.wayupbrasil.com/blog/cliente-satisfeito-como-melhorar-satisfacao-consumidor/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>comprador deve estar satisfeito</strong></a> com a sua experiência de compra. Por isso, proporcione um <strong>bom atendimento</strong>, facilidade na hora da aquisição do produto e eficácia na entrega. </p>



<p>Uma boa forma de medir a qualidade da experiência de compra é a partir dos <strong>feedbacks dos clientes</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Estratégias de otimização da jornada do consumidor </h2>



<p>Agora que sabemos a importância de otimizar a jornada de compra e os principais pontos de contato com o seu cliente, confira algumas <strong>dicas para implementar</strong> essas medidas na sua empresa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Produza conteúdo relevante</h3>



<p>Principalmente nas primeiras etapas da jornada é importante que você <strong>ajude o consumidor</strong> a entender a dor dele, para que considere a existência de um problema e, depois, busque uma solução, que será ofertada pela sua loja.</p>



<p>Por isso, invista na <strong>produção de conteúdo de qualidade</strong>, que funcione como forma de comunicação com o seu cliente e atenda às necessidades dele.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Personalize o atendimento </h3>



<p>Os clientes estão cada vez mais exigentes. Segundo um estudo do Sebrae, os <a href="https://bibliotecas.sebrae.com.br/chronus/ARQUIVOS_CHRONUS/bds/bds.nsf/505265e1e19c350dedd8fb8c59ac3bdc/%24File/30590.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><strong>millennials procuram um atendimento rápido, humanizado e personalizado</strong></a>. </p>



<p>Oferecer isso aos consumidores coloca sua empresa em vantagem na jornada de compra, já que <strong>melhora a experiência dos consumidores</strong> e, assim, cresce a fidelização.</p>



<p>Desenvolva uma área de Customer Success (CS) e de Customer Experience (CX). Treine a sua equipe constantemente para que ofereça uma <strong>boa conversação interpessoal</strong> e que resolva as questões trazidas pelo público.</p>



<p><strong>Dica:</strong> <strong><a href="https://www.wayupbrasil.com/blog/cartao-private-label/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" data-type="post" data-id="3514">O cartão private label pode ser uma nova fonte de receita e rentabilidade</a></strong></p>



<h3 class="wp-block-heading">Utilize ferramentas de automação de marketing</h3>



<p>A automação pode potencializar a otimização da jornada de compra da sua loja. A partir dela, você pode criar <strong>estratégias para segmentos</strong> específicos do seu público, ou ainda, <a href="https://www.wayupbrasil.com/blog/como-experencia-omnichannel-transformou-varejo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>omnichannel</strong></a>, com diferentes canais.</p>



<p>Dessa forma, é possível comunicar-se com potenciais clientes de forma <strong>mais eficiente e personalizada</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Análise de resultados na otimização da jornada do consumidor </h2>



<p>Depois que o processo de otimização da jornada de compra está implementado, é preciso <strong>acompanhar os indicadores de desempenho</strong>. Os <a href="https://www.wayupbrasil.com/blog/kpi-o-que-e-como-usar-importancia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>KPIs</strong></a> são importantes para validar a eficácia da estratégia desenvolvida. </p>



<p>Para isso, você pode <strong>checar <a href="https://www.wayupbrasil.com/blog/data-driven-marketing-o-que-e-como-funciona-beneficios/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">dados</a></strong> como taxa de conversão, custo sobre aquisição de clientes (CAC) e taxa de abandono de carrinho.</p>



<p>Verifique também o Net Promoter Score (NPS). Essa ferramenta mensura o <strong>nível de satisfação e de fidelidade dos clientes</strong> e colabora para a compreensão da visão dos consumidores em relação à sua marca, de acordo com seu grau de engajamento.</p>



<p>É importante que você esteja <strong>aberto a ajustes</strong>. Caso a taxa de abandono de carrinho esteja muito alta, por exemplo, identifique o motivo por trás disso e desenvolva uma solução, como uma campanha específica para essas pessoas, que já estão propensas a adquirir o seu produto.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Crie uma ação eficaz para aquisição e fidelização de clientes </h2>



<p>Garantir as condições para que os seus clientes comprem mais através de soluções de meio de pagamento agrega encantamento à experiência do consumidor.</p>



<p>A oferta de crédito com um cartão private label de uso exclusivo na sua loja, como o <a href="https://www.wayupbrasil.com/waycard-credito/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>WayCard Crédito</strong></a> e <a href="https://www.wayupbrasil.com/waycard-fidelidade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Fidelidade</strong></a>, atrai mais consumidores, condiciona o aumento do ticket médio e aumenta as chances do mesmo cliente comprar mais vezes.</p>



<p>A <strong>WayUp Brasil</strong> oferece serviços exclusivos que permitem ao lojista ser dono de sua própria base de clientes e realizar ações segmentadas para estimular as compras recorrentes. Com essas ferramentas, é possível <strong>aprimorar a experiência do cliente em todas as etapas da jornada</strong>, desde o primeiro contato até a fidelização, impulsionando assim as vendas e o sucesso do seu negócio.</p>



<p>Conheça alguns dos benefícios das nossas soluções:</p>



<ul>
<li>assertividade na liberação de crédito com machine learning;</li>



<li>isenção de taxas sobre as vendas;</li>



<li>melhora do relacionamento com os clientes; </li>



<li>implantação rápida totalmente online;</li>



<li>aumento do poder de compra e gestão de cobrança.</li>
</ul>



<p>A <a href="https://www.wayupbrasil.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>WayUp Brasil</strong></a> é uma fintech que oferece soluções de meios de pagamento e serviços financeiros personalizados para a sua loja.</p>



<p>Melhore a jornada do seu consumidor com a WayUp Brasil. <strong><a href="https://www.wayupbrasil.com/fale-conosco/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Entre em contato conosco</a></strong> e saiba mais sobre os nossos serviços.</p>
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		<title>UMA NOVA GERAÇÃO DE CONSUMIDORES LEVA ESPERANÇA ÀS LOJAS FÍSICAS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[codelapa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Sep 2017 08:18:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cliente]]></category>
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					<description><![CDATA[Enquanto os adolescentes e os jovens adultos tornam-se, cada vez mais, um alvo-chave para os varejistas, uma grande questão tem sido o relacionamento das lojas físicas com o chamado grupo nativo digital. Acontece que o relacionamento não é ruim e o grupo, amplamente descrito como Gen Z, está longe de abandonar as lojas físicas, apesar [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>Enquanto os adolescentes e os jovens adultos tornam-se, cada vez mais, um alvo-chave para os varejistas, uma grande questão tem sido o relacionamento das lojas físicas com o chamado grupo nativo digital.</h4>
<p>Acontece que o relacionamento não é ruim e o grupo, amplamente descrito como Gen Z, está longe de abandonar as lojas físicas, apesar da dependência de dispositivos digitais e mídia digital, de acordo com vários estudos publicados nesta semana.</p>
<p>Por exemplo, quando se trata de comprar roupas e acessórios, enquanto o chamado showrooming realmente existe (por exemplo, 85% das mulheres Gen Zers disseram ocasionalmente ou regularmente fazer uma compra on-line depois de ver o produto em uma loja de varejo), o inverso é tão verdadeiro &#8211; 91% disseram navegar on-line antes de comprar em uma loja física, de acordo com pesquisas de cerca de 600 mulheres, estudantes universitárias, respectivamente, em março e agosto, pela Chegg, que ajudou marcas do mercado de Best Buy a Coca-Cola venderem para estudantes universitários .</p>
<p>Em outro sinal de que há oportunidade para os varejistas físicos, apesar de crescerem as compras on-line, 65% dos entrevistados disseram que encomendam produtos on-line e os retiram nas lojas, de acordo com o estudo, lançado esta semana no Fórum Digital da WWD em Nova York.</p>
<p>Uma pesquisa de mais de 2.000 consumidores de 18 a 55 anos divulgada sexta-feira pelo provedor da plataforma de pagamentos Adyen, também divulgou descobertas semelhantes sobre os compradores da Gen Z.<br />
O estudo, que define a Gen Z como os que nasceram entre meados da década de 1990 e meados dos anos 2000, com o mais antigo Gen Zer em torno de 22 anos, disse que o demográfico tem grandes expectativas de que os varejistas online e as operações na loja funcionem juntas. Cerca de 48% do Gen Zers disseram no estudo que esperam poder retornar ou trocar itens comprados on-line na loja e 33% esperam poder comprar on-line e pegar na loja. As expectativas são apoiadas por como eles realmente compram: 54% do Gen Zers disseram que já encomendaram itens on-line para serem apanhados na loja, de acordo com a pesquisa Adyen.</p>
<p>Por que a Gen Z é o foco crescente dos comerciantes? O poder de compra do grupo totaliza US $ 44 bilhões, disse Adyen, acrescentando que a Gen Z representa o segundo maior grupo demográfico de &#8220;formadores de opinião&#8221; ou adotantes. Talvez mais importante, os Gen Zers mantêm influência na decisão de compra da família. Por exemplo, cerca de 65% dos compradores disseram que pelo menos metade de seus gastos de volta às aulas a escola são o resultado direto da influência de seus filhos, em comparação com cerca de 57%, quem disse isso no ano passado, de acordo com o estudo da National Retail Federation publicado em Julho.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.wayupbrasil.com/wp-content/uploads/2017/09/93.png"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-2560 aligncenter" src="http://www.wayupbrasil.com/wp-content/uploads/2017/09/93.png" alt="" width="434" height="434" /></a><br />
Em outro sinal adicional para os para varejistas físicos, um estudo de consultoria de varejo da HRC divulgado nesta semana descobriu que 54% dos estudantes entrevistados disseram que preferiam comprar exclusivamente na loja esta temporada de volta à aulas, com outros 30% dizendo que comprariam tanto on-line e nas lojas.<br />
Uma pesquisa do IRI com cerca de 750 consumidores em todas as faixas etárias, também lançada nesta semana, descobriu que, para o Gen Zers, os varejistas físicos também ficam a par com os revendedores online em muitas métricas: por exemplo, 70% do Gen Zers disseram qye ambos os canais oferecem preços baixos , enquanto 79% deles disseram que ambos oferecem marcas que eles querem.</p>
<p style="text-align: left;">No entanto, todos esses sinais encorajadores não significam que os varejistas físicos podem dar esse grupo como garantido. Eles ainda têm muito trabalho a fazer na era da comparação de preços por telefone celular. Um bom exemplo: o estudo de Chegg mostrou, embora 34% dos entrevistados dissessem que fizeram compras no seu telefone dentro da loja de varejo no site do próprio varejista, 54% realmente fazem compras em seu telefone dentro da loja de varejo no site de outro varejista.</p>
<p style="text-align: left;">Os varejistas também precisam quebrar o código de como falar com um grupo altamente focado nas mídias sociais e influenciadores quando se trata de decisões de compra. O estudo IRI mostrou que o Gen Z é o único grupo onde há uma porcentagem maior de compradores que classificam as mídias sociais acima das vendas ou das ofertas de preço como a melhor maneira de avisá-los e sobre um novo produto enquanto estão em um supermercado, farmácia ou loja de conveniência ou por meio da mídia de massa.</p>
<p style="text-align: left;">Os varejistas também precisam descobrir como atender ao demográfico que se vê como auto-suficiente na loja: o estudo Adyen mostrou que apenas 7% disseram que queriam que os associados de vendas estivessem prontamente disponíveis para fazer recomendações enquanto estivessem fazendo compras na loja.</p>
<p style="text-align: left;">Curiosamente, como a Nordstrom anunciou recentemente o Nordstrom Local para usar principalmente como um showroom e um lugar de encontro da comunidade para os compradores, o estudo Adyen descobriu que cerca de um em cada três Gen Zers quer que os show-rooms sejam comuns nos próximos 12 meses.</p>
<p><a href="https://retail.emarketer.com/article/new-generation-of-shoppers-offers-hope-brick-and-mortar-retail/59c45126ebd4000a7823ab22?ecid=NL1014">Por Andrea Cheng &#8211; eMarketer Retail</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>COMO A CUSTOMER EXPERIENCE PODE GERAR UM IMPACTO POSITIVO NOS NEGÓCIOS.</title>
		<link>https://www.wayupbrasil.com/blog/como-a-customer-experience-pode-gerar-um-impacto-positivo-nos-negocios/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[codelapa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jun 2017 08:36:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
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					<description><![CDATA[Em um cenário com tantas tecnologias e plataformas disponíveis, o clichê “a satisfação do cliente vem sempre em primeiro lugar” mostra como é importante que as empresas se preocupem mais com a jornada do consumidor do que com estratégias isoladas. Investir em Customer Experience (CX) e desenvolver capacidades focadas no cliente são ações que geram [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em um cenário com tantas tecnologias e plataformas disponíveis, o clichê “a satisfação do cliente vem sempre em primeiro lugar” mostra como é importante que as empresas se preocupem mais com a jornada do consumidor do que com estratégias isoladas.</p>
<p>Investir em Customer Experience (CX) e desenvolver capacidades focadas no cliente são ações que geram um impacto positivo nos negócios, principalmente quando aliadas à promoção de uma cultura organizacional a favor de grandes transformações, resultando em um lucro muito maior.</p>
<p><strong>Reter clientes gera lucro</strong></p>
<p>Hoje, independentemente do setor, conquistar um novo cliente é cerca de 5 a 25 vezes mais caro do que manter um já existente. A Customer Experience parte do princípio de que a relação começa desde o primeiro contato, passando pela compra, pelo pós-venda e finalmente chegando à recompra ou a um upgrade nas vendas (upsell). Todas essas etapas devem ajudar a fidelizar o consumidor, uma vez que é mais vantajoso mantê-lo satisfeito do que gastar tempo e recursos para atrair uma nova clientela.</p>
<p>Além disso, atender um mesmo cliente traz mais ganhos: uma pesquisa realizada por Frederick Reichheld, da Bain &amp; Company, revela que o aumento das taxas de retenção de clientes pode elevar os lucros de uma companhia entre 25% e 95%.</p>
<p>Para se manter competitivo no mercado, são necessárias estratégias focadas na figura do consumidor. Por conta disso, a CX se torna uma preocupação ainda maior. É importante que o planejamento seja feito com base em tendências e inovações que possam contribuir de forma positiva na relação com seu público.</p>
<p><strong>Tecnologia a favor do relacionamento</strong></p>
<p>A tecnologia mudou a forma como o consumidor se relaciona com as marcas. Para empresas que colocam seus clientes no centro da conversa, a assertividade nos contatos torna-se um requisito fundamental. Detalhes como pedir diversas vezes a mesma informação ou oferecer produtos ou serviços quando ele está tentando solucionar um problema podem selar o fim de um relacionamento antes mesmo dele começar.</p>
<p>Para que a aproximação entre clientes e marcas aconteça de verdade, é essencial utilizar as ferramentas certas no momento certo. A inteligência artificial, a automatização, o desenvolvimento de novos canais de atendimento e ferramentas como os chatbots nos oferecem cada vez mais oportunidades para interagir. Mas de nada adianta estar presente em todos os lugares, sem um planejamento e uma integração de canais coerentes e em sinergia com o contexto de cada um dos seus clientes.</p>
<p><strong>O retorno conquistado por CX</strong></p>
<p>Diante de resultados comprovados, é notável que a maioria das empresas já compreende a importância estratégica da Customer Experience. As capacidades da CX são vitais para a entrega de um serviço diferenciado, garantindo, assim, um relacionamento melhor com seu público e até mesmo a fidelização desses consumidores. Já as companhias que ainda estão presas a velhas abordagens de atendimento ao cliente estão fadadas a perderem seu lugar no mercado.</p>
<p>*Fonte: <a href="http://www.falandodevarejo.com/2017/06/como-customer-experience-pode-gerar-um.html?utm_source=feedburner&amp;utm_medium=email&amp;utm_campaign=Feed%3A+falandodevarejo+%28Falando+de+Varejo%29">Falando de Varejo </a></p>
<p>Por Alexandre Bichir &#8211; CEO da Mutant, empresa brasileira especializada em soluções de comunicação entre marcas e clientes com foco na jornada</p>
<p>Imagem: Freepik</p>
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			</item>
		<item>
		<title>INADIMPLÊNCIA REGISTRA QUEDA DE 9,1% EM ABRIL.</title>
		<link>https://www.wayupbrasil.com/blog/inadimplencia-registra-queda-de-91-em-abril/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[codelapa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 May 2017 08:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Cartões]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<category><![CDATA[Mercado de cartões]]></category>
		<category><![CDATA[varejo]]></category>
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					<description><![CDATA[Quatro em 10 pessoas não sabem o valor gasto no cartão de crédito. A inadimplência do consumidor caiu 9,1% em abril em relação a março, na série com ajuste sazonal, divulgou a Boa Vista SCPC. O recuo também foi observado no confronto com abril de 2016, de 11,5%. Em 12 meses, a baixa é de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h5>Quatro em 10 pessoas não sabem o valor gasto no cartão de crédito.</h5>
<p>A inadimplência do consumidor caiu 9,1% em abril em relação a março, na série com ajuste sazonal, divulgou a Boa Vista SCPC. O recuo também foi observado no confronto com abril de 2016, de 11,5%. Em 12 meses, a baixa é de 4,6% e, no ano, de 1,7%. Na análise na margem, a maior retração na inadimplência do consumidor foi observada na região Sudeste, de 12%, seguida de perto por Centro-Oeste (11,9%). Na região Norte, a queda foi de 9%, e, no Nordeste, de 7,9%. A região Sul foi a única que teve aumento de inadimplência dos consumidores no período, de 4%.</p>
<p>A Boa Vista SCPC reafirma, em nota, que a queda na inadimplência é reflexo da maior cautela das famílias em virtude das adversidades econômicas dos últimos dois anos. Segundo a instituição, o atual ritmo de queda da inadimplência deve se manter com o cenário projetado de retomada sustentável da demanda de crédito em um ambiente de pequeno crescimento da economia e renda, juros menores e inflação controlada.</p>
<p>O indicador de inadimplência é elaborado a partir da quantidade de novos registros de dívidas vencidas e não pagas informados à Boa Vista pelas empresas credoras. Em São Paulo, passou-se a usar como referência o número de cartas de notificação enviadas aos consumidores em vez dos números de débitos ativos na base do SCPC, em virtude da Lei Estadual nº 15.659/2015.</p>
<p>Entre quem tentou fazer compra parcelada, 20% tiveram o pedido negado. Valor médio da fatura do cartão de crédito foi de R$ 1.140,00 em março; 62% planejam cortar gastos. Quatro em cada 10 (42%) consumidores que usaram o cartão de crédito em março não sabem ao certo o quanto gastaram nas compras do mês. Os dados são do Indicador de Uso do Crédito calculado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).</p>
<p>Apesar de não se lembrarem do valor exato, de acordo com o levantamento, 20% dos usuários disseram que viram o tamanho da fatura do cartão de crédito diminuir no último mês, contra 41% de entrevistados que observaram crescimento no valor da cobrança. Para 33%, ela se manteve estável. Considerando os entrevistados que se lembram do valor da fatura do último mês, a média da cobrança foi de R$ 1.140,00. Os itens de primeira necessidade, como alimentos (62%) e remédios (49%), foram os mais adquiridos por meio do cartão de crédito. Produtos como roupas (32%), combustível (28%) e gastos com bares e restaurantes (26%) ocupam as demais posições do ranking.</p>
<p>Na avaliação da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, antes do consumidor utilizar qualquer tipo de crédito, é importante que ele avalie a necessidade da compra e se é possível esperar um tempo para economizar e comprar o item à vista. &#8220;Caso a compra seja inadiável, o consumidor deve buscar informação sobre as taxas de juros e verificar se as parcelas estão de acordo com a realidade do seu orçamento.&#8221;</p>
<p><strong>Baixa renda compromete salário com produtos financeiros</strong></p>
<p>Levantamento da Serasa Experian mostrou que 27% da população de baixa renda (até R$ 2 mil mensais) gasta mais da metade do que ganha com produtos financeiros como cartão de crédito, empréstimo consignado e pessoal, financiamento de automóvel, crédito imobiliário, cheque especial e consórcio. Já entre os que ganham mais de R$ 10 mil, esse percentual cai para 13%. O estudo levou em conta informações de 5 milhões de consumidores que aderiram ao cadastro positivo.</p>
<p>Entre as modalidades de produtos financeiros, o cartão de crédito é o mais usado pela população de baixa renda (40%), seguido pelo cheque especial (12%) e pelos financiamentos de carro e empréstimos consignados (ambos com 11%). &#8220;Cerca de 40% dos brasileiros de baixa renda tem acesso ao cartão de crédito&#8221;, salientou Julio Guedes, diretor de Decision Analytics da Serasa Experian.</p>
<p>Ele disse que o recorte que mostra o perfil da alta renda aponta um uso mais acentuado em todas as categorias. O cartão também lidera o ranking de utilização (51%). Na sequência está o cheque especial (18%), o financiamento de carro (17%), o empréstimo pessoal (14%) e o consignado (13%). A pesquisa identificou que 82% dos CPFs tiveram pelo menos um cartão de crédito nos últimos 12 meses, sendo que 60,4% dos brasileiros têm ou tiveram no plástico pelo menos um pagamento em atraso em 12 meses.</p>
<p>Quando o assunto é empréstimo consignado, 22,2% dos consumidores que têm ou tiveram o produto atrasaram pelo menos uma parcela nos últimos 12 meses. O estudo também mostra que, entre os brasileiros negativados, a maioria está em débito com o banco/cartão de crédito (39%), seguido por financeiras e leasing (13%), empresas de serviços (12%) e outros.</p>
<p><strong>Endividamento tem alta, e índice vai a 75,2% em abril no Estado</strong></p>
<p>O resultado da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), elaborada pela Fecomércio-RS, mostra que o indicador que mede o nível de endividamento das famílias gaúchas registrou alta (75,2%) na comparação com abril de 2016 (70,4%). O levantamento revela que a elevação está diretamente ligada ao endividamento por necessidade para manter o nível de consumo corrente, tendo em vista as restrições de renda na conjuntura atual.</p>
<p>&#8220;Os dados da pesquisa ainda mostram um cenário difícil. Com as fortes quedas do emprego e da renda, as famílias têm dificuldades para manter suas contas em dia. Nesse cenário, contudo, não podemos deixar de comemorar o fato de que tanto o endividamento quanto a inadimplência permanecem em patamares moderados. Além disso, a redução dos juros, nos próximos meses, contribuirá para aliviar a pressão sobre essa situação&#8221;, afirma o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, ao comentar a Peic divulgada ontem.</p>
<p>O levantamento indica que a parcela da renda comprometida com dívidas em abril, na média em 12 meses, foi de 32,7%. Já o tempo de comprometimento da dívida no período de 12 meses cresceu, saindo de 7,7 meses para 7,9 meses. O cartão de crédito ainda é o principal meio de dívida dos gaúchos, apontado por 85,2% dos entrevistados, seguido por carnês (26,3%), financiamento de veículos (17,4%) e crédito pessoal (15,5%).</p>
<p>A conjuntura formada por redução de emprego e renda vem estabelecendo uma pressão para o aumento da inadimplência entre as famílias gaúchas. Em abril, o percentual de famílias com contas em atraso cresceu para 36,0%, ante 30,5% verificados em abril de 2016. Pelo lado positivo, deve-se ressaltar que o indicador permanece em patamar moderado, inferior, inclusive, a outros momentos da economia menos complicados. Outro dado que pode amenizar o bolso do consumidor é a gradual redução da taxa de juros ao longo dos próximos meses.</p>
<p>O percentual de gaúchos que não terão condições de honrar suas dívidas vencidas no prazo de 30 dias teve alta em abril (13,9%) na comparação com abril de 2016 (9,1%). Apesar de alguma redução em relação a março de 2017, o indicador permanece em patamar elevado, próximo dos maiores valores atingidos em seu histórico. &#8211; Jornal do Comércio</p>
<p>Fonte: (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2017/05/economia/561649-inadimplencia-registra-queda-de-9-1-em-abril.html)</p>
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		<title>POR QUE AS EMPRESAS DEVEM UTILIZAR A ESCUTA SOCIAL.</title>
		<link>https://www.wayupbrasil.com/blog/por-que-as-empresas-devem-utilizar-a-escuta-social/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[codelapa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 May 2017 08:29:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cliente]]></category>
		<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Atendimento]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing de Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
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					<description><![CDATA[As empresas precisam saber por que as pessoas estão falando sobre sua marca on-line e como responder para melhorar o atendimento ao cliente, recrutar novos funcionários e monitorar sua concorrência. Para mostrar às empresas por que essas conversas são importantes, a Clutch pesquisou 300 empresas médias e grandes que usam ferramentas de escuta social. As [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As empresas precisam saber por que as pessoas estão falando sobre sua marca on-line e como responder para melhorar o atendimento ao cliente, recrutar novos funcionários e monitorar sua concorrência. Para mostrar às empresas por que essas conversas são importantes, a Clutch pesquisou 300 empresas médias e grandes que usam ferramentas de escuta social.</p>
<p>As marcas estão usando plataformas de escuta de mídia social principalmente para melhorar o atendimento ao cliente, alcançar novos públicos, obter feedback sobre produtos / serviços e monitorar questões / preocupações, de acordo com um relatório recente da Clutch.</p>
<p>O relatório foi baseado em dados de uma pesquisa com 300 pessoas em empresas com mais de 100 funcionários cujos entrevistados usam uma ferramenta de software para monitoramento / monitoramento de mídias sociais; 74% deles trabalham para empresas B2C, e 26% trabalham para empresas B2B.</p>
<p>Os entrevistados que usam ferramentas de escuta / monitoramento de mídia social dizem que os principais objetivos são melhorar o atendimento ao cliente (21% citam como meta) e alcançar novos clientes (21%).</p>
<p>As marcas dizem que os principais benefícios do uso de plataformas de escuta de mídia social são receber feedback para melhorar produtos / serviços (25% citam como um benefício) e atrair novos clientes (24%).</p>
<p>Os respondentes dizem que as principais coisas que monitoram com as ferramentas de escuta da mídia social são as solicitações / preocupações / perguntas dos clientes (86% fazem isso) e a concorrência (77%).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.wayupbrasil.com/wp-content/uploads/2017/05/Feedback-para-melhorar-produto.png"><img decoding="async" class=" wp-image-2344 aligncenter" src="http://www.wayupbrasil.com/wp-content/uploads/2017/05/Feedback-para-melhorar-produto.png" alt="" width="627" height="628" /></a></p>
<h3>A escuta social vai além do rastreamento de métricas de vaidade.</h3>
<p>A análise e a reflexão envolvidas na escuta social são o que a fazem se destacar do rastreamento de métricas de vaidade nas mídias sociais, como número de gostos, compartilhamentos, seguidores, downloads ou visualizações de página.</p>
<p>A escuta social é o processo de monitoramento de termos, produtos e conceitos associados à sua marca em vários sites diferentes, incluindo canais de mídia social, blogs, fóruns de perguntas e respostas e fontes de notícias.</p>
<p>Pense nos dados coletados através da escuta social como uma pesquisa multidão-sourced sobre sua indústria e base de clientes. &#8220;As pessoas falam sobre suas emoções e experiências on-line&#8221;, diz Magda Urbaniak, Gerente de Comunidade Global da Brand24, uma ferramenta de monitoramento de mídia social.</p>
<p>A escuta social não só lhe dá informações sobre sua indústria e clientes, mas também incentiva você a responder ao que eles estão dizendo. &#8220;Aqueles que esperam uma reação precisam saber que você está lá e pronto para participar&#8221;, diz Urbaniak.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Clutch.co e Marketing Proofs</p>
<p>Imagem: Projetado por Creativeart &#8211; Freepik.com</p>
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		<title>QUANTO TEMPO AS PESSOAS GASTAM NAS REDES SOCIAIS?</title>
		<link>https://www.wayupbrasil.com/blog/quanto-tempo-as-pessoas-gastam-nas-redes-sociais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[codelapa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Apr 2017 08:02:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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					<description><![CDATA[Este infográfico vai lhe trazer tanto alegria ( como marqueteiro)  ou pesar ( como consumidor). A empresa de Marketing de Influência, MediaKix, compilou status de tempo de utilização de várias redes  e plataformas de mídia social e a colocou num infográfico. A média de tempo dispendida diariamente em cada uma das 5 maiores plataformas sociais varia [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>Este infográfico vai lhe trazer tanto alegria ( como marqueteiro)  ou pesar ( como consumidor).</h4>
<p>A empresa de Marketing de Influência, MediaKix, compilou status de tempo de utilização de várias redes  e plataformas de mídia social e a colocou num infográfico.</p>
<p>A média de tempo dispendida diariamente em cada uma das 5 maiores plataformas sociais varia de 1 minuto no Twitter a quarenta minutos no YouTube, ambas somam um pouco durante a vida.</p>
<p>Por exemplo, esses quarenta minutos por dia no YouTube terão uma média de um ano, dez meses ao longo da vida. E você pode planejar passar mais um ano e sete meses no Facebook.</p>
<p>As pessoas gastam mais tempo nas mídias sociais do que comendo e bebendo, sugere o infográfico, mas menos do que assistindo televisão.</p>
<p>Para ver o tempo gasto nas redes sociais, confira o infográfico.</p>
<p><a href="http://www.wayupbrasil.com/wp-content/uploads/2017/04/Quanto-tempo-em-redes-sociais-.png"><img decoding="async" class=" wp-image-2310 aligncenter" src="http://www.wayupbrasil.com/wp-content/uploads/2017/04/Quanto-tempo-em-redes-sociais--410x1024.png" alt="" width="551" height="1376" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte MarketingProofs</p>
<p>Ícones: Flaticon e Icon Archive</p>
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		<title>POR QUE OS CONSUMIDORES RECLAMAM DAS MARCAS.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[codelapa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Apr 2017 08:08:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cliente]]></category>
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		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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					<description><![CDATA[Os consumidores estão mais inclinados a reclamar de uma marca quando recebem um serviço ruim, de acordo com recente pesquisa realizada pela Corra, com 2000 consumidores nos Estados Unidos. Cerca de 52% dos respondentes dizem ter mais probabilidade de reclamar publicamente de uma marca se ela fornecer serviços de baixa qualidade;31% dizem ser mais provável [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os consumidores estão mais inclinados a reclamar de uma marca quando recebem um serviço ruim, de acordo com recente pesquisa realizada pela Corra, com 2000 consumidores nos Estados Unidos.</p>
<p>Cerca de 52% dos respondentes dizem ter mais probabilidade de reclamar publicamente de uma marca se ela fornecer serviços de baixa qualidade;31% dizem ser mais provável reclamar de produtos ; 17% dizem ser provável reclamar de políticas.</p>
<p>Os problemas específicos mais prováveis de inspirara reclamações são  defeitos de produtos, taxas escondidas , serviço ao consumidor rude e produtos que não atendem suas descrições.</p>
<p>Veja neste infográfico, também, o que o cliente espera ao fornecer um feedback negativo às empresas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.wayupbrasil.com/wp-content/uploads/2017/04/Reclamacao.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-2303" src="http://www.wayupbrasil.com/wp-content/uploads/2017/04/Reclamacao-410x1024.png" alt="" width="518" height="1296" /></a></p>
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		<title>CLASSES C,D e E SÃO AS QUE MAIS COMPRAM SEM NECESSIDADE, MOTIVADAS POR PROMOÇÕES.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[codelapa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Apr 2017 08:21:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
		<category><![CDATA[Cliente]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisa do SPC Brasil investigou hábitos relacionados ao consumo e economia de dinheiro do consumidor brasileiro. &#160; Um terço (33%) dos consumidores compra sem necessidade motivado por promoções, especialmente entre as classes C, D e E (35%), entre as mulheres (38%) e as pessoas de 18 a 34 anos (42%). A pesquisa foi realizada pelo [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h5>Pesquisa do SPC Brasil investigou hábitos relacionados ao consumo e economia de dinheiro do consumidor brasileiro.</h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um terço (33%) dos consumidores compra sem necessidade motivado por promoções, especialmente entre as classes C, D e E (35%), entre as mulheres (38%) e as pessoas de 18 a 34 anos (42%). A pesquisa foi realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).</p>
<p>Ainda com relação a práticas consumistas, 42% dos consumidores que responderam à pergunta costumam comprar parcelado para conseguir comprar tudo o que querem, enquanto 4 em cada 10 (40%) não procuram meios alternativos para economizar em saídas ou baladas, como reuniões em casa ou na casa de amigos.</p>
<p>Apesar de uma parte considerável dos entrevistados admitir ter atitudes consumistas, o estudo indica que a maioria dos consumidores diz adotar práticas colaborativas ou conscientes com o objetivo de economizar. Oito em cada dez (78%) fazem em casa serviços que poderiam ser contratados fora, como cinema, lanches, manicure e pet shop, 74% utilizam transporte coletivo ou caronas (principalmente as mulheres, 80%, e as classes C, D e E, 78%) e 51% vão aos lugares a pé ou de bicicleta para poupar com transporte (sobretudo entre as classes C, D e E, 55%).</p>
<p>Segundo a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, o mau momento da economia estimula essas atitudes, que são estratégias capazes de fazer com que o orçamento renda mais.</p>
<blockquote><p>“Abrir mão da comodidade de contratar um serviço fora de casa, ou de gastar com algum item supérfluo, pode ser a diferença entre o equilíbrio e o desequilíbrio financeiro. É importante que o consumidor faça a distinção entre o que é necessidade e o que é desejo, e, nesse segundo caso, tenha clareza de quanto ele pode gastar”, afirma.</p></blockquote>
<p>O educador financeiro do SPC Brasil e do portal Meu Bolso Feliz, José Vignoli, diz que, principalmente devido à recessão, é preciso administrar o orçamento pessoal com cautela. “Estamos no início do ano e, ao que tudo indica, ainda teremos dificuldades em 2017. Portanto, é importante controlar os impulsos de consumo e evitar locais e situações tentadoras que favoreçam compras desnecessárias”, avalia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/economia/seu-dinheiro/noticia/classes-c-d-e-e-sao-as-que-mais-compram-sem-necessidade-motivadas-por-promocoes.ghtml">G1 </a></p>
<p>Imagem: Yanalya / Freepik</p>
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			</item>
		<item>
		<title>AUMENTA A UTILIZAÇÃO DE DISPOSITIVOS MÓVEIS E NEGÓCIOS IN-LINE NO PAÍS.</title>
		<link>https://www.wayupbrasil.com/blog/aumenta-a-utilizacao-de-dispositivos-moveis-e-negocios-in-line-no-pais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[codelapa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Mar 2017 08:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[Vida digital]]></category>
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					<description><![CDATA[Para “fazer mais com menos” no cenário de dificuldades econômicas no ano passado, os brasileiros apelaram para pesquisas mais frequentes em lojas para encontrar as melhores ofertas. Segundo a Total Retail 2017, da PwC, 63% dos entrevistados disseram ter realizado mais pesquisas de preço em diferentes varejistas para encontrar o menor preço e, dessa forma, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para “fazer mais com menos” no cenário de dificuldades econômicas no ano passado, os brasileiros apelaram para pesquisas mais frequentes em lojas para encontrar as melhores ofertas. Segundo a Total Retail 2017, da PwC, 63% dos entrevistados disseram ter realizado mais pesquisas de preço em diferentes varejistas para encontrar o menor preço e, dessa forma, economizar.</p>
<p>Outras medidas adotadas pelos brasileiros para enfrentar a crise foram: redução de frequência de entretenimento (restaurante, bares, entre outros), adotada por 49% dos entrevistados; visitas mais frequentes a lojas em busca de ofertas (46%); e restrição de compras a artigos de primeira necessidade (43%).</p>
<p>A Total Retail é o levantamento anual da PwC sobre os hábitos de compra no varejo virtual e físico, realizado globalmente pelo sexto ano consecutivo. A pesquisa ouviu cerca de 24 mil consumidores em 29 países, entre eles cerca de 1.000 entrevistas no Brasil.</p>
<p>De acordo com a pesquisa, num cenário de melhora na economia, 41% dos brasileiros pretendem preservar os hábitos de consumo e poupar dinheiro. E outros 38% farão mais pagamentos à vista.</p>
<blockquote><p>“Por conta da crise econômica, o brasileiro se viu forçado a reduzir os gastos e buscar melhores ofertas e oportunidades de descontos em pacotes de compras”, diz Ricardo Neves, sócio da PwC e especialista em Varejo e Consumo. “Segundo a pesquisa, o consumidor deve manter seus novos hábitos mesmo com a melhora da economia, o que trará maior competição ao setor varejistas no País.”</p></blockquote>
<p>As compras on-line estão ganhando relevância no Brasil nos últimos anos. Em 2012, 70% das pessoas afirmavam realizar compras em lojas físicas pelo menos uma vez por mês. Hoje, são 55%, a mesma porcentagem que afirma utilizar o computador mensalmente para fazer aquisições. O canal que apresentou maior crescimento foi o smartphone, que era usado por 15% das pessoas e, agora, por 31%. “A evolução tecnológica dos dispositivos e a conveniência do canal explica o crescimento do uso de smartphones para compras”, diz Neves.<br />
A pesquisa aponta ainda que, no Brasil, os dispositivos móveis são, na média, mais utilizados do que nos outros países: 53% dos brasileiros pesquisam produtos on-line, ante 44% da média mundial, e 45% comparam preço (globalmente, são 38%).<br />
Apesar de gostarem de receber ofertas em seus smartphones (53%) e de considerarem até a utilização dele no pagamento das compras (55%), a maioria dos consumidores brasileiros (64%) ainda teme pela segurança da privacidade de suas informa- ções pessoais durante a compra on-line via dispositivos móveis.</p>
<p>Entre os produtos que os consumidores brasileiros preferem adquirir on-line estão os livros, músicas, videogames e eletrônicos. Para as categorias alimentos, móveis, objetos de decoração e materiais de construção, os consumidores ainda preferem visitar a loja física para experimentar e testar produtos.</p>
<p>Os fatores com maior importância para a experiência do consumidor nas compras em lojas físicas, e os graus de satisfação com tais fatores, também foram levantados. Para 88% dos entrevistados, o nível de conhecimento do vendedor em relação ao produto é importante ou muito importante, assim como a possibilidade de verificar estoque em outras lojas da rede ou on-line (80%) e ofertas personalizadas (73%). Porém, os consumidores apontaram níveis diferentes de satisfação com tais itens, dizendo-se satisfeitos ou muito satisfeitos 56%, 57% e 51% respectivamente aos fatores acima citados.</p>
<p>As mídias sociais também exercem um papel relevante: 40% dos brasileiros se sentem motivados a realizar uma compra ao visitar a página do varejista, enquanto 61% levam em consideração avaliações e comentários sobre o produto compartilhados nas redes. “O brasileiro acessa com frequência as redes sociais e tem utilizado cada vez mais deste canal para trocar experiências de consumo”, diz Neves.</p>
<p>Fonte: <a href="http://jcrs.uol.com.br/">Jornal do Comércio</a></p>
<p>Imagem: Freepik</p>
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			</item>
		<item>
		<title>6 PRINCIPAIS ÁREAS PARA UMA EMPRESA TRABALHAR A EXPERIÊNCIA DO CLIENTE.</title>
		<link>https://www.wayupbrasil.com/blog/6-principais-areas-para-uma-empresa-trabalhar-a-experiencia-do-cliente/</link>
					<comments>https://www.wayupbrasil.com/blog/6-principais-areas-para-uma-empresa-trabalhar-a-experiencia-do-cliente/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[codelapa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Mar 2017 08:19:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cliente]]></category>
		<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia]]></category>
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					<description><![CDATA[Companhias brasileiras ainda resistem à aplicação de todos os pilares da estratégia. Falta de conhecimento e dificuldade de justificar investimento aos líderes são barreiras Muito mais do que vender ou oferecer um serviço, as empresas devem encantar o cliente. Como, em tese, qualquer um pode oferecer um produto, garantir um atendimento que arranque suspiros e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>Companhias brasileiras ainda resistem à aplicação de todos os pilares da estratégia. Falta de conhecimento e dificuldade de justificar investimento aos líderes são barreiras</h4>
<p style="text-align: justify;">Muito mais do que vender ou oferecer um serviço, as empresas devem encantar o cliente. Como, em tese, qualquer um pode oferecer um produto, garantir um atendimento que arranque suspiros e mereça uma recomendação em post nas redes sociais será um grande diferencial. Ainda em diferentes estágios de aplicação no Brasil, o Customer Experience Management, ou a gestão da experiência do consumidor, encontra algumas barreiras por aqui. Apesar da disponibilidade de ferramentas, muitas marcas ainda estão mais preocupadas com seus processos ou produtos e não no próprio público.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, a falta de conhecimento sobre o que é experiência do cliente, como ela pode ajudar nos resultados da empresa e a dificuldade em justificar o retorno de investimento aos líderes, faz com que muitos gestores não consigam aplicar o conceito em sua totalidade. Alguns segmentos como bancos, companhias aéreas e poucos varejistas estão um pouco mais avançados na estratégia, no entanto, poucos a aplicam adequadamente, utilizando todos os pilares. As métricas são o início para muitas experiências, no entanto, é preciso se atentar para outras áreas, pois só a aplicação em sua totalidade garantirá que a empresa estará, de fato, preparada.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de ainda tímido, o cenário começa a mudar. E a certeza de que manter um cliente é muito mais barato do que conquistar novos faz com que muitas organizações se atentem para a importância de colocar o shopper no centro das atenções. &#8220;Poucas empresas estão trabalhando, mas muitas estão sensibilizadas de que se não tiverem a cultura centrada no cliente e ter uma estratégia muito clara em onde querem chegar com essa experiência, esse trabalho ficará fragmentado&#8221;, comenta Claudia Vale, Especialista em Customer Experience e Fundadora do EID Institute, em entrevista ao Mundo do Marketing.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Novos caminhos</h4>
<p style="text-align: justify;">Empresas disruptivas, fortalecidas pelo campo da tecnologia, estão obrigando a movimentação de outros players. O Netflix, por exemplo, apresentou um modelo que reduz as interferências, permitindo que o consumidor faça todas as operações sozinho. Seja ela a assinatura ou cancelamento do contrato. A criação de séries próprias, a comunicação individualizadas e a interação customizadas nas redes sociais também mostram que o cliente está no centro das atenções. Além disso, a possibilidade do usuário montar sua própria programação &#8211; sem propagandas &#8211; faz com quem a experiência seja perfeita. O cliente paga para assistir a filmes e seriados e recebe apenas por isso, sem anúncios. O sucesso do formato impactou as plataformas de canais fechados e ainda está fazendo com que os abertos repensem suas ofertas e entregas.</p>
<p style="text-align: justify;">Conhecer quais são as expectativas dos clientes, entender como ele enxerga a marca e saber agir diante dessas informações podem oferecer sustentabilidade para a empresa nos anos seguintes. Manter as práticas erradas resultará em sérios problemas. &#8220;Quando o mercado não obriga a empresa a inovar a experiência, ela se mantem em um patamar. Quando ele muda e surgem novidades, as empresas começam a se questionar. E neste momento será alguém de fora obrigando a marca a repensar as suas estratégias e atuação no mercado&#8221;, pondera Cláudia.</p>
<p style="text-align: justify;">A eficiência das ações está baseado no tripé: sucesso, esforço e emoção, todos sob a ótica do consumidor. Ele tem que atingir o que deseja (sucesso), sem dificuldade (esforço) e com a satisfação garantida (emoção). &#8220;As grandes inovações oferecem o sucesso, no menor esforço e garantem a emoção do cliente graças à tecnologia. É também o caso do Uber, que se assemelha ao serviço de táxi, mas que por conta dos recursos permite que a satisfação seja alcançada no menor esforço&#8221;, explica a especialista.</p>
<p style="text-align: justify;">Conheça os seis principais pilares a serem trabalhados pelas empresas para garantir uma melhor experiência do cliente.</p>
<h4 style="text-align: justify;">1 &#8211; Cultura centrada no cliente</h4>
<p style="text-align: justify;">As marcas que querem surpreender na experiência do cliente devem ter a sua cultura focada no seu próprio público &#8211; isso deve fazer parte de sua própria identidade. O processo pode ser um pouco difícil, não impossível, pois a cultura corporativa é algo que existe sem que ninguém tenha que exigir, ela existe em cada posição e está fortemente presente na execução de cada funcionário. Antes que a organização pense em oferecer uma jornada encantadora, ela tem que colocá-lo em primeiro plano, caso contrário a tentativa poderá ser frustrada.</p>
<p style="text-align: justify;">Todos os colaboradores devem estar inseridos neste jeito de ser da empresa, pois só assim o consumidor perceberá este posicionamento. A cultura centrada no cliente garante que aquele indivíduo enxergará que determinada experiência ele só terá em contato com aquela marca. &#8220;Não adianta desenhar os melhores processos, ter o melhor produto ou serviço se na hora da interação com o cliente o funcionário decide não seguir o que foi proposto. Primeiro se identifica a identidade da experiência e traduz essa identidade em comportamento dos colaboradores. Afinal, a qualidade do atendimento vai determinar a satisfação do cliente&#8221;, comenta Cláudia Vale.</p>
<h4 style="text-align: justify;">2 &#8211; Estratégia</h4>
<p style="text-align: justify;">Depois de compreender qual é a identidade da companhia, chega o momento de determinar os caminhos para saber como a empresa chegará no seu objetivo. O planejamento será o viés orientador e essa estratégia tem que estar muito clara. Isso não quer dizer que ela precisa estar desassociada da estratégia maior da empresa. Para isso, a companhia deve estabelecer uma área interna para estudar e oferecer uma experiência consistente.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa equipe será responsável por manter uma interação eficiente em todos momentos em que houver contato entre cliente e empresa. Todo esse esforço &#8211; que começa compreendendo quem é o cliente, como ele vê a empresa e o que espera dela &#8211; permitirá a construção de procedimentos eficazes que garantirão na entrega do produto ou serviço na maneira como o consumidor espera que ela aconteça. Esta fase também deve levar em consideração que antes de chegar à loja, o cliente é impactado pela marca em diversos momentos, como em anúncios ou interações nas redes sociais, e essas ocasiões ajudam a construir a imagem da marca e o que o consumidor espera dela.</p>
<h4 style="text-align: justify;">3 &#8211; Conhecimento sobre o cliente na organização</h4>
<p style="text-align: justify;">Preocupadas com os produtos que oferecem e no estabelecimento de processos, muitas empresas acabam deixando para segundo plano quem realmente fará a diferença no fechamento das contas: o cliente. Conhecer bem o consumidor, saber quais são suas expectativas e anseios são passos fundamentais para que a marca esteja preparada para atender a demanda com competência e eficiência.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de muitas empresas se preocuparem em fazer pesquisas para tentar entender o perfil do shopper, a maioria comete um grande erro: não compartilha as informações com as diversas áreas da organização, inclusive, naquelas não têm contato direto com eles. &#8220;É por isso que muitos funcionários não entendem como seu trabalho impacta o cliente, pois não sabem quem eles são, como se comportam, o que sentem e pensam. No fundo, esse colaborador não entende nada, apenas enxerga uma parte operacional e isso não é suficiente para entregar uma experiência positiva&#8221;, reforça.</p>
<p style="text-align: justify;">As empresas devem traduzir os dados dos levantamentos de um jeito fácil para que cada funcionário entenda o que o cliente pensa sobre a marca, produto ou serviço, e isso tem que ser feito de maneira constante. Uma opção inteligente é criar maneiras lúdicas para que o funcionário possa vivenciar isso e assimilar bem todas as informações. Conhecendo o próprio público, ele se sentirá mais confortável e confiante para fazer intervenções no momento da venda.</p>
<h4 style="text-align: justify;">4 &#8211; Design</h4>
<p style="text-align: justify;">Após identificar quais os caminhos a companhia quer percorrer, onde quer chegar e ter uma cultura bem definida, chega o momento para desenhar a experiência que o cliente terá no ponto de contato dele com a marca. &#8220;Este é o passo em que se deve utilizar ferramentas e técnicas para inovar ou melhorar a experiência que é entregue ao cliente. O design thinking é um deles, mas não o único&#8221;, pontua a especialista.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta fase será responsável por trabalhar o mapeamento da jornada do cliente para entender como ele vivencia cada etapa de interação com a marca, como se sente, de que maneira enxerga a empresa.</p>
<h4 style="text-align: justify;">5 &#8211; Métricas</h4>
<p style="text-align: justify;">Depois que a empresa desenhou toda a jornada é preciso explorar os indicadores que irão mostrar se a empresa está tendo sucesso ou não na experiência entregue. &#8220;Para cada momento, principalmente, para aqueles mais críticos para o cliente, é preciso ter uma métrica, que deve estar focada no olhar do cliente. Por exemplo, se a promessa é uma entrega em 24 horas, a métrica tem que considerar este período e não apenas em relação a processos&#8221;, exemplifica.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste momento, a análise de dados tem papel fundamental para entender qual é a expectativa do shopper. &#8220;É fundamental que tenham indicadores com o olhar do cliente. O analytics começa a extrapolar as métricas corporativas, para trazer a experiência do cliente. Mais do que insights da operação, é fundamental entender como o cliente enxerga e vivencia a marca e isto vai provocar uma grande revolução nas empresas, pois das coisas que o cliente enxerga e vivencia, não fazem parte dos processos padrão das companhias&#8221;, reforça Cláudia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">6 &#8211; Governança</h4>
<p style="text-align: justify;">Depois que a cultura estiver definida e em prática, a estratégia for ampliada, o design refeito, colaboradores empoderados, a companhia precisa ter uma estrutura de liderança que façam um acompanhamento mais de perto para que aquela experiência que foi prometida seja realmente entregue. &#8220;Este é um dos últimos pilares e ainda não conheço nenhuma empresa que esteja trabalhando governança de experiência do cliente. Para atuar nesta área, é preciso que todas as outras áreas já tenham sido executadas&#8221;, finaliza Cláudia Vale.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das principais dificuldades para chegar neste momento é mostrar aos líderes que o investimento na experiência do cliente não deve ser mensurado apenas com retorno financeiro. Outros indicadores, que não geram lucro diretamente podem impactar a imagem na companhia e consequentemente nos ganhos. Registros em canais de reclamações e posts negativos nas redes sociais resultados de experiências negativas, podem derrubar vendas. Assim como compartilhamento de boas experiências e indicações positivas de amigos (o tradicional boca a boca), fortalecem a imagem da marca e geram interesse, levando novos indivíduos a terem contato com a marca. O retorno financeiro pode não ser imediato, mas cuidar do cliente parece ser sempre o melhor negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">Por Bruno Mello e Roberta Moraes | 08/03/2017<br />
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